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	<title>Blog Vd Imóveis &#187; FGTS</title>
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	<description>Investimentos imobiliários com qualidade Fortaleza Ceará</description>
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		<title>Como financiar um imóvel de acordo com sua renda</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 02:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi-se o tempo em que financiar a compra da casa própria era coisa apenas de quem tinha boa situação financeira. O aumento das garantias para os credores possibilitou o acesso das camadas de baixa renda ao crédito e ampliou as possibilidades para os consumidores de imóveis de alto padrão. Hoje em dia já é possível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Foi-se o tempo em que  financiar a compra da casa própria era coisa  apenas de quem tinha boa  situação financeira. O aumento das garantias  para os credores  possibilitou o acesso das camadas de baixa renda ao  crédito e ampliou as  possibilidades para os consumidores de imóveis de  alto padrão. Hoje em  dia já é possível financiar desde imóveis mais  baratos, na faixa de até  130.000 reais, até aqueles que custam alguns  milhões &#8211; o que era  considerado uma loucura até certo tempo atrás.</div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div><strong>O financiamento habitacional brasileiro mudou.</strong></div>
<div>
A Caixa Econômica Federal, embora ainda detentora de 80% desse  mercado,  vem enfrentando a concorrência de bancos privados,  principalmente nos  segmentos de mais alta renda. Nos últimos dez anos, a  inadimplência foi  reduzida de 12% a menos de 3%. A possibilidade de  alienação fiduciária,  em que o imóvel vira a garantia de que o  empréstimo será pago, deu mais  segurança aos credores. E se em 2004 a  média de mercado era financiar  46% do valor do imóvel, em 2010 essa  fatia saltou para 61%. Mas o  crédito imobiliário ainda tem muito que  caminhar, pois representa apenas  3% do PIB brasileiro, ao passo que em  outras nações emergentes, como  México e China, já atingiu 10% do PIB.</div>
<div><img title="Mais..." src="http://imoveisferrari.com/noticias/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></div>
<div>Esse novo cenário vem  acompanhado de forte valorização e aumento  da liquidez dos imóveis,  principalmente nos grandes centros urbanos.  Também cresceram as  possibilidades para quem sonha com o primeiro  imóvel próprio ou mesmo  para quem faz desse tipo de aquisição um  investimento. Quem não  costumava ter crédito na praça já pode se  beneficiar das condições do  programa Minha Casa, Minha Vida, do governo  federal. Trabalhadores com  carteira assinada que buscam imóveis de  médio padrão passaram a ter  acesso aos recursos do FGTS para financiar a  compra da primeira moradia.  E mesmo aqueles que possuem renda mais  elevada e só desejam  diversificar os investimentos podem recorrer a  financiamentos.</div>
<div><span id="more-151"></span></div>
<div>O mercado de imóveis de luxo no  Brasil está, inclusive, bastante  esperançoso. Com condições semelhantes  aos financiamentos de imóveis de  médio padrão, bancos como o Itaú  Unibanco e o Santander firmaram  parcerias com imobiliárias &#8211; a Coelho da  Fonseca e a Sotheby’s,  respectivamente &#8211; para financiar casas e  apartamentos de alguns milhões  de reais.</div>
<div>Pode parecer loucura, mas um  empréstimo desse porte tem razão de  ser: em geral, os mutuários são  empresários e altos executivos que  preferem pagar a compra aos poucos a  tirar dinheiro de seus outros  investimentos. &#8220;No caso de empresários,  vale mais a pena investir no  próprio negócio do que pagar um imóvel à  vista&#8221;, explica Fabrizio  Ianelli, superintendente de negócios  imobiliários do Santander.</div>
<div>Confira, a seguir, como  contratar um financiamento imobiliário e  como funcionam as linhas de  crédito para diferentes faixas de renda e  objetivos de compra &#8211; do  imóvel pronto para morar à construção da casa  própria.</div>
<div><strong>1 &#8211; Contratando um financiamento</strong></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div>Apesar de ainda ser um mercado  concentrado, o financiamento  habitacional não é mais sinônimo de Caixa  Econômica Federal. O segredo é  buscar a instituição que apresente as  melhores condições, seja pública  ou privada, e tentar não comprometer  mais de 25% da renda mensal no  pagamento da primeira parcela, para que a  prestação mais alta não  ultrapasse 30% dessa renda. Após escolher o  imóvel &#8211; novo, usado, na  planta ou desenhado sob medida -, o proponente  deve comprovar que pode  arcar com as prestações e que tem &#8220;nome limpo&#8221;  na praça. Se tudo der  certo, em até 48 horas o comprador saberá se terá  acesso a crédito e  poderá assinar um compromisso de compra.</div>
<div>Até a liberação dos recursos, no  entanto, o processo pode ser um  pouco longo, o que requer planejamento  para não arriscar perder aquela  casa considerada perfeita. Num prazo que  varia entre 20 e 45 dias, o  banco envia um engenheiro para avaliar o  imóvel ou a obra e requer a  checagem jurídica de toda a documentação do  vendedor e do imóvel. Esse  processo é fundamental para confirmar que o  bem preenche as condições  necessárias e que pode ser usado como garantia  em caso de  inadimplência. Se o pagamento das prestações atrasar mais de  três  meses, o mutuário periga ter sua casa leiloada pelo banco.</div>
