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Caixa bate recorde no crédito imobiliário com R$ 39 bi no ano
Posted by rodrigo in Financiamento imobiliário, Notícias on December 3rd, 2009
O financiamento habitacional da Caixa Econômica Federal bateu novo recorde ao emprestar R$ 39 bilhões neste ano até novembro, quase o dobro (93%) do registrado no mesmo período em 2008, beneficiando 756.507 famílias, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela instituição financeira.
Os empréstimos com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) registraram crescimento de 46%, chegando a R$ 14,9 bilhões no período, valor suficiente para atender 245.229 famílias.
Já com recursos próprios foram contabilizados 412.327 contratos, totalizando R$ 20,3 bilhões, com expansão de 134% e 119%, respectivamente.
No Estado de São Paulo, 150.634 unidades foram financiadas pela Caixa –responsável por 74% dos empréstimos habitacionais no país–, totalizando R$ 10 bilhões, ante R$ 6,54 bilhões.
O programa Minha Casa, Minha Vida recebeu em todo o país, até o último dia 30, 2.763 propostas de empreendimentos com 567 mil moradias. Desse total, 322.300 imóveis são para famílias com renda de até três salários.
A meta do programa federal é construir um milhão de moradias para famílias com renda de até dez salários mínimos, sendo 400 mil para a faixa que recebe até três salários mínimos e concentra a maior parte do deficit habitacional do país.
Fonte: Folha Online
Capitalizado, Santander deve apostar no crédito imobiliário
Banco diz que que aumentar o financiamento imobiliário como consequência do cenário deficitário do setor no Brasil e em decorrência de novas regras de incentivo.Crédito imobiliário será o nome do jogo do Santander Brasil após a bilionária capitalização que ocorrerá no banco com a oferta de ações que a instituição fará no País. O banco deve seguir a linha de atuação na Espanha nessa modalidade de financiamento, segundo uma fonte próxima ao banco. Até porque, uma das características das instituições estrangeiras é de que as diretrizes para o negócio são traçadas pela matriz. Assim, não é difícil acreditar que a estratégia espanhola seja trazer para o território brasileiro sua expertise em conceder financiamento imobiliário. Os recursos advindos da distribuição de ações também poderão reforçar as provisões, o que dará fôlego aos empréstimos.Segundo o pedido do registro da oferta, a operação deve contemplar 15% do capital social, que em 31 de dezembro de 2008 era de R$ 47,152 bilhões. Se o montante se confirmar, o banco terá um reforço de R$ 7 bilhões em sua estrutura de capital.
As condições para ser um grande e atuante em crédito no País começaram a ser dadas a partir do momento em que o banco decidiu adquirir instituições financeiras no Brasil, com isso garantiu presença no território nacional, além de trazer para dentro de casa uma carteira de clientes bastante diversificadas. Banespa, Meridional, Sudameris, América do Sul e Real são apenas algumas das instituições que tiveram presença marcante no País, cada uma em seu nicho, e que hoje compõem o grupo Santander no Brasil. Claro que além da diversidade de clientes, essas instituições também trouxeram uma dose extra de risco, o que justifica um reforço de provisão, na opinião do consultor da Lopes Filho, João Augusto Salles.
No prospecto preliminar da oferta de ações enviado na última sexta à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o banco diz que pretende aumentar os financiamentos imobiliários como consequência do cenário deficitário do setor no Brasil e em decorrência de novas regras de incentivo a esses financiamentos. De fato esse déficit é gigantesco, de pelo 8 milhões de moradias, conforme lembra Luiz Jurandir Simões, consultor da Fipecafi.
O banco ressalta no documento enviado à CVM que, com maior base de capital, espera expandir a oferta de produtos a seus clientes, adaptando ao Brasil aqueles que já são oferecidos pelo grupo no exterior. Vale lembrar que, desde julho do ano passado, o Santander opera no Brasil uma linha demandada no exterior chamada Mais Conquista, que consiste na hipoteca de até 60% do imóvel quitado. O prazo máximo de pagamento é de 20 anos com parcelas fixas. A taxa varia de 1,79% ao mês para cinco anos a 1,83% ao mês para 20 anos, além do seguro e do IOF. Em dezembro do ano passado, a carteira de crédito imobiliário do banco era de R$ 11 bilhões.
