<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog Vd Imóveis &#187; INVESTIMENTOS</title>
	<atom:link href="http://valdirduarteimoveis.com/blog/tag/investimentos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://valdirduarteimoveis.com/blog</link>
	<description>Investimentos imobiliários com qualidade Fortaleza Ceará</description>
	<lastBuildDate>Sat, 21 Aug 2010 02:28:36 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Imóveis é aposta de investimento em momento de instabilidade</title>
		<link>http://valdirduarteimoveis.com/blog/2009/10/07/imoveis-e-aposta-de-investimento-em-momento-de-instabilidade/</link>
		<comments>http://valdirduarteimoveis.com/blog/2009/10/07/imoveis-e-aposta-de-investimento-em-momento-de-instabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 21:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[INVESTIMENTOS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://valdirduarteimoveis.com/blog/?p=103</guid>
		<description><![CDATA[Os receios quanto aos depósitos bancários e a «psicose do risco» estão a levar pessoas com liquidez a investir no mercado imobiliário, que também atravessa uma forte procura pelo arrendamento, dizem fontes do setor. «Estava a abrir-se uma janela de oportunidade para os arrendamentos &#8211; as pessoas não estavam a conseguir vender portanto a última [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os receios quanto aos depósitos bancários e a «psicose do risco» estão a levar pessoas com liquidez a investir no mercado imobiliário, que também atravessa uma forte procura pelo arrendamento, dizem fontes do setor.</p>
<p>«Estava a abrir-se uma janela de oportunidade para os arrendamentos &#8211; as pessoas não estavam a conseguir vender portanto a última solução que restava era arrendar &#8211; mas agora há muita gente a pegar nos depósitos bancários e a aplicar em casas», disse à Lusa Nuno Gomes, o vendedor nº1 da rede de imobiliárias Remax.</p>
<p>«Vendi quatro casas na semana passada e duas delas foi com esse fim. As pessoas pensam &#8216;eu tenho este dinheiro aplicado e quero investir num imóvel&#8217;, como sabem que o mercado está em baixo, então esta é a melhor altura para investir. E quando isto subir vão ganhar duplamente», explicou.</p>
<p>O director de comunicação da ERA Portugal, Jorge Garcia, diz que também as lojas desta promotora têm sentido no último mês a nova tendência, que considera surpreendente.</p>
<p>«É uma surpresa. Temos lojas no nosso universo que [no último mês] tiveram os melhores resultados de sempre», revelou Jorge Garcia, que, no entanto, não consegue identificar as zonas ou o tipo de casas que são mais procuradas por este tipo de investidor.</p>
<p>«Trata-se, sobretudo, de negócios baseados no preço, desde o Fogueteiro à Expo. Neste momento há oportunidades no mercado imobiliário como nunca houve» com casas «vendidas a preços abaixo de leilão», disse o responsável da ERA.</p>
<p>A tendência identificada pelo sector começou a intensificar-se desde há um mês, quando a crise financeira com origem nos Estados Unidos se alastrou às entidades financeiras europeias e entrou nos noticiários nacionais.</p>
<p>Jorge Garcia considera que «no meio de toda esta turbulência, com toda esta &#8216;psicose&#8217; do risco, as pessoas sentem que uma casa é um bem seguro».</p>
<p>Uma opinião partilhada também por Nuno Gomes, da Remax. «Os investimentos em terra e tijolos, costuma-se dizer, normalmente são garantidos. Faz parte da nossa cultura», frisou.</p>
<p>Ainda assim, o movimento de fundo dos últimos meses tem sido o arrendamento. «A procura do arrendamento disparou exponencialmente [nos últimos meses]. O problema é que a oferta não se consegue ajustar», referiu Jorge Garcia.</p>
<p>O director da ERA explicou que «até aqui a oferta estava vocacionada para nichos de mercados muito específicos &#8211; estudantes, quadros superiores estrangeiros &#8211; pessoas com necessidades de arrendamento de seis, oito meses a um ano, de curta duração».</p>
