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	<title>Blog Vd Imóveis &#187; Mercado imobiliário</title>
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	<description>Investimentos imobiliários com qualidade Fortaleza Ceará</description>
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		<title>Como financiar um imóvel de acordo com sua renda</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 02:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi-se o tempo em que financiar a compra da casa própria era coisa apenas de quem tinha boa situação financeira. O aumento das garantias para os credores possibilitou o acesso das camadas de baixa renda ao crédito e ampliou as possibilidades para os consumidores de imóveis de alto padrão. Hoje em dia já é possível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Foi-se o tempo em que  financiar a compra da casa própria era coisa  apenas de quem tinha boa  situação financeira. O aumento das garantias  para os credores  possibilitou o acesso das camadas de baixa renda ao  crédito e ampliou as  possibilidades para os consumidores de imóveis de  alto padrão. Hoje em  dia já é possível financiar desde imóveis mais  baratos, na faixa de até  130.000 reais, até aqueles que custam alguns  milhões &#8211; o que era  considerado uma loucura até certo tempo atrás.</div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div><strong>O financiamento habitacional brasileiro mudou.</strong></div>
<div>
A Caixa Econômica Federal, embora ainda detentora de 80% desse  mercado,  vem enfrentando a concorrência de bancos privados,  principalmente nos  segmentos de mais alta renda. Nos últimos dez anos, a  inadimplência foi  reduzida de 12% a menos de 3%. A possibilidade de  alienação fiduciária,  em que o imóvel vira a garantia de que o  empréstimo será pago, deu mais  segurança aos credores. E se em 2004 a  média de mercado era financiar  46% do valor do imóvel, em 2010 essa  fatia saltou para 61%. Mas o  crédito imobiliário ainda tem muito que  caminhar, pois representa apenas  3% do PIB brasileiro, ao passo que em  outras nações emergentes, como  México e China, já atingiu 10% do PIB.</div>
<div><img title="Mais..." src="http://imoveisferrari.com/noticias/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></div>
<div>Esse novo cenário vem  acompanhado de forte valorização e aumento  da liquidez dos imóveis,  principalmente nos grandes centros urbanos.  Também cresceram as  possibilidades para quem sonha com o primeiro  imóvel próprio ou mesmo  para quem faz desse tipo de aquisição um  investimento. Quem não  costumava ter crédito na praça já pode se  beneficiar das condições do  programa Minha Casa, Minha Vida, do governo  federal. Trabalhadores com  carteira assinada que buscam imóveis de  médio padrão passaram a ter  acesso aos recursos do FGTS para financiar a  compra da primeira moradia.  E mesmo aqueles que possuem renda mais  elevada e só desejam  diversificar os investimentos podem recorrer a  financiamentos.</div>
<div><span id="more-151"></span></div>
<div>O mercado de imóveis de luxo no  Brasil está, inclusive, bastante  esperançoso. Com condições semelhantes  aos financiamentos de imóveis de  médio padrão, bancos como o Itaú  Unibanco e o Santander firmaram  parcerias com imobiliárias &#8211; a Coelho da  Fonseca e a Sotheby’s,  respectivamente &#8211; para financiar casas e  apartamentos de alguns milhões  de reais.</div>
<div>Pode parecer loucura, mas um  empréstimo desse porte tem razão de  ser: em geral, os mutuários são  empresários e altos executivos que  preferem pagar a compra aos poucos a  tirar dinheiro de seus outros  investimentos. &#8220;No caso de empresários,  vale mais a pena investir no  próprio negócio do que pagar um imóvel à  vista&#8221;, explica Fabrizio  Ianelli, superintendente de negócios  imobiliários do Santander.</div>
<div>Confira, a seguir, como  contratar um financiamento imobiliário e  como funcionam as linhas de  crédito para diferentes faixas de renda e  objetivos de compra &#8211; do  imóvel pronto para morar à construção da casa  própria.</div>
