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	<title>Blog Vd Imóveis &#187; Notícias</title>
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	<description>Investimentos imobiliários com qualidade Fortaleza Ceará</description>
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		<title>Imóvel residencial é o investimento da vez, diz financista</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 02:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com o vice-presidente do Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças (Ibef), Luiz Calado, a estabilidade econômica que se faz presente na vida do cidadão brasileiro é um indicativo de segurança, cada vez maior, para o investimento em imóveis residenciais. O financista ressalta que a oportunidade é boa, tanto para a aquisição do imóvel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com o vice-presidente do Instituto Brasileiro dos  Executivos de Finanças (Ibef), Luiz Calado, a estabilidade econômica que  se faz presente na vida do cidadão brasileiro é um indicativo de  segurança, cada vez maior, para o investimento em imóveis residenciais.</p>
<p>O financista ressalta que a oportunidade é boa, tanto para a  aquisição do imóvel residencial para poupança, quanto como fonte de  renda. “O imóvel é um ativo que conjuga garantia com rentabilidade de  forma constante, além de oferecer uma liquidez relativa, pois sempre  haverá compradores dispostos a adquiri-lo”, opina o executivo e reforça:  “além do mais, o imóvel é um bem que agrega valor através de gerações”.</p>
<p>Precauções</p>
<p>A propósito da compra do imóvel para investir ou morar, o advogado e  especialista em direito imobiliário e do consumidor, Pedro Lessi, diz  que o interessado deve adotar algumas precauções, em especial quando se  trata de imóvel usado.</p>
<p>No caso de imóvel com mais de vinte anos de construção, a sugestão do  advogado é que, na lista de solicitação de documentos, o interessado  inclua pedido de certidão vintenária. Além desta, Lessi sugere que sejam  solicitadas certidões pessoais de todos os proprietários, ao longo da  cadeia sucessória de propriedade. Isto porque, ele reforça, podem  ocorrer casos de venda anterior, situação que fará do negócio um caso de  Justiça.</p>
<p>Em relação a compra de imóveis novos, de acordo com o alerta do  advogado, além de outras precauções o comprador deve verificar se a  construtora recolheu a alíquota destinada ao Instituto Nacional de  Seguro Social (Inss), referente à obra.</p>
<p>As recomendações de Lessi para as precauções que devem preceder a  compra de imóvel novo incluem solicitação da Certidão Negativa de Débito  do imóvel; e verificação quanto à regularização da hipoteca do terreno.  “O comprador deve sempre desconfiar na hora da compra, mesmo quando a  oferta tem a chancela da Caixa”, declarou o advogado.</p>
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		<title>Consumidores de imóveis de alto padrão decidem compra pela internet</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 02:08:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com estudo realizado pela Imóvel A – Consultores Associados, imobiliária especializada em imóveis de alto padrão, a internet é utilizada como canal inicial para os negócios por 60% dos consumidores. Além disso, indica a imobiliária, de cada cinco negócios fechados, três são iniciados por meio da rede mundial de computadores. “Temos constatado que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com estudo realizado pela Imóvel A – Consultores  Associados, imobiliária especializada em imóveis de alto padrão, a  internet é utilizada como canal inicial para os negócios por 60% dos  consumidores.</p>
<p>Além disso, indica a imobiliária, de cada cinco negócios fechados,  três são iniciados por meio da rede mundial de computadores. “Temos  constatado que é pela internet que conquistamos a venda. O acerto final  do negócio é feito pessoalmente, mas a decisão da compra se dá via web”,  explicou o sócio-diretor da imobiliária, Alexandre Villas.</p>
<p>Cuidados</p>