<div>Há também uma série de gastos a  serem avaliados, fora entrada,  juros, correção monetária e amortizações.  Quem estiver com o dinheiro  contadinho terá dificuldades. É preciso  prever as despesas com a  avaliação do imóvel, a análise jurídica, o  Imposto de Transmissão de  Bens e Imóveis (ITBI), o IOF sobre o  empréstimo (1,5% ao ano mais  alíquota adicional de 0,38%) e custos com o  registro do contrato de  financiamento em cartório, que podem chegar a  1% do valor do imóvel.  Quem optar por obter crédito em um banco no qual  não seja correntista  terá ainda que arcar com os custos de uma nova  conta.</div>
<div>Em média, é possível financiar  60% do valor de um imóvel em 20  anos. No entanto, o prazo máximo é de 30  anos e, dependendo da renda do  comprador, já é possível financiar até  90% do valor do imóvel, até  mesmo dos mais luxuosos. As taxas de juros  ficam entre 9,5% e 12% ao  ano no segmento de imóveis entre 130.000 a  500.000 reais e entre 10% e  12% ao ano no segmento de alto padrão (acima  de 500.000 reais).</div>
<div>Como pesquisar as condições de  todas as instituições não é nada  fácil, o comprador pode optar por uma  consultoria especializada em  crédito imobiliário para ajudá-lo a  escolher. Esse tipo de serviço já é  bastante utilizado na Europa e nos  Estados Unidos, mas só agora começa  a se popularizar no Brasil. Mediante  o pagamento de um valor fixo,  essas empresas se encarregam de encontrar  as melhores condições de  financiamento, assumir a parte burocrática e  até de negociar taxas de  juros mais baixas. Segundo Joe Powell, sócio da  consultoria Crédito  Imobiliário Fácil, os juros chegam a ser reduzidos  em 1,5% ao ano, o  que, ao final de 20 ou 30 anos, representa alguns  milhares de reais.</div>
<p><strong>2 &#8211; Os sistemas de amortização</strong></p>
<div>São três os sistemas de amortização  usados atualmente. O mais  comum é o Sistema de Amortização Constante  (SAC), no qual o valor da  amortização (quantia devolvida ao banco) é  constante e os juros vão  diminuindo com o tempo. Outro sistema popular é  a Tabela Price, na qual  as prestações são fixas do início ao fim do  período de financiamento,  sendo os juros decrescentes e as amortizações  crescentes. Menos  utilizado é o Sistema de Amortização Crescente  (SACRE), no qual as  prestações sobem durante certo período de tempo, até  chegar a um ponto  em que começam a reduzir mensalmente. É bom lembrar  que, em todos os  sistemas, as parcelas também sofrem correção monetária  pela Taxa  Referencial (TR).</div>
<div>Para Lúcio Delfino, diretor  administrativo da Associação  Brasileira dos Mutuários da Habitação  (ABMH), o sistema mais vantajoso é  sem dúvida o SAC, já que a prestação  vai ficando mais leve com o  tempo. No entanto, nesse sistema, a primeira  prestação é geralmente  mais alta que na tabela Price. &#8220;Se a pessoa  tiver condições financeiras  de arcar com o valor da primeira prestação, o  SAC é muito melhor&#8221;, diz  Delfino. Do contrário, a tabela Price pode ser  mais vantajosa, apesar  de muito mais arriscada. Como as prestações vão  crescer com o tempo, a  chance de a dívida se tornar impagável é muito  maior. Tanto que há um  número enorme de ações na Justiça contra  financiamentos feitos pela  tabela Price.</div>
<div>Esse sistema de financiamento só  é recomendado para quem tem  perspectivas de melhora de renda no longo  prazo &#8211; um jovem em ascensão  profissional, por exemplo. Se houver  expectativa de entrada futura de  dinheiro que possibilite a quitação  antecipada da dívida &#8211; digamos,  fruto da negociação de outro imóvel &#8211;  tanto melhor. Essa estratégia é,  aliás, altamente recomendada pelos  especialistas em finanças, pois é  uma forma de abater a dívida e fugir  dos juros.</div>
<p><strong>3 &#8211; Financiando com a construtora</strong></p>
<div>Financiar um imóvel na planta ou em  construção na própria  construtora só é um bom negócio até a entrega das  chaves. A partir daí,  o ideal é migrar o saldo devedor para um banco.  Isso porque, até o  imóvel ficar pronto, o mutuário não costuma pagar  juros, apenas  correção monetária pelo Índice Nacional da Construção  Civil (INCC) ou  outro indicador do gênero. Após a entrega das chaves,  porém, o  comprador passa a ter as piores condições do mercado: taxa de  juros de  até 12% ao ano e correção monetária pelo Índice Nacional de  Preços ao  Consumidor (INPC) ou pelo IGP-M.</div>
<div>&#8220;Nesse momento, é melhor quitar  de uma vez o restante da dívida ou  transferi-la para um banco, onde a  correção monetária é feita pela TR,  cujo valor anual é normalmente de um  terço do valor dos índices de  inflação&#8221;, explica Lúcio Delfino, da  ABMH. Outra desvantagem de  financiar pela construtora é que o imóvel só  passa para o nome do  comprador quando a dívida é quitada. Mas quando o  saldo devedor é  migrado para uma instituição financeira, a transferência  de nome  acontece no momento da entrega das chaves.</div>