<p>Nos «arrendamentos de longa duração o mercado não existia», mas «agora que existe procura, não há oferta para satisfazê-la».</p>
<p>Jorge Garcia admite que o mercado português pode tomar o mesmo caminho que Espanha. «Em Espanha os promotores que têm &#8216;obra nova&#8217; e não conseguem vendê-la estão a arrendá-la», afirmou.</p>
<p>O director da revista Confidencial Imobiliário, Ricardo Guimarães, disse à Lusa que o aumento da procura no mercado de arrendamento prende-se essencialmente com «as alterações nos critérios dos bancos, subidas das taxas de juro e dificuldade na obtenção de créditos».</p>
<p>«Tudo isto tornou mais difícil a compra de uma casa», frisou o director da revista que regularmente elabora um Índice Confidencial Imobiliário (ICI).</p>
<p>O ICI utiliza como amostra a base de dados do site imobiliário LardoceLar.com, que reúne a oferta de mais de 450 mil fogos de 1.400 empresas de mediação e promoção imobiliária.</p>
<p>«Ainda assim, apesar de um maior dinamismo no mercado do arrendamento, não observamos uma grande variação no valor médio das rendas», ressalvou.</p>
<p>De acordo com os dados mais recentes da Confidencial Imobiliário, relativos ao segundo trimestre do ano, o valor médio das rendas em Lisboa subiu 2 por cento, com algumas freguesias &#8211; Alto do Pina (+9 por cento), Benfica (+8 por cento), Anjos, Nossa Senhora de Fátima, São Francisco Xavier e São João (todas +7 por cento) a liderarem as subidas.</p>
<p>São João de Brito (uma descida de 9 por cento) e Encarnação (quebra de 6 por cento) foram as freguesias lisboetas onde as rendas mais desceram no segundo trimestre.</p>
<p>Já no Porto, o valor médio do arrendamento caiu 3 por cento. Para o presidente do Instituto da Construção e Imobiliário (InCI), Hipólito Ponce de Leão, «o único problema do mercado do arrendamento em Portugal hoje em dia é que precisa de arrancar e de se desenvolver».</p>
<p>A concorrência, reforçou Ponce de Leão, depois fará com que o valor das rendas comece a competir com as prestações que banca pede por um crédito à habitação.</p>
<p>Diário Digital / Lusa</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://valdirduarteimoveis.com/blog/2009/10/07/imoveis-e-aposta-de-investimento-em-momento-de-instabilidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil é destaque na recuperação do mercado imobiliário mundial</title>
		<link>http://valdirduarteimoveis.com/blog/2009/10/07/brasil-e-destaque-na-recuperacao-do-mercado-imobiliario-mundial/</link>
		<comments>http://valdirduarteimoveis.com/blog/2009/10/07/brasil-e-destaque-na-recuperacao-do-mercado-imobiliario-mundial/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 21:31:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[crise imobiliaria estados unidos EUA]]></category>
		<category><![CDATA[fundos de investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[FUNDOS IMOBILIARIOS]]></category>
		<category><![CDATA[INVESTIMENTOS]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[minha casa minha vida]]></category>
		<category><![CDATA[noticias imobiliarias]]></category>
		<category><![CDATA[Real Estate]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://valdirduarteimoveis.com/blog/?p=98</guid>
		<description><![CDATA[De um lado, sete palestrantes apresentam números e informações sobre os fundamentos da economia brasileira e os diferentes segmentos do mercado imobiliário. De outro, cerca de 150 pessoas sentadas em uma plateia atenta assistem, interessadas, a cada um dos detalhes expostos. “Vender” o Brasil está mais fácil. O país que primeiro emergiu da crise é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De um lado, sete palestrantes apresentam números e informações sobre os fundamentos da economia brasileira e os diferentes segmentos do mercado imobiliário. De outro, cerca de 150 pessoas sentadas em uma plateia atenta assistem, interessadas, a cada um dos detalhes expostos. “Vender” o Brasil está mais fácil. O país que primeiro emergiu da crise é capaz de impressionar olhos e ouvidos acostumados a más notícias. Investidores estrangeiros machucados pela crise ainda estão se refazendo das fortes perdas que tiveram, mas conseguem ver no Brasil a luz que continua apagada em praticamente todo o resto do mundo.<br />