<p>O diretor segundo tesoureiro do Creci-SP (Conselho Regional de  Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), Gilberto Yogui, concorda e  ressalta que a internet tem se tornado cada vez mais um importante  facilitador de vendas.</p>
<p>Contudo, diz ele, as pessoas devem observar alguns pontos ao buscarem  imóveis por meio da rede. O primeiro deles, explica Yogui, é verificar a  seriedade do portal, utilizando somente aqueles que possuem registro no  Creci.</p>
<p>O diretor também sugere que as pessoas desconfiem de anúncios que não  possuem fotos, pois pode ser um indício de problemas. “Quem quer vender  deve disponibilizar o máximo de informações, então, quando não há fotos  , é possível que o imóvel tenha algum problema de conservação, por  exemplo”.</p>
<p>Assim, além das fotos, é importante que o consumidor preste atenção  se o anúncio traz as seguintes informações: preço, valor do condomínio,  do IPTU e se aceita financiamento, lembrando que nenhum negócio deve ser  concretizado sem ter sido feita uma visita ao local e uma vistoria em  pisos, parte hidráulica, elétrica, entre outros itens.</p>
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		<title>Web tem futuro promissor na área de marketing imobiliário, afirma pesquisa</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 02:05:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com pesquisa realizada recentemente pelo IBOPE, o uso da web na busca por imóveis já supera classificados de jornais impressos. O estudo revela que compradores que usam a internet passam mais tempo pesquisando por conta própria e usam o tempo do corretor de maneira mais eficiente e produtiva. É cada vez mais comum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com pesquisa realizada recentemente pelo IBOPE, o uso da  web na busca por imóveis já supera classificados de jornais impressos. O  estudo revela que compradores que usam a internet passam mais tempo  pesquisando por conta própria e usam o tempo do corretor de maneira mais  eficiente e produtiva.</p>
<p>É cada vez mais comum a pesquisa por apartamentos e casas pela web  antes da visita pessoal ao local. Nos websites do setor, como aqui no  Info Imóveis, os itens mais valorizados são: fotos e informações  detalhadas, informações sobre vizinhança, mapas e rotas de como chegar  ao local.</p>
<p>&#8220;Muitas pessoas consultam a internet para colher informações e ver  fotos do empreendimento. As pessoas estão sem tempo no seu dia a dia e a  internet é a solução ideal neste processo de primeira procura&#8221;, diz o  diretor da agência de marketing digital Homewebbing, Sergio Coelho, em  entrevista publicada no site Administradores.</p>
<p>O investimento das empresas do setor imobiliário em marketing digital  é proporcional ao VGV (Valor geral de vendas) e depende de construtora  para construtora.</p>
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		<title>Como financiar um imóvel de acordo com sua renda</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 02:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi-se o tempo em que financiar a compra da casa própria era coisa apenas de quem tinha boa situação financeira. O aumento das garantias para os credores possibilitou o acesso das camadas de baixa renda ao crédito e ampliou as possibilidades para os consumidores de imóveis de alto padrão. Hoje em dia já é possível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Foi-se o tempo em que  financiar a compra da casa própria era coisa  apenas de quem tinha boa  situação financeira. O aumento das garantias  para os credores  possibilitou o acesso das camadas de baixa renda ao  crédito e ampliou as  possibilidades para os consumidores de imóveis de  alto padrão. Hoje em  dia já é possível financiar desde imóveis mais  baratos, na faixa de até  130.000 reais, até aqueles que custam alguns  milhões &#8211; o que era  considerado uma loucura até certo tempo atrás.</div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div><strong>O financiamento habitacional brasileiro mudou.</strong></div>
<div>