<div><strong>1 &#8211; Contratando um financiamento</strong></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div>Apesar de ainda ser um mercado  concentrado, o financiamento  habitacional não é mais sinônimo de Caixa  Econômica Federal. O segredo é  buscar a instituição que apresente as  melhores condições, seja pública  ou privada, e tentar não comprometer  mais de 25% da renda mensal no  pagamento da primeira parcela, para que a  prestação mais alta não  ultrapasse 30% dessa renda. Após escolher o  imóvel &#8211; novo, usado, na  planta ou desenhado sob medida -, o proponente  deve comprovar que pode  arcar com as prestações e que tem &#8220;nome limpo&#8221;  na praça. Se tudo der  certo, em até 48 horas o comprador saberá se terá  acesso a crédito e  poderá assinar um compromisso de compra.</div>
<div>Até a liberação dos recursos, no  entanto, o processo pode ser um  pouco longo, o que requer planejamento  para não arriscar perder aquela  casa considerada perfeita. Num prazo que  varia entre 20 e 45 dias, o  banco envia um engenheiro para avaliar o  imóvel ou a obra e requer a  checagem jurídica de toda a documentação do  vendedor e do imóvel. Esse  processo é fundamental para confirmar que o  bem preenche as condições  necessárias e que pode ser usado como garantia  em caso de  inadimplência. Se o pagamento das prestações atrasar mais de  três  meses, o mutuário periga ter sua casa leiloada pelo banco.</div>
<div>Há também uma série de gastos a  serem avaliados, fora entrada,  juros, correção monetária e amortizações.  Quem estiver com o dinheiro  contadinho terá dificuldades. É preciso  prever as despesas com a  avaliação do imóvel, a análise jurídica, o  Imposto de Transmissão de  Bens e Imóveis (ITBI), o IOF sobre o  empréstimo (1,5% ao ano mais  alíquota adicional de 0,38%) e custos com o  registro do contrato de  financiamento em cartório, que podem chegar a  1% do valor do imóvel.  Quem optar por obter crédito em um banco no qual  não seja correntista  terá ainda que arcar com os custos de uma nova  conta.</div>
<div>Em média, é possível financiar  60% do valor de um imóvel em 20  anos. No entanto, o prazo máximo é de 30  anos e, dependendo da renda do  comprador, já é possível financiar até  90% do valor do imóvel, até  mesmo dos mais luxuosos. As taxas de juros  ficam entre 9,5% e 12% ao  ano no segmento de imóveis entre 130.000 a  500.000 reais e entre 10% e  12% ao ano no segmento de alto padrão (acima  de 500.000 reais).</div>
<div>Como pesquisar as condições de  todas as instituições não é nada  fácil, o comprador pode optar por uma  consultoria especializada em  crédito imobiliário para ajudá-lo a  escolher. Esse tipo de serviço já é  bastante utilizado na Europa e nos  Estados Unidos, mas só agora começa  a se popularizar no Brasil. Mediante  o pagamento de um valor fixo,  essas empresas se encarregam de encontrar  as melhores condições de  financiamento, assumir a parte burocrática e  até de negociar taxas de  juros mais baixas. Segundo Joe Powell, sócio da  consultoria Crédito  Imobiliário Fácil, os juros chegam a ser reduzidos  em 1,5% ao ano, o  que, ao final de 20 ou 30 anos, representa alguns  milhares de reais.</div>
<p><strong>2 &#8211; Os sistemas de amortização</strong></p>
<div>São três os sistemas de amortização  usados atualmente. O mais  comum é o Sistema de Amortização Constante  (SAC), no qual o valor da  amortização (quantia devolvida ao banco) é  constante e os juros vão  diminuindo com o tempo. Outro sistema popular é  a Tabela Price, na qual  as prestações são fixas do início ao fim do  período de financiamento,  sendo os juros decrescentes e as amortizações  crescentes. Menos  utilizado é o Sistema de Amortização Crescente  (SACRE), no qual as  prestações sobem durante certo período de tempo, até  chegar a um ponto  em que começam a reduzir mensalmente. É bom lembrar  que, em todos os  sistemas, as parcelas também sofrem correção monetária  pela Taxa  Referencial (TR).</div>
<div>Para Lúcio Delfino, diretor  administrativo da Associação  Brasileira dos Mutuários da Habitação  (ABMH), o sistema mais vantajoso é  sem dúvida o SAC, já que a prestação  vai ficando mais leve com o  tempo. No entanto, nesse sistema, a primeira  prestação é geralmente  mais alta que na tabela Price. &#8220;Se a pessoa  tiver condições financeiras  de arcar com o valor da primeira prestação, o  SAC é muito melhor&#8221;, diz  Delfino. Do contrário, a tabela Price pode ser  mais vantajosa, apesar  de muito mais arriscada. Como as prestações vão  crescer com o tempo, a  chance de a dívida se tornar impagável é muito  maior. Tanto que há um  número enorme de ações na Justiça contra  financiamentos feitos pela  tabela Price.</div>