<div>O processo de portabilidade é  relativamente simples, e a própria  construtora cuida de tudo para o  cliente. Não se pode esquecer que, na  hora da migração, é preciso pagar  para a construtora correção monetária  pelo INCC sobre o saldo devedor, o  que eleva a dívida em alguns  milhares de reais. &#8220;As pessoas às vezes  não verificam esse detalhe, e  ainda existem vendedores de má-fé que  dizem que o valor é fixo, quando  na verdade o próprio contrato esclarece  que não é&#8221;, diz o diretor  administrativo da ABMH. &#8220;Também é preciso  considerar os custos com  ajustes no imóvel, muitas vezes entregue sem  piso, sem armários e sem  iluminação, por exemplo.&#8221;</div>
<p><strong>4 &#8211; Construindo a casa própria</strong></p>
<div>Os mais exigentes podem preferir  colocar a mão na massa e  construir sua própria casa. O ideal, nesse  caso, é comprar um terreno à  vista ou parcelado sem juros (com correção  monetária pelo INCC) e  financiar apenas a construção. &#8220;As compras de  terreno em geral têm as  piores condições de financiamento. Normalmente  só se consegue financiar  até 60% do valor do lote&#8221;, explica Lúcio  Delfino.</div>
<div>Comprado o terreno, tempo e  paciência serão as palavras-chave. O  lote só passa para o nome do  comprador depois que a dívida é quitada, e  só então é possível financiar  a construção. O processo é o mesmo de  qualquer outro financiamento  habitacional. Mas além dos documentos  usuais, o proponente deve  apresentar o cronograma da obra e um alvará  da prefeitura liberando a  construção. Além disso, a instituição  financeira não libera todo o  dinheiro de uma vez, mas sim em três ou  quatro partes. Um funcionário do  banco ficará encarregado de vistoriar a  obra e verificar se o  cronograma de construção está sendo cumprido. Em  caso negativo, novas  parcelas do financiamento poderão ficar retidas.  Durante a obra, o  mutuário só precisa pagar os juros sobre o valor já  liberado. Somente  após a conclusão da construção começa o período de  amortização.</div>
<div>No Banco do Brasil, por exemplo,  a linha de crédito especial para  material de construção &#8211; que inclui  até mesmo reformas &#8211; possibilita o  financiamento em até 60 meses, com  180 dias para começar a pagar. O  limite de crédito é de 50.000 reais e  as taxas de juros bem maiores que  as do crédito imobiliário, variando de  1,97% a 3,15% ao mês.</div>
<div><strong>5 &#8211; Usando o FGTS</strong></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div>Uma opção para os trabalhadores  assalariados que buscam um imóvel  de médio padrão é a utilização de  recursos do Fundo de Garantia por  Tempo de Serviço (FGTS) no  financiamento da compra ou construção do seu  primeiro imóvel próprio.  Para isso, é preciso preencher alguns  pré-requisitos. O imóvel deve  necessariamente se destinar à moradia do  comprador, na região  metropolitana de onde ele já trabalha ou mora há  pelo menos um ano. Seu  valor de avaliação também não deve ultrapassar  os 500.000 reais. Já o  comprador precisa ter trabalhado sob o regime do  FGTS por pelo menos  três anos, consecutivos ou não, e ter saldo em  conta vinculada ao fundo  com quantia correspondente a, pelo menos, 10%  do valor de avaliação do  imóvel.</div>
<div>
<div><a href="http://portalexame.abril.com.br/financas/credito/guias/infograficos/o-jogo-do-financiamento.html">Infográfico: conheça o passo a passo de um financiamento habitacional.</a></div>
<div><strong>(Fonte-PortalExame)</strong></div>
</div>
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		<title>Pais poderão usar FGTS na compra da casa para filhos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 12:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pais poderão usar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para ajudar seus filhos a realizar o sonho da casa própria. A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou ontem um projeto de lei que permite o saque do fundo para esses casos. Será beneficiado o filho com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height: 120%;"><img src="http://www.infoimoveis.com.br/redim.htm?image=stored/artigos/1265999472_49877.jpg&amp;maxx=200" border="0" alt="" align="left" /></p>
<p style="line-height: 120%;">
<p style="line-height: 120%;">Pais poderão usar o saldo do Fundo de Garantia  do Tempo de Serviço (FGTS) para ajudar seus filhos a realizar o sonho da  casa própria. A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do  Senado aprovou ontem um projeto de lei que permite o saque do fundo para  esses casos. Será beneficiado o filho com mais de 21 anos, casado ou  vivendo em regime de união estável. O dependente não poder ter nenhum  imóvel em seu nome.</p>
<p style="line-height: 120%;">
<p style="line-height: 120%;">Pela proposta, os recursos do FGTS do pais poderão ser utilizados para  pagamento de parte das prestações decorrentes de empréstimo com o  Sistema Financeiro de Habitação (SFH), liquidação ou amortização de  saldo devedor de financiamento imobiliário ou para pagamento total ou  parcial de imóvel construído ou lote urbanizado de interesse social  não-construído.</p>