A Caixa Econômica Federal, embora ainda detentora de 80% desse  mercado,  vem enfrentando a concorrência de bancos privados,  principalmente nos  segmentos de mais alta renda. Nos últimos dez anos, a  inadimplência foi  reduzida de 12% a menos de 3%. A possibilidade de  alienação fiduciária,  em que o imóvel vira a garantia de que o  empréstimo será pago, deu mais  segurança aos credores. E se em 2004 a  média de mercado era financiar  46% do valor do imóvel, em 2010 essa  fatia saltou para 61%. Mas o  crédito imobiliário ainda tem muito que  caminhar, pois representa apenas  3% do PIB brasileiro, ao passo que em  outras nações emergentes, como  México e China, já atingiu 10% do PIB.</div>
<div><img title="Mais..." src="http://imoveisferrari.com/noticias/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></div>
<div>Esse novo cenário vem  acompanhado de forte valorização e aumento  da liquidez dos imóveis,  principalmente nos grandes centros urbanos.  Também cresceram as  possibilidades para quem sonha com o primeiro  imóvel próprio ou mesmo  para quem faz desse tipo de aquisição um  investimento. Quem não  costumava ter crédito na praça já pode se  beneficiar das condições do  programa Minha Casa, Minha Vida, do governo  federal. Trabalhadores com  carteira assinada que buscam imóveis de  médio padrão passaram a ter  acesso aos recursos do FGTS para financiar a  compra da primeira moradia.  E mesmo aqueles que possuem renda mais  elevada e só desejam  diversificar os investimentos podem recorrer a  financiamentos.</div>
<div><span id="more-151"></span></div>
<div>O mercado de imóveis de luxo no  Brasil está, inclusive, bastante  esperançoso. Com condições semelhantes  aos financiamentos de imóveis de  médio padrão, bancos como o Itaú  Unibanco e o Santander firmaram  parcerias com imobiliárias &#8211; a Coelho da  Fonseca e a Sotheby’s,  respectivamente &#8211; para financiar casas e  apartamentos de alguns milhões  de reais.</div>
<div>Pode parecer loucura, mas um  empréstimo desse porte tem razão de  ser: em geral, os mutuários são  empresários e altos executivos que  preferem pagar a compra aos poucos a  tirar dinheiro de seus outros  investimentos. &#8220;No caso de empresários,  vale mais a pena investir no  próprio negócio do que pagar um imóvel à  vista&#8221;, explica Fabrizio  Ianelli, superintendente de negócios  imobiliários do Santander.</div>
<div>Confira, a seguir, como  contratar um financiamento imobiliário e  como funcionam as linhas de  crédito para diferentes faixas de renda e  objetivos de compra &#8211; do  imóvel pronto para morar à construção da casa  própria.</div>
<div><strong>1 &#8211; Contratando um financiamento</strong></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div>Apesar de ainda ser um mercado  concentrado, o financiamento  habitacional não é mais sinônimo de Caixa  Econômica Federal. O segredo é  buscar a instituição que apresente as  melhores condições, seja pública  ou privada, e tentar não comprometer  mais de 25% da renda mensal no  pagamento da primeira parcela, para que a  prestação mais alta não  ultrapasse 30% dessa renda. Após escolher o  imóvel &#8211; novo, usado, na  planta ou desenhado sob medida -, o proponente  deve comprovar que pode  arcar com as prestações e que tem &#8220;nome limpo&#8221;  na praça. Se tudo der  certo, em até 48 horas o comprador saberá se terá  acesso a crédito e  poderá assinar um compromisso de compra.</div>
<div>Até a liberação dos recursos, no  entanto, o processo pode ser um  pouco longo, o que requer planejamento  para não arriscar perder aquela  casa considerada perfeita. Num prazo que  varia entre 20 e 45 dias, o  banco envia um engenheiro para avaliar o  imóvel ou a obra e requer a  checagem jurídica de toda a documentação do  vendedor e do imóvel. Esse  processo é fundamental para confirmar que o  bem preenche as condições  necessárias e que pode ser usado como garantia  em caso de  inadimplência. Se o pagamento das prestações atrasar mais de  três  meses, o mutuário periga ter sua casa leiloada pelo banco.</div>