<div>Esse sistema de financiamento só  é recomendado para quem tem  perspectivas de melhora de renda no longo  prazo &#8211; um jovem em ascensão  profissional, por exemplo. Se houver  expectativa de entrada futura de  dinheiro que possibilite a quitação  antecipada da dívida &#8211; digamos,  fruto da negociação de outro imóvel &#8211;  tanto melhor. Essa estratégia é,  aliás, altamente recomendada pelos  especialistas em finanças, pois é  uma forma de abater a dívida e fugir  dos juros.</div>
<p><strong>3 &#8211; Financiando com a construtora</strong></p>
<div>Financiar um imóvel na planta ou em  construção na própria  construtora só é um bom negócio até a entrega das  chaves. A partir daí,  o ideal é migrar o saldo devedor para um banco.  Isso porque, até o  imóvel ficar pronto, o mutuário não costuma pagar  juros, apenas  correção monetária pelo Índice Nacional da Construção  Civil (INCC) ou  outro indicador do gênero. Após a entrega das chaves,  porém, o  comprador passa a ter as piores condições do mercado: taxa de  juros de  até 12% ao ano e correção monetária pelo Índice Nacional de  Preços ao  Consumidor (INPC) ou pelo IGP-M.</div>
<div>&#8220;Nesse momento, é melhor quitar  de uma vez o restante da dívida ou  transferi-la para um banco, onde a  correção monetária é feita pela TR,  cujo valor anual é normalmente de um  terço do valor dos índices de  inflação&#8221;, explica Lúcio Delfino, da  ABMH. Outra desvantagem de  financiar pela construtora é que o imóvel só  passa para o nome do  comprador quando a dívida é quitada. Mas quando o  saldo devedor é  migrado para uma instituição financeira, a transferência  de nome  acontece no momento da entrega das chaves.</div>
<div>O processo de portabilidade é  relativamente simples, e a própria  construtora cuida de tudo para o  cliente. Não se pode esquecer que, na  hora da migração, é preciso pagar  para a construtora correção monetária  pelo INCC sobre o saldo devedor, o  que eleva a dívida em alguns  milhares de reais. &#8220;As pessoas às vezes  não verificam esse detalhe, e  ainda existem vendedores de má-fé que  dizem que o valor é fixo, quando  na verdade o próprio contrato esclarece  que não é&#8221;, diz o diretor  administrativo da ABMH. &#8220;Também é preciso  considerar os custos com  ajustes no imóvel, muitas vezes entregue sem  piso, sem armários e sem  iluminação, por exemplo.&#8221;</div>
<p><strong>4 &#8211; Construindo a casa própria</strong></p>
<div>Os mais exigentes podem preferir  colocar a mão na massa e  construir sua própria casa. O ideal, nesse  caso, é comprar um terreno à  vista ou parcelado sem juros (com correção  monetária pelo INCC) e  financiar apenas a construção. &#8220;As compras de  terreno em geral têm as  piores condições de financiamento. Normalmente  só se consegue financiar  até 60% do valor do lote&#8221;, explica Lúcio  Delfino.</div>
<div>Comprado o terreno, tempo e  paciência serão as palavras-chave. O  lote só passa para o nome do  comprador depois que a dívida é quitada, e  só então é possível financiar  a construção. O processo é o mesmo de  qualquer outro financiamento  habitacional. Mas além dos documentos  usuais, o proponente deve  apresentar o cronograma da obra e um alvará  da prefeitura liberando a  construção. Além disso, a instituição  financeira não libera todo o  dinheiro de uma vez, mas sim em três ou  quatro partes. Um funcionário do  banco ficará encarregado de vistoriar a  obra e verificar se o  cronograma de construção está sendo cumprido. Em  caso negativo, novas  parcelas do financiamento poderão ficar retidas.  Durante a obra, o  mutuário só precisa pagar os juros sobre o valor já  liberado. Somente  após a conclusão da construção começa o período de  amortização.</div>
<div>No Banco do Brasil, por exemplo,  a linha de crédito especial para  material de construção &#8211; que inclui  até mesmo reformas &#8211; possibilita o  financiamento em até 60 meses, com  180 dias para começar a pagar. O  limite de crédito é de 50.000 reais e  as taxas de juros bem maiores que  as do crédito imobiliário, variando de  1,97% a 3,15% ao mês.</div>