No final de junho, o total de empréstimos do Grupo Santander (incluindo o Real) era de R$ 137,268 bilhões, um avanço de 14,9% sobre o mesmo mês de 2008. As operações para pessoas físicas somaram R$ 60,753 bilhões e para pessoas jurídicas, R$ 71,147 bilhões, crescimentos de 12,6% e 19%, respectivamente. Em entrevista sobre os resultados do período, o presidente do grupo no País, Fabio Barbosa, disse esperar que as operações de crédito da instituição apresentem neste ano expansão de 15% sobre 2008. Já para 2010, a expectativa do executivo é que o total de empréstimos tenha uma evolução em torno de 20%. “As perspectivas a partir de agora estão melhores, com a economia dando sinais mais favoráveis.”
Os analistas são taxativos quando dizem que a próxima onda de crédito no Brasil será patrocinada pelo segmento imobiliário. Eles esperam que nos próximos anos essa modalidade seja responsável por levar a relação crédito sobre o Produto Interno Bruto (crédito/PIB) brasileiro dos atuais 43,7% para 65% ou 70%. O período em que essa expansão ocorrerá, no entanto, depende de alguns fatores externos aos bancos como a manutenção da taxa básica de juros em níveis baixos, renda e alteração das regras de recursos direcionados, como da poupança.
Essa reportagem foi originalmente publicada no AE Empresas
CAIXA esquenta setor imobiliário
Agora é oficial: seguro habitacional da CAIXA reduz até 40%, torna-se um dos mais competitivos do mercado e dá aos brasileiros a chance de investir em imóveis cada vez melhores.
Desde ontem, 3 de agosto, brasileiros de todo o país têm acesso a um desconto que, em média, é de 40% no valor cobrado pelo seguro habitacional durante todo o tempo em que mantiverem um financiamento imobiliário com a CAIXA. A redução faz parte de uma série de medidas tomadas recentemente pelo governo – a exemplo do programa Minha Casa, Minha Vida e pelos bancos para aquecer ainda mais o setor da habitação, tornando realidade o sonho de milhares de brasileiros: a aquisição da casa própria.
Para Ricardo Talamini, diretor de seguros de financiamentos ou operações financeiras da CAIXA SEGUROS, a redução do seguro poderá ampliar as possibilidades de escolha da casa própria. “Se pensarmos que 30% da renda do brasileiro está comprometida com a prestação do financiamento (incluem-se aí juros, taxas do banco e o valor do seguro), então, quanto menos ele pagar por um desses valores, mais facilidade terá em financiar um imóvel maior, mais caro e mais bem localizado”, afirma. “O desconto compensa na medida em que o mutuário pode contratar um crédito imobiliário mais significativo”.
A redução, que passa a valer para todos os contratos de financiamento habitacional assinados a partir desta data, fez da Seguradora da CAIXA uma das mais competitivas do mercado. Em algumas faixas de idade, atributo essencial para calcular o valor do seguro, o produto oferecido pela instituição é o mais barato, alcançando o primeiro lugar no quesito custo efetivo total do seguro (CET do seguro) – índice que representa o custo médio do seguro habitacional durante toda a vida do financiamento .
Proteção garantida – De janeiro a junho de 2009, a CAIXA assinou 220 mil contratos do seguro imobiliário em todo o país. O produto, obrigatório por lei, oferece aos mutuários coberturas para morte e invalidez permanente, além de danos físicos ao imóvel provocados por fenômenos da natureza, como vendaval, enchente, incêndio, dentre outros.
Crédito imobiliario a pessoas físicas cresce 2,7% em maio
Posted by rodrigo in Dicas, Financiamento imobiliário on June 25th, 2009
De acordo com a Nota de Política Monetária, divulgada nesta quinta-feira (25) pelo Banco Central, os financiamentos destinados à habitação (com recursos livres e direcionados) seguem em sólido desempenho, com expansão de 2,7% em maio, frente a abril, chegando a um saldo de R$ 67,5 bilhões.