<div>Há também uma série de gastos a  serem avaliados, fora entrada,  juros, correção monetária e amortizações.  Quem estiver com o dinheiro  contadinho terá dificuldades. É preciso  prever as despesas com a  avaliação do imóvel, a análise jurídica, o  Imposto de Transmissão de  Bens e Imóveis (ITBI), o IOF sobre o  empréstimo (1,5% ao ano mais  alíquota adicional de 0,38%) e custos com o  registro do contrato de  financiamento em cartório, que podem chegar a  1% do valor do imóvel.  Quem optar por obter crédito em um banco no qual  não seja correntista  terá ainda que arcar com os custos de uma nova  conta.</div>
<div>Em média, é possível financiar  60% do valor de um imóvel em 20  anos. No entanto, o prazo máximo é de 30  anos e, dependendo da renda do  comprador, já é possível financiar até  90% do valor do imóvel, até  mesmo dos mais luxuosos. As taxas de juros  ficam entre 9,5% e 12% ao  ano no segmento de imóveis entre 130.000 a  500.000 reais e entre 10% e  12% ao ano no segmento de alto padrão (acima  de 500.000 reais).</div>
<div>Como pesquisar as condições de  todas as instituições não é nada  fácil, o comprador pode optar por uma  consultoria especializada em  crédito imobiliário para ajudá-lo a  escolher. Esse tipo de serviço já é  bastante utilizado na Europa e nos  Estados Unidos, mas só agora começa  a se popularizar no Brasil. Mediante  o pagamento de um valor fixo,  essas empresas se encarregam de encontrar  as melhores condições de  financiamento, assumir a parte burocrática e  até de negociar taxas de  juros mais baixas. Segundo Joe Powell, sócio da  consultoria Crédito  Imobiliário Fácil, os juros chegam a ser reduzidos  em 1,5% ao ano, o  que, ao final de 20 ou 30 anos, representa alguns  milhares de reais.</div>
<p><strong>2 &#8211; Os sistemas de amortização</strong></p>
<div>São três os sistemas de amortização  usados atualmente. O mais  comum é o Sistema de Amortização Constante  (SAC), no qual o valor da  amortização (quantia devolvida ao banco) é  constante e os juros vão  diminuindo com o tempo. Outro sistema popular é  a Tabela Price, na qual  as prestações são fixas do início ao fim do  período de financiamento,  sendo os juros decrescentes e as amortizações  crescentes. Menos  utilizado é o Sistema de Amortização Crescente  (SACRE), no qual as  prestações sobem durante certo período de tempo, até  chegar a um ponto  em que começam a reduzir mensalmente. É bom lembrar  que, em todos os  sistemas, as parcelas também sofrem correção monetária  pela Taxa  Referencial (TR).</div>
<div>Para Lúcio Delfino, diretor  administrativo da Associação  Brasileira dos Mutuários da Habitação  (ABMH), o sistema mais vantajoso é  sem dúvida o SAC, já que a prestação  vai ficando mais leve com o  tempo. No entanto, nesse sistema, a primeira  prestação é geralmente  mais alta que na tabela Price. &#8220;Se a pessoa  tiver condições financeiras  de arcar com o valor da primeira prestação, o  SAC é muito melhor&#8221;, diz  Delfino. Do contrário, a tabela Price pode ser  mais vantajosa, apesar  de muito mais arriscada. Como as prestações vão  crescer com o tempo, a  chance de a dívida se tornar impagável é muito  maior. Tanto que há um  número enorme de ações na Justiça contra  financiamentos feitos pela  tabela Price.</div>
<div>Esse sistema de financiamento só  é recomendado para quem tem  perspectivas de melhora de renda no longo  prazo &#8211; um jovem em ascensão  profissional, por exemplo. Se houver  expectativa de entrada futura de  dinheiro que possibilite a quitação  antecipada da dívida &#8211; digamos,  fruto da negociação de outro imóvel &#8211;  tanto melhor. Essa estratégia é,  aliás, altamente recomendada pelos  especialistas em finanças, pois é  uma forma de abater a dívida e fugir  dos juros.</div>
<p><strong>3 &#8211; Financiando com a construtora</strong></p>