“O humor aqui nos Estados Unidos continua muito ruim, se os investidores não vem a um lugar onde todo mundo fala a mesma coisa fica até difícil acreditar que o cenário seja tão positivo no Brasil”, afirma José Paim, presidente da Max Cap Real Estate Investment Advisors, um dos palestrantes brasileiros do Brazil Real Estate Conference. Pela primeira vez, o governo brasileiro participa de um evento como esse. Maria Fernanda Coelho, presidente da Caixa Econômica Federal, veio apresentar o programa Minha Casa, Minha Vida, que apesar do nome em português, já faz parte do vocabulário dos investidores interessados no Brasil e no tão festejado mercado de baixa renda.</p>
<p>O Brasil está na moda, é o que se diz por aqui. E as empresas brasileiras do setor imobiliário aproveitam a conjunção de fatores positivos para atrair investimentos ao país. A favor do Brasil existem fatores externos, como a concorrência mais fraca de outros países emergentes. Dos BRIC, segundo os investidores, apenas a China disputa com o Brasil, apesar das grandes diferenças entre os dois países.</p>
<p>Internamente, uma soma de fatores faz com que o timing seja muito favorável ao Brasil. Fundamentos macroeconômicos sólidos, como a queda das taxas de juros, o crescimento da classe média e da renda per capita e um crescimento estimado de cerca de 4,8% do PIB em 2010, chamam a atenção. Ao lado de fatores específicos do setor que foram resolvidos ao longo dos anos – como alienação fiduciária, patrimônio de afetação, securitização de ativos e uma sólida evolução do mercado de capitais. “Juntos, esses fatores formam um cenário único e inédito para o setor”, afirma David Lawant, analista do setor imobiliário da Itaú Corretora. “O Brasil se recuperou mais rápido do que se imaginava, principalmente no setor imobiliário.”</p>
<p>Por fim, o programa habitacional do governo do alinhavou os últimos fatores que faltavam para completar um cenário de demanda aquecida. Por conta do Minha Casa, Minha Vida, a baixa renda ganha destaque entre os diferentes segmentos do mercado imobiliário brasileiro. “Se não fosse a crise não teríamos o programa do governo”, afirma Carlos Trostli, presidente da Tenda, que teve um aumento de 45% das vendas no segundo trimestre.</p>
<p>A empresa, comprada pela Gafisa no ano passado, é uma das que mais se encaixa no programa. No primeiro semestre, 88% das vendas de R$ 620 milhões foram consequência do Minha Casa, Minha Vida. “Os investidores tem nos procurado para saber detalhes do programa e como a Tenda se beneficia.”</p>
<p>O nível de dúvida dos investidores presentes ao evento mostra que muita gente está fazendo a lição de casa. Há poucas dúvidas superficiais e a maioria já mostra conhecimento sobre o mercado. Entre os questionamentos, há desde as diferenças entre os programas do Brasil e do México, a capacidade de operacionalização do plano do governo, a possível falta de mão-de-obra e insumos, o quanto o Bolsa Família ajuda a movimentar o segmento de baixa renda, se faltará terra para os novos empreendimentos e até se o Brasil corre o risco de ter um sub-prime.</p>
<p>Heidi Thompson, da Daiwa Asset Management, empresa de gestão de recursos japonês, já investiu US$ 215 milhões em ações de empresas brasileiras (Gafisa, Cyrela, Rossi, PDG, MRV, Agra e BR Malls), entoa o coro de que o segmento econômico é um dos mais atrativos no mercado imobiliário, pelo potencial de crescimento. Mas teme pelo risco político no próximo ano.</p>