<div><strong>5 &#8211; Usando o FGTS</strong></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div>Uma opção para os trabalhadores  assalariados que buscam um imóvel  de médio padrão é a utilização de  recursos do Fundo de Garantia por  Tempo de Serviço (FGTS) no  financiamento da compra ou construção do seu  primeiro imóvel próprio.  Para isso, é preciso preencher alguns  pré-requisitos. O imóvel deve  necessariamente se destinar à moradia do  comprador, na região  metropolitana de onde ele já trabalha ou mora há  pelo menos um ano. Seu  valor de avaliação também não deve ultrapassar  os 500.000 reais. Já o  comprador precisa ter trabalhado sob o regime do  FGTS por pelo menos  três anos, consecutivos ou não, e ter saldo em  conta vinculada ao fundo  com quantia correspondente a, pelo menos, 10%  do valor de avaliação do  imóvel.</div>
<div>
<div><a href="http://portalexame.abril.com.br/financas/credito/guias/infograficos/o-jogo-do-financiamento.html">Infográfico: conheça o passo a passo de um financiamento habitacional.</a></div>
<div><strong>(Fonte-PortalExame)</strong></div>
</div>
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		<title>Minha Casa, Minha Vida é aposta do mercado imobiliário para 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 17:56:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para o vice-presidente de Habitação do Secovi-SP, Flavio Prando, o programa fez toda a diferença para as famílias de baixa renda, que agora podem comprar o primeiro imóvel Em 2009, o mercado imobiliário nacional sofreu uma revolução após o lançamento do programa governamental Minha Casa, Minha Vida, de acordo com o vice-presidente de Habitação do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Para o vice-presidente de Habitação do Secovi-SP, Flavio Prando, o programa fez toda a diferença para as famílias de baixa renda, que agora podem comprar o primeiro imóvel</strong></em></p>
<p>Em 2009, o mercado imobiliário nacional sofreu uma revolução após o lançamento do programa governamental Minha Casa, Minha Vida, de acordo com o vice-presidente de Habitação do Secovi-SP, Flavio Prando. Para ele, o programa fez toda a diferença para famílias com renda de até 10 salários mínimos. “Principalmente para aquelas que ganham de 3 a 6 salários, que puderam migrar da locação para a compra, pois o preço do financiamento é até menor do que o do aluguel”, destaca o dirigente.</p>
<p>O perfil do comprador também mudou, de acordo com o vice-presidente. “Hoje, nos plantões de vendas, grande parte dos visitantes é de casais de jovens, na faixa de 23 a 30 anos. Isso cria uma oportunidade de compra essas para pessoas. Reconhecemos a importância do programa Minha Casa, Minha Vida e defendemos que ele seja o primeiro passo para o estabelecimento de uma política de Estado de Habitação, contínua e independente de governo.”</p>
<p>Balanço 2009 – As vendas de imóveis novos na cidade de São Paulo se mantiveram semelhantes às registradas em 2008, com recuo dos lançamentos. Na avaliação de Prando, esse fenômeno demonstra que o Minha Casa, Minha Vida chegou antes ao consumidor. Isso tem uma explicação: os incorporadores precisam de um prazo extenso para adaptar seus produtos a uma nova tipologia, de maneira a atender famílias de baixa renda com qualidade.</p>
<p>Prando destaca outras novidades importantes trazidas pelo programa, tais como: subsídios escalonados com recursos do Orçamento Geral da União (OGU), juros de 4,5% a 5% no financiamento e redução das custas cartorárias. “O agente financeiro desse programa é a Caixa Econômica Federal, que tem se esforçado muito para proporcionar a velocidade desejada pelos empresários na aprovação de projetos. Há muito tempo acompanhamos os números do banco, que em 2003, por exemplo, financiou algo em torno de 20 mil unidades, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e este ano já contratou 176 mil. O multiplicador registrado no período é de 12 a 15 vezes”, ressalta o vice-presidente da entidade, acrescentando que possivelmente a Caixa feche o ano com 300 mil unidades aprovadas, caso mantenha o ritmo de 5 mil contratações por dia registrado no segundo semestre.</p>
