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	<title>Blog Vd Imóveis &#187; Secovi</title>
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	<description>Investimentos imobiliários com qualidade Fortaleza Ceará</description>
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		<title>Comprar imóvel requer pesquisa e responsabilidade</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 18:03:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Financiamento imobiliário]]></category>
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		<description><![CDATA[O brasileiro, na média, compra dois imóveis durante a vida, diferentemente de outros bens de consumo que são trocados regularmente. Somente esse motivo seria suficiente para o consumidor tomar todos os cuidados possíveis antes e após a assinatura do contrato de compra e venda. Mas, algumas pessoas ainda deixam-se levar pelo impulso e acabam fazendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>O brasileiro, na média, compra dois imóveis durante a vida, diferentemente de outros bens de consumo que são trocados regularmente. Somente esse motivo seria suficiente para o consumidor tomar todos os cuidados possíveis antes e após a assinatura do contrato de compra e venda.</div>
<div>Mas, algumas pessoas ainda deixam-se levar pelo impulso e acabam fazendo maus negócios. “Não se compra imóvel sem antes pesquisar, conversar com amigos e analisar as condições financeiras. O mais importante é que as parcelas do financiamento caibam no bolso do trabalhador. Não se pode esquecer também que em edifícios há o rateio de despesas entre os moradores e no momento de receber as chaves, existem despesas cartoriais e com a prefeitura”, esclarece João Crestana, presidente do Secovi-SP.</div>
<div>Para ajudar os compradores nesse momento decisivo, o Sindicato da Habitação de São Paulo elaborou um decálogo com dicas de compra segura e responsável. “São informações simples, de fácil entendimento, que podem ser muito úteis para quem está se preparando para adquirir um imóvel”, enfatiza Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.</div>
<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416739487259846258" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 400px; height: 206px; text-align: center;" src="http://4.bp.blogspot.com/_UGAm8OC9MEI/Sywf3VL0ZnI/AAAAAAAABK0/9JLAI6LFHi4/s400/dicas-de-compra-de-imovel1.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div><strong>Dez dicas para ajudar a decidir responsavelmente e com segurança a compra do imóvel</strong></div>
<div>1) Decida-se pela região onde quer morar e, principalmente, quanto pretende e pode gastar com a compra do imóvel. Lembre-se: a aquisição da moradia é um dos passos mais importantes na sua vida e precisa ser dado com segurança, com muito debate junto ao cônjuge e filhos. Leve em conta as necessidades futuras da família.</div>
<div>2) Escolha o tipo de imóvel que pretende adquirir: usado, novo ou na planta. Pense na metragem ideal, se quer casa ou apartamento (andar baixo ou alto, de frente, de fundo ou tanto faz), número de vagas de garagem, com ou sem varanda, ampla ou nenhuma área de lazer (piscina, salão de festas, jogos). Se escolher condomínio, pense até quanto pretende ou pode pagar de taxa de rateio de despesas.</div>
<div>3) Faça suas contas. A hora é boa também para pensar na melhor forma de financiamento. Com banco ou parcelado com a construtora durante o período de obras? Pretende usar recursos do FGTS? Se o imóvel for novo ou usado, há sempre a opção de obter financiamento bancário (os sites de vários bancos oferecem simuladores das parcelas do financiamento). Caso disponha de uma boa reserva financeira – ou algum bem que possa ser vendido, como carro – é possível utilizá-la na entrada da compra do imóvel.</div>
<div>4) Decidido, visite o local escolhido e verifique quais empreendimentos existem no entorno. Aproveite e analise a infraestrutura disponível na região, bem como os serviços oferecidos, como escolas, padarias, supermercados, farmácias, hospitais, linhas de ônibus e metrô próximos, parques. Visite o empreendimento durante o dia e, principalmente, à noite. Não tenha pressa. Vá a estandes de vendas, visite decorados, converse com corretores e pense muito, pois a decisão tem de ser responsável e exclusivamente da sua família. Depois de percorrer a área escolhida não tenha medo de expandir horizontes e procurar imóveis em bairros próximos. A internet também é uma ótima opção para as buscas. Visite sites especializados na venda de imóveis, de imobiliárias, construtoras e incorporadoras.</div>
<div>5) Ao optar pela compra de um usado, seja firme com o corretor quanto às definições do tipo de imóvel almejado. Dê preferência ao profissional que conhece o imóvel. Peça informações a ele antes de marcar a visita. Se estiver fora das suas especificações, não vá. Evite também ficar nas mãos de muitos profissionais. Prefira o sistema de exclusividade (em que o imóvel está disponível em apenas uma imobiliária).</div>
<div>6) Se o imóvel for novo ou na planta, usualmente o valor da comissão é cobrado separadamente do preço. Se o imóvel for usado, a comissão é paga pelo vendedor, mas saiba que caberá a você o pagamento da comissão proporcional ao valor do seu imóvel dado como parte do pagamento. Nesse momento é importante não se envolver emocionalmente com o dono do imóvel que vai comprar. Deixe que o corretor negocie.</div>
<div>7) Na hora de apresentar uma proposta, ponha-se no lugar do vendedor. Evite propostas absurdas, como descontos elevados, por exemplo. Se ele aceitar, deve haver algo errado. Certifique-se do que está e do que não está incluído no valor e converse abertamente, evitando constrangimentos futuros. Questione sobre aquilo que não entender e exija respostas claras e precisas. Muita atenção com os documentos do imóvel e do proprietário, que devem preferencialmente ser analisados por um advogado de sua confiança.</div>