<div>Financiar um imóvel na planta ou em  construção na própria  construtora só é um bom negócio até a entrega das  chaves. A partir daí,  o ideal é migrar o saldo devedor para um banco.  Isso porque, até o  imóvel ficar pronto, o mutuário não costuma pagar  juros, apenas  correção monetária pelo Índice Nacional da Construção  Civil (INCC) ou  outro indicador do gênero. Após a entrega das chaves,  porém, o  comprador passa a ter as piores condições do mercado: taxa de  juros de  até 12% ao ano e correção monetária pelo Índice Nacional de  Preços ao  Consumidor (INPC) ou pelo IGP-M.</div>
<div>&#8220;Nesse momento, é melhor quitar  de uma vez o restante da dívida ou  transferi-la para um banco, onde a  correção monetária é feita pela TR,  cujo valor anual é normalmente de um  terço do valor dos índices de  inflação&#8221;, explica Lúcio Delfino, da  ABMH. Outra desvantagem de  financiar pela construtora é que o imóvel só  passa para o nome do  comprador quando a dívida é quitada. Mas quando o  saldo devedor é  migrado para uma instituição financeira, a transferência  de nome  acontece no momento da entrega das chaves.</div>
<div>O processo de portabilidade é  relativamente simples, e a própria  construtora cuida de tudo para o  cliente. Não se pode esquecer que, na  hora da migração, é preciso pagar  para a construtora correção monetária  pelo INCC sobre o saldo devedor, o  que eleva a dívida em alguns  milhares de reais. &#8220;As pessoas às vezes  não verificam esse detalhe, e  ainda existem vendedores de má-fé que  dizem que o valor é fixo, quando  na verdade o próprio contrato esclarece  que não é&#8221;, diz o diretor  administrativo da ABMH. &#8220;Também é preciso  considerar os custos com  ajustes no imóvel, muitas vezes entregue sem  piso, sem armários e sem  iluminação, por exemplo.&#8221;</div>
<p><strong>4 &#8211; Construindo a casa própria</strong></p>
<div>Os mais exigentes podem preferir  colocar a mão na massa e  construir sua própria casa. O ideal, nesse  caso, é comprar um terreno à  vista ou parcelado sem juros (com correção  monetária pelo INCC) e  financiar apenas a construção. &#8220;As compras de  terreno em geral têm as  piores condições de financiamento. Normalmente  só se consegue financiar  até 60% do valor do lote&#8221;, explica Lúcio  Delfino.</div>
<div>Comprado o terreno, tempo e  paciência serão as palavras-chave. O  lote só passa para o nome do  comprador depois que a dívida é quitada, e  só então é possível financiar  a construção. O processo é o mesmo de  qualquer outro financiamento  habitacional. Mas além dos documentos  usuais, o proponente deve  apresentar o cronograma da obra e um alvará  da prefeitura liberando a  construção. Além disso, a instituição  financeira não libera todo o  dinheiro de uma vez, mas sim em três ou  quatro partes. Um funcionário do  banco ficará encarregado de vistoriar a  obra e verificar se o  cronograma de construção está sendo cumprido. Em  caso negativo, novas  parcelas do financiamento poderão ficar retidas.  Durante a obra, o  mutuário só precisa pagar os juros sobre o valor já  liberado. Somente  após a conclusão da construção começa o período de  amortização.</div>
<div>No Banco do Brasil, por exemplo,  a linha de crédito especial para  material de construção &#8211; que inclui  até mesmo reformas &#8211; possibilita o  financiamento em até 60 meses, com  180 dias para começar a pagar. O  limite de crédito é de 50.000 reais e  as taxas de juros bem maiores que  as do crédito imobiliário, variando de  1,97% a 3,15% ao mês.</div>
<div><strong>5 &#8211; Usando o FGTS</strong></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div>Uma opção para os trabalhadores  assalariados que buscam um imóvel  de médio padrão é a utilização de  recursos do Fundo de Garantia por  Tempo de Serviço (FGTS) no  financiamento da compra ou construção do seu  primeiro imóvel próprio.  Para isso, é preciso preencher alguns  pré-requisitos. O imóvel deve  necessariamente se destinar à moradia do  comprador, na região  metropolitana de onde ele já trabalha ou mora há  pelo menos um ano. Seu  valor de avaliação também não deve ultrapassar  os 500.000 reais. Já o  comprador precisa ter trabalhado sob o regime do  FGTS por pelo menos  três anos, consecutivos ou não, e ter saldo em  conta vinculada ao fundo  com quantia correspondente a, pelo menos, 10%  do valor de avaliação do  imóvel.</div>