<p>Apesar da robustez dos números de novas contratações, esse volume poderia ser superior se não houvesse dificuldades no licenciamento ambiental, morosidade na liberação de alvarás de prefeituras e de concessionárias públicas. Mesmo assim, a meta de contratação de um milhão de moradias até o final de 2010 permanece factível, na avaliação de Prando. “Evidentemente, essas unidades serão entregues até 2012. Temos consciência de que a casa própria é sinônimo de inclusão social, democracia consolidada e avanço para o Brasil”, conclui.</p>
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		<title>Brasil é destaque na recuperação do mercado imobiliário mundial</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 21:31:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De um lado, sete palestrantes apresentam números e informações sobre os fundamentos da economia brasileira e os diferentes segmentos do mercado imobiliário. De outro, cerca de 150 pessoas sentadas em uma plateia atenta assistem, interessadas, a cada um dos detalhes expostos. “Vender” o Brasil está mais fácil. O país que primeiro emergiu da crise é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De um lado, sete palestrantes apresentam números e informações sobre os fundamentos da economia brasileira e os diferentes segmentos do mercado imobiliário. De outro, cerca de 150 pessoas sentadas em uma plateia atenta assistem, interessadas, a cada um dos detalhes expostos. “Vender” o Brasil está mais fácil. O país que primeiro emergiu da crise é capaz de impressionar olhos e ouvidos acostumados a más notícias. Investidores estrangeiros machucados pela crise ainda estão se refazendo das fortes perdas que tiveram, mas conseguem ver no Brasil a luz que continua apagada em praticamente todo o resto do mundo.<br />
“O humor aqui nos Estados Unidos continua muito ruim, se os investidores não vem a um lugar onde todo mundo fala a mesma coisa fica até difícil acreditar que o cenário seja tão positivo no Brasil”, afirma José Paim, presidente da Max Cap Real Estate Investment Advisors, um dos palestrantes brasileiros do Brazil Real Estate Conference. Pela primeira vez, o governo brasileiro participa de um evento como esse. Maria Fernanda Coelho, presidente da Caixa Econômica Federal, veio apresentar o programa Minha Casa, Minha Vida, que apesar do nome em português, já faz parte do vocabulário dos investidores interessados no Brasil e no tão festejado mercado de baixa renda.</p>
<p>O Brasil está na moda, é o que se diz por aqui. E as empresas brasileiras do setor imobiliário aproveitam a conjunção de fatores positivos para atrair investimentos ao país. A favor do Brasil existem fatores externos, como a concorrência mais fraca de outros países emergentes. Dos BRIC, segundo os investidores, apenas a China disputa com o Brasil, apesar das grandes diferenças entre os dois países.</p>
<p>Internamente, uma soma de fatores faz com que o timing seja muito favorável ao Brasil. Fundamentos macroeconômicos sólidos, como a queda das taxas de juros, o crescimento da classe média e da renda per capita e um crescimento estimado de cerca de 4,8% do PIB em 2010, chamam a atenção. Ao lado de fatores específicos do setor que foram resolvidos ao longo dos anos – como alienação fiduciária, patrimônio de afetação, securitização de ativos e uma sólida evolução do mercado de capitais. “Juntos, esses fatores formam um cenário único e inédito para o setor”, afirma David Lawant, analista do setor imobiliário da Itaú Corretora. “O Brasil se recuperou mais rápido do que se imaginava, principalmente no setor imobiliário.”</p>
<p>Por fim, o programa habitacional do governo do alinhavou os últimos fatores que faltavam para completar um cenário de demanda aquecida. Por conta do Minha Casa, Minha Vida, a baixa renda ganha destaque entre os diferentes segmentos do mercado imobiliário brasileiro. “Se não fosse a crise não teríamos o programa do governo”, afirma Carlos Trostli, presidente da Tenda, que teve um aumento de 45% das vendas no segundo trimestre.</p>
<p>A empresa, comprada pela Gafisa no ano passado, é uma das que mais se encaixa no programa. No primeiro semestre, 88% das vendas de R$ 620 milhões foram consequência do Minha Casa, Minha Vida. “Os investidores tem nos procurado para saber detalhes do programa e como a Tenda se beneficia.”</p>