<p>Outro fundo que já tem investimentos no Brasil, mas ainda procura novas oportunidades, é o Janus Capital Group, com ações da MRV, Cyrela, Rossi, PDG e Rodobens. Matthew Hochstetler, da Janus, vê uma transformação inédita no mercado imobiliário brasileiro. “Estamos muito otimistas com o Brasil, são vários fatores positivos, que não existiam nas últimas décadas”, diz. O belga Reginald Neirynck, da Saivest Strategic Alternative Investments, acaba de montar um escritório no Brasil para investir em projetos de imóveis comerciais e logística. “Só me interessa investir no Brasil agora”.</p>
<p>Fonte: ValorOnLine</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://valdirduarteimoveis.com/blog/2009/10/07/brasil-e-destaque-na-recuperacao-do-mercado-imobiliario-mundial/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crédito habitacional deverá ser o agente condutor da economia</title>
		<link>http://valdirduarteimoveis.com/blog/2009/06/25/credito-habitacional-devera-ser-o-agente-condutor-da-economia/</link>
		<comments>http://valdirduarteimoveis.com/blog/2009/06/25/credito-habitacional-devera-ser-o-agente-condutor-da-economia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 18:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[credito habitacional]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[INVESTIMENTOS]]></category>
		<category><![CDATA[noticias imobiliarias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://valdirduarteimoveis.com/blog/?p=43</guid>
		<description><![CDATA[De acordo com a Nota de Política Monetária, divulgada nesta quinta-feira (25) pelo Banco Central, os financiamentos destinados à habitação (com recursos livres e direcionados) seguem em sólido desempenho, com expansão de 2,7% em maio, frente a abril, chegando a um saldo de R$ 67,5 bilhões. Em 12 meses, a alta na concessão de crédito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com a Nota de Política Monetária, divulgada nesta quinta-feira (25) pelo Banco Central, os financiamentos destinados à habitação (com recursos livres e direcionados) seguem em sólido desempenho, com expansão de 2,7% em maio, frente a abril, chegando a um saldo de R$ 67,5 bilhões.</p>
<div>Em 12 meses, a alta na concessão de crédito para a habitação é de 40,4%, levando em consideração operações realizadas com pessoas físicas e cooperativas habitacionais, excluindo-se as destinadas a empreendimentos imobiliários.</div>
<div>Quando considerado o crédito habitacional concedido por bancos públicos, o volume foi de R$ 51,7 bilhões em maio, um montante 42,9% superior ao registrado em maio de 2008 (R$ 36,2 bilhões) e 3,1% maior do que o de abril (R$ 50,1 bilhões). Com isso, essas instituições se destacam na concessão de empréstimos habitacionais.</div>
<div><strong>Bancos privados</strong></div>
<div>No setor privado, por sua vez, as operações cresceram 2,5% entre abril e maio, para um total de R$ 11 bilhões no quinto mês do ano. Frente a maio do ano passado, quando haviam sido emprestados R$ 8,5 bilhões, a alta foi de 28,4%.</div>
<div>Em relação ao crédito imobiliário, pesquisa realizada pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) com nove bancos mostrou que apenas um declara que pode cobrir o valor integral do bem: a Caixa Econômica Federal. As demais instituições (BB, Real, Santander, Bradesco, HSBC, Itaú, Nossa Caixa e Unibanco) emprestam até 80% do valor do imóvel a ser adquirido.</div>
<div>Em sete delas, o prazo máximo financiado é de 30 anos e o limite de comprometimento da renda (individual ou familiar) com as prestações atinge 30%. No Itaú e Unibanco, o limite é de 35%, no Real e Santander, 27%, e na Nossa Caixa, 25%.</div>
<div>As taxas anuais de juros dos bancos pesquisados variam de 5% a 13%, sendo que a menor é cobrada pela Caixa Econômica, e as maiores pelos bancos Real e Santander.<br />
Infomoney</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://valdirduarteimoveis.com/blog/2009/06/25/credito-habitacional-devera-ser-o-agente-condutor-da-economia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