Infomoney
Crédito imobiliário cresce 110% no trimestre e atinge recorde
Posted by rodrigo in Financiamento imobiliário on June 17th, 2009
Caixa Econômica Federal informou nesta quarta-feira (29) que as contratações de crédito imobiliário cresceram 110% no primeiro trimestre deste ano, em comparação com igual período do ano passado. Segundo informe do banco, as contratações fecharam o trimestre em R$ 7 bilhões.
A Caixa informa que se trata de um novo recorde. De acordo com a instituição, o saldo da carteira de crédito imobiliário fechou o trimestre em R$ 49,2 bilhões, com uma expansão de 9,1% em relação ao apurado em dezembro de 2008 e 45,2% superior ao apresentado no primeiro trimestre do ano passado.
PAC
De acordo com o informe, as contratações de financiamento dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) também foram recordes no período: R$ 44 bilhões, com mais de 4.705 projetos contratados. Somente em habitação, no PAC, foram 3.418 contratos no valor de R$ 12,5 bilhões.
Em saneamento, os recursos somaram R$ 17,2 bilhões referentes a 1.243 contratos e, em infraestrutura, foram 44 projetos, totalizando R$ 14,6 bilhões. O balanço trimestral do banco estatal será divulgado nesta quinta-feira (30).
Fonte: Agência Estado
Para o Secovi, 2009 será o ano do crédito imobiliário
Posted by rodrigo in Financiamento imobiliário on June 16th, 2009
Devido ao programa habitacional do governo Minha Casa, Minha Vida, os olhares, e bolsos, dos brasileiros se voltam, cada vez mais, ao antigo sonho de adquirir a casa própria. Tal atenção pode ser constatada pela grande procura de imóveis nos Feirões da Caixa, realizados em diversas cidades do País, e pelo crescente volume de crédito para este fim. Para o Secovi-SP (Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo), este é o ano do crédito imobiliário.
De acordo com o economista-chefe do sindicato, Celso Petrucci, o setor tem muito o que comemorar. Segundo ele, quase R$ 80 bilhões estão sendo disponibilizados pelas principais fontes de financiamento, como poupança e FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), para o mercado habitacional. As vendas cresceram e registraram no primeiro trimestre deste ano resultados iguais ou melhores que o mesmo período do ano passado.
No entanto, Petrucci explica que essas mudanças farão de 2009 o ano do crédito imobiliário, se as possíveis mudanças com a remuneração das cadernetas não forem no sentido de prejudicar o financiamento imobiliário, “pois seria inoportuna qualquer iniciativa neste sentido, principalmente quando o País todo começa a experimentar as facilidades do crédito imobiliário”.
Dúvidas
Além das incertezas levantadas sobre o que acontecerá com a caderneta de poupança, o economista do Secovi questiona a estrutura da Caixa Econômica Federal em conseguir analisar os projetos do programa habitacional nos prazos prometidos – 45 dias.
Em 15 dias, após o início do programa, o banco recebeu projetos que contemplam mais de 50 mil unidades, prontas para análise. “Restam para nós algumas dúvidas quanto à capacidade operacional da Caixa para analisar os processos de financiamento nos prazos prometidos e a adesão das prefeituras e órgãos ambientais aos prazos previstos no programa”.
Petrucci também questiona o valor com que esses imóveis serão comercializados. Para ele, os preços fixados pelo Ministério das Cidades podem não ser acessíveis às famílias com renda até três salários mínimos. “Se os preços fixados ‘baterem na trave’, infelizmente poderá ocorrer com o Minha Casa, Minha Vida o mesmo que aconteceu com o PAR (Programa de Arrendamento Residencial), prejudicando àqueles que mais necessitam de moradia”.
Mesmo com tais dúvidas, o economista acredita que este ano “tem tudo para ser o mais marcante no âmbito do crédito imobiliário no Brasil”.
Fonte: InfoMoney
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