<p>Para que vire lei, o projeto ainda será votado em decisão terminativa  pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Em seguida, vai à Câmara e  precisa ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O  autor da medida, senador Jarbas Passarinho (PMDB-CE), ressaltou a  importância de o filho beneficiado pelo Fundo de Garantia do pai ser  casado ou ter uma união estável, já que nesses casos fica clara a  necessidade de haver a aquisição de um imóvel próprio.</p>
<p>Fonte: O Dia</p>
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		<title>Consórcio habitacional pode ser pago com FGTS</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 12:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir de hoje, o uso do FGTS no consórcio imobiliário será ampliado e o dinheiro das contas poderá ser usado para abater prestações. A medida foi regulamentada ontem pela Caixa. Pela regra antiga, era permitido o uso dos recursos só para lance e complemento da carta de crédito. A nova regra beneficia clientes que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height: 120%;"><img src="http://www.infoimoveis.com.br/redim.htm?image=stored/artigos/1268922901_17108.jpg&amp;maxx=200" border="0" alt="" align="left" /></p>
<p>A partir de hoje, o uso do FGTS no  consórcio imobiliário será ampliado e o dinheiro das contas poderá ser  usado para abater prestações. A medida foi regulamentada ontem pela  Caixa. Pela regra antiga, era permitido o uso dos recursos só para lance  e complemento da carta de crédito.</p>
<p>A nova regra beneficia clientes que já compraram imóvel com a carta  de crédito emitida pelo consórcio, mas ainda têm parcelas a pagar.  Nesses casos, o trabalhador pode usar o fundo para antecipar  compromissos futuros. Se o valor da conta for suficiente, a dívida  poderá até ser quitada. Os interessados em usar o FGTS devem procurar as  administradoras de consórcio a partir de hoje.</p>
<p>Para isso, o imóvel, a conta do FGTS e a titularidade do consórcio  devem estar no mesmo nome e o imóvel precisa ser residencial e urbano,  com valor de até R$ 500 mil.</p>
<p>A residência adquirida deve estar na localidade em que o cliente  trabalha ou reside há mais de um ano. Nas regiões metropolitanas, também  é permitido usar o FGTS para as cidades vizinhas. O cliente não pode  ser dono de outro imóvel na cidade nem ter financiamento ativo do  Sistema Financeiro da Habitação (SFH) em qualquer parte do Brasil na  data de compra da residência.</p>
<p>O presidente executivo da Associação Brasileira de Administradoras de  Consórcio (Abac), Paulo Roberto Rossi, acredita que a nova regra deve  dobrar o número de clientes do setor que usam o FGTS. Em 2009, pouco  mais de 10 mil clientes &#8211; dos 60 mil consorciados de imóveis no Brasil &#8211;  usaram os recursos do fundo para dar lance ou reforçar o valor da carta  de crédito.</p>
<p>&#8220;Antes, tínhamos a expectativa de que o setor cresceria de 8% a 10%  em 2010; agora, pode até dobrar&#8221;, disse Rossi.</p>
<p>Fonte: Redação,  com informações do Estadão Online</p>
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		<title>Comprar imóvel requer pesquisa e responsabilidade</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 18:03:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Secovi]]></category>

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		<description><![CDATA[O brasileiro, na média, compra dois imóveis durante a vida, diferentemente de outros bens de consumo que são trocados regularmente. Somente esse motivo seria suficiente para o consumidor tomar todos os cuidados possíveis antes e após a assinatura do contrato de compra e venda. Mas, algumas pessoas ainda deixam-se levar pelo impulso e acabam fazendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>O brasileiro, na média, compra dois imóveis durante a vida, diferentemente de outros bens de consumo que são trocados regularmente. Somente esse motivo seria suficiente para o consumidor tomar todos os cuidados possíveis antes e após a assinatura do contrato de compra e venda.</div>
<div>Mas, algumas pessoas ainda deixam-se levar pelo impulso e acabam fazendo maus negócios. “Não se compra imóvel sem antes pesquisar, conversar com amigos e analisar as condições financeiras. O mais importante é que as parcelas do financiamento caibam no bolso do trabalhador. Não se pode esquecer também que em edifícios há o rateio de despesas entre os moradores e no momento de receber as chaves, existem despesas cartoriais e com a prefeitura”, esclarece João Crestana, presidente do Secovi-SP.</div>
<div>Para ajudar os compradores nesse momento decisivo, o Sindicato da Habitação de São Paulo elaborou um decálogo com dicas de compra segura e responsável. “São informações simples, de fácil entendimento, que podem ser muito úteis para quem está se preparando para adquirir um imóvel”, enfatiza Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.</div>
<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416739487259846258" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 400px; height: 206px; text-align: center;" src="http://4.bp.blogspot.com/_UGAm8OC9MEI/Sywf3VL0ZnI/AAAAAAAABK0/9JLAI6LFHi4/s400/dicas-de-compra-de-imovel1.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div><strong>Dez dicas para ajudar a decidir responsavelmente e com segurança a compra do imóvel</strong></div>