<p>O nível de dúvida dos investidores presentes ao evento mostra que muita gente está fazendo a lição de casa. Há poucas dúvidas superficiais e a maioria já mostra conhecimento sobre o mercado. Entre os questionamentos, há desde as diferenças entre os programas do Brasil e do México, a capacidade de operacionalização do plano do governo, a possível falta de mão-de-obra e insumos, o quanto o Bolsa Família ajuda a movimentar o segmento de baixa renda, se faltará terra para os novos empreendimentos e até se o Brasil corre o risco de ter um sub-prime.</p>
<p>Heidi Thompson, da Daiwa Asset Management, empresa de gestão de recursos japonês, já investiu US$ 215 milhões em ações de empresas brasileiras (Gafisa, Cyrela, Rossi, PDG, MRV, Agra e BR Malls), entoa o coro de que o segmento econômico é um dos mais atrativos no mercado imobiliário, pelo potencial de crescimento. Mas teme pelo risco político no próximo ano.</p>
<p>Outro fundo que já tem investimentos no Brasil, mas ainda procura novas oportunidades, é o Janus Capital Group, com ações da MRV, Cyrela, Rossi, PDG e Rodobens. Matthew Hochstetler, da Janus, vê uma transformação inédita no mercado imobiliário brasileiro. “Estamos muito otimistas com o Brasil, são vários fatores positivos, que não existiam nas últimas décadas”, diz. O belga Reginald Neirynck, da Saivest Strategic Alternative Investments, acaba de montar um escritório no Brasil para investir em projetos de imóveis comerciais e logística. “Só me interessa investir no Brasil agora”.</p>
<p>Fonte: ValorOnLine</p>
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		<title>A tributação e o mercado imobiliário brasileiro</title>
		<link>http://valdirduarteimoveis.com/blog/2009/08/05/a-tributacao-e-o-mercado-imobiliario-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 04:07:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por muito tempo a elevada carga tributária do setor funcionou como contraponto ao interesse do investidor. É de senso comum o crescimento do mercado imobiliário brasileiro. Para alguns ele é decorrente da abertura de capital de companhias do setor. Outros atribuem a melhora ao aperfeiçoamento da governança corporativa, à maior transparência, à capacitação e à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por muito tempo a elevada carga tributária do setor funcionou como contraponto ao interesse do investidor.</p>
<p>É de senso comum o crescimento do mercado imobiliário brasileiro. Para alguns ele é decorrente da abertura de capital de companhias do setor. Outros atribuem a melhora ao aperfeiçoamento da governança corporativa, à maior transparência, à capacitação e à criação de estruturas administrativas mais robustas.<br />
Independentemente de sua razão, o crescimento do mercado imobiliário é uma realidade, mas ainda há muito por fazer. Dentre as melhorias aguardadas, as questões tributárias são de inegável relevância; por muito tempo a elevada carga tributária do setor funcionou como contraponto ao interesse do investidor.<br />
Nos últimos anos, mudanças de lei tornaram alguns investimentos imobiliários mais atraentes.<br />
O ano de 2005 foi marcado pela isenção do imposto de renda &#8211; IR &#8211; para os rendimentos de certificados de recebíveis imobiliários (CRI), letras hipotecárias (LH) e crédito imobiliário (LCI), auferidos por pessoas físicas residentes. No mesmo ano a &#8220;MP do Bem&#8221; isentou do IR o ganho na venda de imóvel residencial, desde que os recursos fossem empregados em nova aquisição no prazo de seis meses e recuperou o conceito de redução da tributação sobre ganho de capital, em função do prazo de permanência do imóvel com o investidor.<br />
Em 2006, foram isentados os rendimentos de investidores nacionais em cotas de fundos de investimento imobiliário, desde que cumpridas condições relacionadas à formação de quotistas.<br />
No mesmo ano, em relação ao fundo de investimento em participação (FIP), para investidores estrangeiros não domiciliados em paraíso fiscal, houve redução para zero da alíquota de IR sobre os rendimentos auferidos por estrangeiros, condicionada a regras de participação em seu no patrimônio ou em seus lucros; para os investidores nacionais houve redução da alíquota do IR para 15%, diferentemente de outros fundos cuja alíquota varia até 22.5%, dependendo do prazo de aplicação. Uma consulta ao site da CVM sobre os números de emissão de quotas pode demonstrar a relação entre a redução da carga tributária e o sucesso desse produto no mercado brasileiro, a partir de 2006.<br />