<div> <img src='http://valdirduarteimoveis.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Ao escolher comprar um imóvel na planta, pesquise a história e a atuação da empresa construtora/incorporadora e, se possível, visite uma obra já entregue por ela. Peça uma cópia do registro da incorporação ao corretor e antes de assinar o contrato de Compra e Venda. Consulte o que diz a Lei 4.591/64 (Condomínios e Incorporações) e submeta-a a um advogado conhecido. Apesar de conterem basicamente as mesmas cláusulas, não é demais a análise de um especialista em mercado imobiliário. Acompanhe o estágio das obras por meio de visitas ao empreendimento ou pela internet. Muitas empresas oferecem o serviço em seus sites.</div>
<div>9) Programe-se. Os valores das prestações pagas durante o período da construção do empreendimento podem ser diferentes das parcelas de financiamento do saldo devedor. Atenção: até a entrega das chaves, o saldo devedor é corrigido mensalmente pelo INCC ou CUB. Após a entrega das chaves, você terá a opção de quitar a dívida, usar os recursos do FGTS para amortizar parte do valor – caso seja a aquisição do primeiro imóvel – e financiar o restante com o banco. Há taxas atrativas e prazos longos disponíveis no mercado. O fundamental, no entanto, é que a parcela – fixa ou reajustável &#8211; caiba no seu bolso.</div>
<div>10) Após a liberação do financiamento, a assinatura da escritura do imóvel e a entrega das chaves, o comprador tem de pagar o ITBI à Prefeitura e as taxas de registro cartorárias. Juntas, elas correspondem a aproximadamente 4% do valor de compra do imóvel. Programe-se e faça uma reserva financeira. Nunca deixe de registrar sua escritura no Registro de Imóveis, mesmo que não tenha contratado financiamento. Mais: quando receber o imóvel, leia as instruções de uso e o Manual do Proprietário para certificar-se das garantias da sua unidade. Os prazos legais são diferentes para os vários componentes. Fonte: Secovi-SP</div>
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		<title>Para o Secovi, 2009 será o ano do crédito imobiliário</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 21:32:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Financiamento imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[crédito imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[Secovi]]></category>

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		<description><![CDATA[Devido ao programa habitacional do governo Minha Casa, Minha Vida, os olhares, e bolsos, dos brasileiros se voltam, cada vez mais, ao antigo sonho de adquirir a casa própria. Tal atenção pode ser constatada pela grande procura de imóveis nos Feirões da Caixa, realizados em diversas cidades do País, e pelo crescente volume de crédito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Devido ao programa habitacional do governo Minha Casa, Minha Vida, os olhares, e bolsos, dos brasileiros se voltam, cada vez mais, ao antigo sonho de adquirir a casa própria. Tal atenção pode ser constatada pela grande procura de imóveis nos Feirões da Caixa, realizados em diversas cidades do País, e pelo crescente volume de crédito para este fim. Para o Secovi-SP (Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo), este é o ano do crédito imobiliário.</p>
<p>De acordo com o economista-chefe do sindicato, Celso Petrucci, o setor tem muito o que comemorar. Segundo ele, quase R$ 80 bilhões estão sendo disponibilizados pelas principais fontes de financiamento, como poupança e FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), para o mercado habitacional. As vendas cresceram e registraram no primeiro trimestre deste ano resultados iguais ou melhores que o mesmo período do ano passado.</p>
<p>No entanto, Petrucci explica que essas mudanças farão de 2009 o ano do crédito imobiliário, se as possíveis mudanças com a remuneração das cadernetas não forem no sentido de prejudicar o financiamento imobiliário, &#8220;pois seria inoportuna qualquer iniciativa neste sentido, principalmente quando o País todo começa a experimentar as facilidades do crédito imobiliário&#8221;.</p>
<p>Dúvidas</p>
<p>Além das incertezas levantadas sobre o que acontecerá com a caderneta de poupança, o economista do Secovi questiona a estrutura da Caixa Econômica Federal em conseguir analisar os projetos do programa habitacional nos prazos prometidos &#8211; 45 dias.</p>
<p>Em 15 dias, após o início do programa, o banco recebeu projetos que contemplam mais de 50 mil unidades, prontas para análise. &#8220;Restam para nós algumas dúvidas quanto à capacidade operacional da Caixa para analisar os processos de financiamento nos prazos prometidos e a adesão das prefeituras e órgãos ambientais aos prazos previstos no programa&#8221;.</p>
<p>Petrucci também questiona o valor com que esses imóveis serão comercializados. Para ele, os preços fixados pelo Ministério das Cidades podem não ser acessíveis às famílias com renda até três salários mínimos. &#8220;Se os preços fixados &#8216;baterem na trave&#8217;, infelizmente poderá ocorrer com o Minha Casa, Minha Vida o mesmo que aconteceu com o PAR (Programa de Arrendamento Residencial), prejudicando àqueles que mais necessitam de moradia&#8221;.</p>
<p>Mesmo com tais dúvidas, o economista acredita que este ano &#8220;tem tudo para ser o mais marcante no âmbito do crédito imobiliário no Brasil&#8221;.</p>
<p>Fonte: InfoMoney</p>
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