<div>1) Decida-se pela região onde quer morar e, principalmente, quanto pretende e pode gastar com a compra do imóvel. Lembre-se: a aquisição da moradia é um dos passos mais importantes na sua vida e precisa ser dado com segurança, com muito debate junto ao cônjuge e filhos. Leve em conta as necessidades futuras da família.</div>
<div>2) Escolha o tipo de imóvel que pretende adquirir: usado, novo ou na planta. Pense na metragem ideal, se quer casa ou apartamento (andar baixo ou alto, de frente, de fundo ou tanto faz), número de vagas de garagem, com ou sem varanda, ampla ou nenhuma área de lazer (piscina, salão de festas, jogos). Se escolher condomínio, pense até quanto pretende ou pode pagar de taxa de rateio de despesas.</div>
<div>3) Faça suas contas. A hora é boa também para pensar na melhor forma de financiamento. Com banco ou parcelado com a construtora durante o período de obras? Pretende usar recursos do FGTS? Se o imóvel for novo ou usado, há sempre a opção de obter financiamento bancário (os sites de vários bancos oferecem simuladores das parcelas do financiamento). Caso disponha de uma boa reserva financeira – ou algum bem que possa ser vendido, como carro – é possível utilizá-la na entrada da compra do imóvel.</div>
<div>4) Decidido, visite o local escolhido e verifique quais empreendimentos existem no entorno. Aproveite e analise a infraestrutura disponível na região, bem como os serviços oferecidos, como escolas, padarias, supermercados, farmácias, hospitais, linhas de ônibus e metrô próximos, parques. Visite o empreendimento durante o dia e, principalmente, à noite. Não tenha pressa. Vá a estandes de vendas, visite decorados, converse com corretores e pense muito, pois a decisão tem de ser responsável e exclusivamente da sua família. Depois de percorrer a área escolhida não tenha medo de expandir horizontes e procurar imóveis em bairros próximos. A internet também é uma ótima opção para as buscas. Visite sites especializados na venda de imóveis, de imobiliárias, construtoras e incorporadoras.</div>
<div>5) Ao optar pela compra de um usado, seja firme com o corretor quanto às definições do tipo de imóvel almejado. Dê preferência ao profissional que conhece o imóvel. Peça informações a ele antes de marcar a visita. Se estiver fora das suas especificações, não vá. Evite também ficar nas mãos de muitos profissionais. Prefira o sistema de exclusividade (em que o imóvel está disponível em apenas uma imobiliária).</div>
<div>6) Se o imóvel for novo ou na planta, usualmente o valor da comissão é cobrado separadamente do preço. Se o imóvel for usado, a comissão é paga pelo vendedor, mas saiba que caberá a você o pagamento da comissão proporcional ao valor do seu imóvel dado como parte do pagamento. Nesse momento é importante não se envolver emocionalmente com o dono do imóvel que vai comprar. Deixe que o corretor negocie.</div>
<div>7) Na hora de apresentar uma proposta, ponha-se no lugar do vendedor. Evite propostas absurdas, como descontos elevados, por exemplo. Se ele aceitar, deve haver algo errado. Certifique-se do que está e do que não está incluído no valor e converse abertamente, evitando constrangimentos futuros. Questione sobre aquilo que não entender e exija respostas claras e precisas. Muita atenção com os documentos do imóvel e do proprietário, que devem preferencialmente ser analisados por um advogado de sua confiança.</div>
<div> <img src='http://valdirduarteimoveis.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Ao escolher comprar um imóvel na planta, pesquise a história e a atuação da empresa construtora/incorporadora e, se possível, visite uma obra já entregue por ela. Peça uma cópia do registro da incorporação ao corretor e antes de assinar o contrato de Compra e Venda. Consulte o que diz a Lei 4.591/64 (Condomínios e Incorporações) e submeta-a a um advogado conhecido. Apesar de conterem basicamente as mesmas cláusulas, não é demais a análise de um especialista em mercado imobiliário. Acompanhe o estágio das obras por meio de visitas ao empreendimento ou pela internet. Muitas empresas oferecem o serviço em seus sites.</div>
<div>9) Programe-se. Os valores das prestações pagas durante o período da construção do empreendimento podem ser diferentes das parcelas de financiamento do saldo devedor. Atenção: até a entrega das chaves, o saldo devedor é corrigido mensalmente pelo INCC ou CUB. Após a entrega das chaves, você terá a opção de quitar a dívida, usar os recursos do FGTS para amortizar parte do valor – caso seja a aquisição do primeiro imóvel – e financiar o restante com o banco. Há taxas atrativas e prazos longos disponíveis no mercado. O fundamental, no entanto, é que a parcela – fixa ou reajustável &#8211; caiba no seu bolso.</div>
<div>10) Após a liberação do financiamento, a assinatura da escritura do imóvel e a entrega das chaves, o comprador tem de pagar o ITBI à Prefeitura e as taxas de registro cartorárias. Juntas, elas correspondem a aproximadamente 4% do valor de compra do imóvel. Programe-se e faça uma reserva financeira. Nunca deixe de registrar sua escritura no Registro de Imóveis, mesmo que não tenha contratado financiamento. Mais: quando receber o imóvel, leia as instruções de uso e o Manual do Proprietário para certificar-se das garantias da sua unidade. Os prazos legais são diferentes para os vários componentes. Fonte: Secovi-SP</div>