O investidor não residente também é incentivado pela não tributação sobre os ganhos em operações em bolsa, desde que invista nos termos prescritos na Resolução CMN 2689/00 e que não seja residente ou domiciliado em paraíso fiscal.<br />
A despeito das melhorias já comentadas, permanecem questões que, se consideradas pelas autoridades, poderiam acelerar o desenvolvimento de negócios.<br />
A isenção relativa aos rendimentos produzidos por CRI, LH, LCI e quotas de fundo imobiliário, poderia ser estendida às pessoas jurídicas residentes e para os investidores não residentes.<br />
Seria importante equiparar o investidor brasileiro ao estrangeiro, principalmente no que toca a não incidência do IR sobre ganhos em operações em bolsa e a redução da alíquota a zero para os rendimentos de quotas de FIP, ainda que fosse estipulado um prazo mínimo de permanência.<br />
A extensão de benefícios já concedidos a certos participantes do mercado prescinde do princípio da isonomia; é atitude consciente de fomento para o desenvolvimento sustentado do ciclo virtuoso no mercado imobiliário, notadamente nesse momento em que especialistas apontam para possível redução, em 2009, de liquidez e investimentos o que certamente, afetará o setor imobiliário brasileiro, caso venha a se confirmar.<br />
*Ana Luiza Lourenço e Luciana Aguiar são gerentes sênior da PricewaterhouseCoopers e especialistas na área tributária.</p>
<p>Fonte: RevistaIncorporativa</p>
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		<title>Mercado imobiliário reage e vendas voltam a crescer</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 18:04:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Portal EXAME -<br />
Após uma virada de ano desanimadora, o mercado imobiliário começa a retomar o fôlego e as vendas voltam a subir. Em março, a comercialização de imóveis usados em São Paulo saltou 30,6% em relação a fevereiro, voltando ao nível anterior ao estouro da crise econômica global, em setembro de 2008. A recuperação, avalia o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP), foi impulsionada pela concessão recorde de crédito imobiliário para esse segmento: 47% dos imóveis usados vendidos em março foram financiados. &#8220;Isso mostra como o crédito é importante para o mercado de imóveis usados&#8221;, diz José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP.</p>
<p>Na avaliação do executivo, a decisão do governo de ampliar de 350.000 reais para 500.000 reais o valor máximo dos imóveis que podem ser financiados pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) contribuiu significativamente para a expansão das vendas. Mas o fator principal para recuperação do mercado, segundo Viana Neto, foi o aumento na confiança do consumidor, que no final do ano passado havia sido duramente abalada pela crise. &#8220;As pessoas estavam com medo de tomar um financiamento, perder o emprego e não conseguir pagar. Agora, a situação já melhorou bastante&#8221;, diz.</p>
<p>Muitos dos que planejavam comprar um imóvel usado, mas ainda não estavam certos se era o momento de assinar o contrato, receberam um incentivo. Os proprietários de casas e apartamentos concederam em março descontos de até 8% sobre o valor originalmente fixado, atraindo não só famílias em busca da casa própria, mas também investidores. &#8220;Com as sucessivas reduções na taxa básica de juros (Selic) e a perspectiva de novos cortes, parte dos investidores está voltando a investir em imóveis&#8221;, ressalta Roseli Hernandes, gerente geral da Lello Imóveis. Na imobiliária, 82% das vendas realizadas em abril foram feitas à vista, incluindo imóveis de alto padrão, com valor acima de 1 milhão de reais.</p>