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		<title>Caixa bate recorde no crédito imobiliário com R$ 39 bi no ano</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 18:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O financiamento habitacional da Caixa Econômica Federal bateu novo recorde ao emprestar R$ 39 bilhões neste ano até novembro, quase o dobro (93%) do registrado no mesmo período em 2008, beneficiando 756.507 famílias, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela instituição financeira. Os empréstimos com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) registraram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O financiamento habitacional da Caixa Econômica Federal bateu novo recorde ao emprestar R$ 39 bilhões neste ano até novembro, quase o dobro (93%) do registrado no mesmo período em 2008, beneficiando 756.507 famílias, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela instituição financeira.</p>
<p>Os empréstimos com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) registraram crescimento de 46%, chegando a R$ 14,9 bilhões no período, valor suficiente para atender 245.229 famílias.</p>
<p>Já com recursos próprios foram contabilizados 412.327 contratos, totalizando R$ 20,3 bilhões, com expansão de 134% e 119%, respectivamente.</p>
<p>No Estado de São Paulo, 150.634 unidades foram financiadas pela Caixa &#8211;responsável por 74% dos empréstimos habitacionais no país&#8211;, totalizando R$ 10 bilhões, ante R$ 6,54 bilhões.</p>
<p>O programa Minha Casa, Minha Vida recebeu em todo o país, até o último dia 30, 2.763 propostas de empreendimentos com 567 mil moradias. Desse total, 322.300 imóveis são para famílias com renda de até três salários.</p>
<p>A meta do programa federal é construir um milhão de moradias para famílias com renda de até dez salários mínimos, sendo 400 mil para a faixa que recebe até três salários mínimos e concentra a maior parte do deficit habitacional do país.</p>
<p>Fonte: Folha Online</p>
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		<title>FGTS poderá ser usado para quitar consórcio</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 01:55:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mudança feita pelo Congresso em MP permite usar o Fundo de Garantia para pagar prestações de consórcios da casa própria. Benefício ainda depende da sanção de Lula, que no ano passado vetou iniciativa semelhante. Mais de meio milhão de brasileiros poderão usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar consórcios para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mudança feita pelo Congresso em MP permite usar o Fundo de Garantia para pagar prestações de consórcios da casa própria. Benefício ainda depende da sanção de Lula, que no ano passado vetou iniciativa semelhante.</p>
<p>Mais de meio milhão de brasileiros poderão usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar consórcios para compra da casa própria. Criada pelo governo para recuperar os cofres dos municípios em meio à crise financeira mundial, a Medida Provisória 462/09 também incluiu a permissão de usar o fundo para pagar prestações deste tipo de consórcio. Antes disso, somente quem se sujeitava aos financiamentos imobiliários podia sacar o FGTS para pagar as prestações ou usar como entrada na compra da residência.</p>
<p>As novidades são fruto de mudanças na MP 462 feitas na Câmara e no Senado. O texto aprovado pelos parlamentares seguiu para a Casa Civil da Presidência da República na última sexta-feira (25). A mudança no uso do FGST ainda depende da sanção do presidente Lula para virar lei. Segundo a Casa Civil, ainda não foi decidido se a MP será sancionada integral ou parcialmente.</p>
<p>Há um ano o presidente Lula vetou a liberação do FGTS para o pagamento de parcelas e quitação de consórcios de imóveis ao sancionar a Lei 11.795/08, que regula o setor. A mudança, incluída na época pelos senadores, foi vetada pelo presidente com a justificativa de que a ampliação do fundo acarretaria um volume significativo de saques e diminuiria os recursos disponíveis para o financiamento da casa própria.</p>
<p>“(…) o que tenderia a reduzir os recursos que o FGTS dispõe para financiamento de moradia própria no âmbito do SFH, em especial para população de baixa renda, bem como dificultaria o financiamento de projetos de infra-estrutura urbana e saneamento básico, que constituem a finalidade primária do FGTS”, explicou Lula na justificativa do veto.</p>
<p><strong>Mercado em expansão<br />
</strong><br />
Segundo a Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio (Abac), há 3,7 milhões de consorciados no país. Desses, 531 mil estão na modalidade de consórcio imobiliário, segundo dados de julho deste ano. O número é expressivo porque aumentou 7% em relação aos 495 mil existentes em julho de 2008.</p>
<p>Somente nos primeiros sete meses deste ano, 117.300 pessoas adquiriram um consórcio para a compra de imóveis. No período, 38.500 brasileiros foram contemplados e puderam comprar a casa própria.</p>
<p>A permissão para o uso do FGTS se estende aos novos e antigos consorciados. Durante a tramitação da MP que regulamentou o programa habitacional Minha Casa Minha Vida, essa possibilidade acabou não virando lei.</p>
<p><strong>Seguros</strong></p>
<p>A MP 462 também isentou do pagamento de seguro os empréstimos habitacionais feitos com dinheiro do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). Sem a contratação do seguro, as prestações ficam mais baixas.</p>
<p>O FGTS é uma poupança obrigatória feita pelo empregador numa conta do trabalhador na Caixa Econômica Federal. Corresponde a 8% do seu salário bruto, mas o funcionário não tem acesso ao dinheiro, a não ser em situações especiais, como:</p>
<p>- demissão por justa causa</p>
<p>- aposentadoria ou morte</p>
<p>- doenças graves, como aids e câncer</p>
<p>- compra da casa própria na modalidade de financiamento imobiliário (com a MP 462, também o consórcio imobiliário)</p>
<p>A MP 462 e os consórcios</p>
<p>Art. 11. O art. 20 da Lei nº 8.036, de 11 de maio de 1990, passa a vigorar acrescido do seguinte § 21:</p>
<p>Art. 20.</p>
<p>§ 21. As movimentações autorizadas nos incisos V e VI do caput serão estendidas aos contratos de participação de grupo de consórcio para aquisição de imóvel residencial, cujo bem já tenha sido adquirido pelo consorciado, na forma a ser regulamentada pelo Conselho Curador do FGTS.(NR)</p>
<p>A MP 462 foi anunciada pelo presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), como a última a receber as chamadas emendas de “contrabando”, ou seja, aquelas que tratam de temas estranhos ao escopo da medida provisória. Os parlamentares incluíram na MP temas tão variados quanto a diminuição de juros cobrados nas renegociações de dívidas com a União como o uso de recursos federais em estradas estadualizadas. Temer diz que, a partir de agora, não serão mais aceitas alterações que não tenham relação direta com o assunto tratado no texto enviado pelo Executivo.</p>
<p>Fonte: Congresso em Foco &#8211; DF</p>
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		<title>Limite de Financiamento Imobiliário com recursos do FGTS é Ampliado</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 21:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Casa de R$ 100 mil será financiada em cidade com 250 mil pessoas.Lupi também anunciou mais investimentos do FI-FGTS em infraestrutura. O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, anunciou nesta quinta-feira (1º) a ampliação do limite de financiamento de imóveis com dinheiro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) no âmbito do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Casa de R$ 100 mil será financiada em cidade com 250 mil pessoas.Lupi também anunciou mais investimentos do FI-FGTS em infraestrutura.</p>
<p>O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, anunciou nesta quinta-feira (1º) a ampliação do limite de financiamento de imóveis com dinheiro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida. As mudanças passam a valer na próxima semana. O ministro também apresentou números demonstrando que o FGTS está superavitário neste ano em comparação ao ano passado apesar da crise econômica. Pelas mudanças aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS, os mutuários podem financiar imóveis de até R$ 100 mil em municípios com mais de 250 mil habitantes.<br />
Antes, esse limite era de R$ 80 mil. Nos municípios com mais de 1 milhão de habitantes, o Conselho decidiu igualar o valor máximo do imóvel a ser financiado pelo programa com recursos do FGTS aos valores previstos para financiamentos no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Ou seja, é possível usar o dinheiro do Fundo para financiar habitações até R$ 130 mil em municípios desse porte.<br />
O limite anterior era de R$ 100 mil.Segundo Lupi, essas mudanças valem já a partir da semana que vem, quando as novas regras aprovadas pelo Conselho serão publicadas no Diário Oficial. A partir de janeiro do ano que vem, os mutuários de todas as capitais brasileiras, independente do número de habitantes, poderão financiar imóveis de até R$ 130 mil. Lupi disse que vários argumentos foram analisados pelo Conselho para tomar essas decisões. Varias ponderações foram levadas em conta. Um dos motivos é que nas grandes cidades os imóveis são mais caros”, explicou.</p>
<p><strong>Balanço</strong></p>
<p>O ministro também apresentou um balanço dos rendimentos do FGTS deste ano e de 2008. Segundo os dados apresentados, a arrecadação do Fundo foi maior entre janeiro e agosto de 2009 em relação ao mesmo período do ano passado, apesar da crise financeira mundial. Nos oito primeiros meses deste ano, o FGTS arrecadou cerca de R$ 35,9 bilhões, ou 14,5% a mais que no mesmo período do ano passado (R$ 31,3 bilhões). Entre janeiro e agosto deste ano, porém, o montante de saques por conta do aumento do desemprego, principalmente, cresceu. Nos oito primeiros meses de 2008, o volume total de saques do FGTS chegou a R$ 27 bilhões. Neste ano, no mesmo período, foram sacados mais de R$ 32,9 bilhões. Mesmo assim, o Fundo está superavitário em R$ 3 bilhões.<br />
<strong>FI-FGTS</strong></p>