<p>No segmento de imóveis novos também já é possível notar uma recuperação, embora em ritmo um pouco mais lento. Dados do Secovi-SP e da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) mostram que as vendas de casas e apartamentos novos em março dispararam 123% sobre fevereiro, encerrando o segundo mês de alta consecutiva. O volume negociado &#8211; 793 milhões de reais &#8211; ainda é 37% inferior ao praticado em agosto do ano passado, mas já representa um avanço de 19% sobre o valor registrado em setembro, quando o mercado sentiu o baque da crise. Uma sondagem realizada pelo Secovi-SP dá conta de que os resultados de abril devem ser ainda melhores. As empresas pesquisadas calculam que as vendas no mês passado tenham crescido entre 20% e 25%. &#8220;A retomada do crescimento não tardou porque o Brasil combina uma série de fatores que o coloca em situação confortável. O país tem estabilidade de preços, taxas de juros em queda e desemprego inferior ao de outros países. Além disso, os esforços do governo para impulsionar o setor despertaram o interesse da população&#8221;, diz Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.</p>
<p>O programa habitacional lançado em março e batizado de Minha Casa, Minha Vida teve um importante efeito psicológico no mercado, ressaltam os especialistas. &#8220;Percebemos um aumento na demanda não só por imóveis de até 130.000 reais, mas em todas as faixas de preço&#8221;, diz Cássio Audi, diretor de Finanças e Relações com Investidores da Rossi Residencial. As vendas da construtora e incorporadora foram, em março, 43% superiores às realizadas em fevereiro. O que mais surpreendeu, segundo Audi, foi a velocidade na concretização dos negócios. &#8220;De tudo que lançamos no primeiro trimestre, metade já foi vendido&#8221;, diz. Os números de março e abril foram tão animadores que a empresa revisou sua perspectiva para 2009, passando de um cenário conservador para moderado.</p>
<p>Está na hora de comprar um imóvel?</p>
<p>A maior parte dos especialistas projeta uma trajetória de valorização para casas e apartamentos nos próximos meses. &#8220;A tendência é o preço dos imóveis subir conforme a economia vá se recuperando&#8221;, diz Roberto Vertamatti, vice-presidente de Finanças e Administração da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).</p>
<p>Os dados do Secovi-SP mostram que as vendas no primeiro trimestre superaram os lançamentos, reduzindo o saldo de imóveis disponíveis para comercialização. A queda dos estoques, entretanto, não deve provocar uma onda especulativa, mas Petrucci acredita que em algumas regiões a valorização dos imóveis poderá ser bastante significativa.</p>
<p>Para quem está pagando aluguel, os especialistas recomendam avaliar a possibilidade de compra da casa própria. &#8220;Se a parcela do financiamento for equivalente ao aluguel e não comprometer mais de 30% da renda, vale a pena comprar o imóvel&#8221;, diz Vertamatti.</p>
<p>Na hora de escolher, a dica é pesquisar. Visitar vários imóveis, avaliar as perspectivas para a região e conversar com os vizinhos são algumas atitudes que auxiliam na tomada de decisão.</p>
<p>Reforma e construção</p>
<p>Outras duas medidas tomadas pelo governo para impulsionar o mercado imobiliário foram a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de mais de 30 itens de materiais de construção por três meses e a ampliação do crédito para reforma, aquisição de terreno e construção.</p>
<p>Como parte do programa Minha Casa, Minha Vida, a Caixa incluiu na carta de crédito que utiliza recursos do FGTS subsídios para famílias com renda mensal de até 4.650 reais. A modalidade, que atende a famílias com renda de até 4.900 reais, oferece até 130.000 reais para a compra de terrenos, construção e reforma de imóveis. Os juros variam de 5% a 8,16% ao ano, e o prazo de pagamento é de até 360 meses.</p>
<p>No Construcard FGTS, o limite de renda para utilização da linha subiu de 1.900 reais para 4.900 reais e o prazo para pagamento passou de 96 meses para 120 meses. O valor máximo de financiamento é de 25.000 reais e a taxa de juros varia de 5% a 8,16% ao ano, de acordo com a renda do tomador do empréstimo. É possível incluir até 15% dos custos de mão de obra no valor financiado.</p>
<p>Com isso, o governo espera incentivar a construção e reforma de imóveis, mas o presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Melvyn David Fox, ressalta que as medidas, para terem o efeito esperado, devem permanecer no longo prazo. &#8220;Obras para reforma e construção de imóveis costumam durar mais de seis meses. Por isso estamos negociando a manutenção da redução do IPI por período indeterminado.&#8221;</p>
<p>De acordo com Marcelo Chamma, diretor comercial da Votorantim Cimento, o varejo está otimista, com expectativa de crescimento nos próximos meses.</p>
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