<p>Lupi também anunciou que o Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aprovou a ampliação do potencial de investimento do FI-FGTS (Fundo de Investimento do FGTS) em obras de infraestrutura. Até a aprovação dessa nova regra, o FI-FGTS só podia financiar até 30% de determinado investimento. Agora, ele poderá elevar esse percentual para até 100%, quando a Caixa Econômica Federal (CEF) for a gestora do negócio. O risco para o Fundo é zero, porque a Caixa é que assumirá o risco, afirmou Lupi ao ser questionado se os recursos dos trabalhadores depositados no FGTS não corriam risco com a manobra. Hoje, o FI-FGTS conta com cerca de R$ 15 bilhões para investimentos em infraestrutura.</p>
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		<title>Caixa divulga normas para aplicação de recursos adicionais do FGTS em habitação</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 21:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Caixa Econômica Federal publicou, no Diário Oficial desta segunda-feira (5/10), circular com normas para a aplicação de R$ 3 bilhões adicionais do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em linha de crédito voltada para as construtoras. A linha foi criada em dezembro de 2008 para enfrentar a falta de crédito provocada pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Caixa Econômica Federal publicou, no Diário Oficial desta segunda-feira (5/10), circular com normas para a aplicação de R$ 3 bilhões adicionais do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em linha de crédito voltada para as construtoras. A linha foi criada em dezembro de 2008 para enfrentar a falta de crédito provocada pela crise financeira internacional.</p>
<p>A operação consiste na compra, pelo FGTS, de cotas de fundos de investimento imobiliários ou fundos de investimento em direitos creditórios das construtoras ou na aquisição de debêntures (títulos cujo portador é um credor da empresa que o lançou) emitidas pelas empresas do setor. Esses papéis devem ter lastro em projetos habitacionais lançados por incorporadoras, empresas da construção civil, cooperativas habitacionais e outras entidades do setor. </p>
<p>Dessa forma, os recursos do FGTS ajudam as empresas a ter mais condições de investimento.<br />
A circular informa ainda que a participação dos recursos do FGTS fica limitada a 80% do valor do empreendimento, observada a capacidade de crédito do tomador.De acordo com a circular, %u201Cos investimentos a serem realizados deverão contemplar unidades habitacionais que atendam, preferencialmente, os objetivos sociais do FGTS na área de habitação, em especial a redução do deficit habitacional do país.</p>
<p>O custo para as construtoras é a Taxa Referencial (TR) mais 7% ao ano, no caso de habitação popular. A taxa de 9% ao ano mais TR será cobrada nos demais casos.(Agencia Estado)</p>
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		<title>Banco do Brasil vai financiar com o FGTS</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 18:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Banco do Brasil anunciou ontem que tem R$ 500 milhões do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para financiar imóveis para as classes média e média baixa no País. Segundo a instituição, está sendo feitos ajustes operacionais para liberação das linhas de financiamento nas agências. O montante foi aprovado pelo Conselho Curador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border: 0pt none; margin: 5px 10px;" src="http://www.infoimoveis.com.br/redim.htm?image=stored/artigos/1236699014_79742.jpg&amp;maxx=200" border="0" alt="" width="200" height="194" align="left" />O Banco do Brasil anunciou ontem que tem R$ 500 milhões do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para financiar imóveis para as classes média e média baixa no País. Segundo a instituição, está sendo feitos ajustes operacionais para liberação das linhas de financiamento nas agências.</p>
<p>O montante foi aprovado pelo Conselho Curador do FGTS. Esses financiamentos têm taxas de juros menores para quem tem renda mensal até R$ 4.900. Os percentuais variam de 5% a 8,16% ao ano mais TR (Taxa Referencial). Os trabalhadores com conta vinculada do FGTS têm ainda redução de 0,5% no percentual, se forem cotistas do fundo há pelo menos três anos.</p>
<p>Há ainda a linha Pró-Cotista para famílias com salários acima de R$ 4.900. Nesse caso, a taxa é de 8,66% ao ano mais TR. Nos dois exemplos, o imóvel pode custar até R$ 350 mil e o financiamento máximo é de R$ 245 mil. A Caixa Econômica Federal já oferece as modalidades com recursos do fundo há vários anos. Alguns bancos privados também estão autorizados a operar com dinheiro do FGTS.</p>
<p>Desde o ano passado, o BB oferece crédito imobiliário com recursos da caderneta de poupança. Para unidades até R$ 120 mil, os juros são de 8,9% ao ano mais TR. Para imóveis acima desse valor até R$ 350 mil, o percentual sobe para 10% ao ano mais TR. O prazo de pagamento é de 20 anos e o financiamento chega a 80% do bem. O contrato é assinado pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação).</p>
<p>Para o diretor operacional da Julio Bogoricin, Hélio Brito, a entrada do BB no segmento popular será mais uma opção para minimizar os efeitos da crise mundial e ajudar a reduzir o déficit habitacional no Brasil: &#8220;A competição ficará ainda mais acirrada. Todos vão sair ganhando&#8221;, aposta Brito.</p>
<p>Fonte: O Dia</p>
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