<div>
<div><a href="http://portalexame.abril.com.br/financas/credito/guias/infograficos/o-jogo-do-financiamento.html">Infográfico: conheça o passo a passo de um financiamento habitacional.</a></div>
<div><strong>(Fonte-PortalExame)</strong></div>
</div>
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		<title>Crédito imobiliário do BB cresce 85% e atinge R$ 2,1 bilhões até junho</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 01:50:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[BB]]></category>
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		<description><![CDATA[O crédito imobiliário do Banco do Brasil apresentou crescimento de quase 85% no primeiro semestre deste ano, frente ao mesmo período do ano passado. No total, o banco emprestou R$ 2,1 bilhões de janeiro a junho, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (16). Dessa forma, os bancos públicos foram responsáveis por R$ 35,6 bilhões em recursos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O crédito imobiliário do Banco do Brasil apresentou crescimento de  quase 85% no primeiro semestre deste ano, frente ao mesmo período do ano  passado.</p>
<p>No total, o banco emprestou R$ 2,1 bilhões de janeiro a junho, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (16).</p>
<p>Dessa forma, os bancos públicos foram responsáveis por R$ 35,6  bilhões em recursos para a aquisição da casa própria nos primeiros seis  meses do ano, se forem contabilizados os R$ 33,5 bilhões liberados pela  CEF (Caixa Econômica Federal).</p>
<p>Crédito à pessoa física</p>
<p>Ainda em relação aos dados divulgados pelo BB, o crédito do banco  destinado às pessoas físicas atingiu R$ 101,1 bilhões ao final do  segundo trimestre, alta de 47,7% em um ano e de 6,3% no trimestre.</p>
<p>O destaque ficou com a linha de crédito consignado, com expansão de 37,1% em 12 meses, para R$ 40,5 bilhões.</p>
<p>As operações de financiamento para compra de veículos mais que  dobraram (+178,4%) em relação ao segundo semestre do ano passado,  totalizando R$ 22,8 bilhões ao final de junho deste ano.</p>
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		<title>BB quer estar entre os três maiores em crédito imobiliário até 2013</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 02:15:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Financiamento imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[BB]]></category>
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		<description><![CDATA[O Banco do Brasil quer estar entre os três maiores bancos em financiamento imobiliário até 2013. A instituição, que hoje ocupa o quinto lugar neste mercado do país, colocou o setor imobiliário como um dos focos do seu crescimento e vai buscar o posicionamento principalmente via qualidade dos produtos e prazos de entrega. &#8220;Não tenho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>O Banco do Brasil quer estar entre os  três maiores bancos em  financiamento imobiliário até 2013. A  instituição, que hoje ocupa o  quinto lugar neste mercado do país,  colocou o setor imobiliário como um  dos focos do seu crescimento e vai  buscar o posicionamento  principalmente via qualidade dos produtos e  prazos de entrega.</div>
<div>&#8220;Não tenho como aspiração ser um  concorrente da Caixa, mas vamos  aproveitar esse negócio usando nosso  relacionamento com as empresas do  setor&#8221;, afirmou o vice-presidente de  Cartões do Banco do Brasil, Paulo  Rogério Caffarelli, presente em evento  em São Paulo para divulgação dos  resultados do banco.</div>
<div>A ideia do BB, segundo o  executivo, é disputar neste mercado com  os bancos privados. Um dos  diferenciais da instituição é o montante  disponível para o crédito  imobiliário, que já soma R$ 7 bilhões. &#8220;Somos  um entrante deste mercado  já em posição privilegiada&#8221;, afirmou  Caffarelli.</div>
<div>No segundo trimestre, a carteira  de crédito imobiliário do Banco  do Brasil somou R$ 2,1 bilhões, frente  ao total de R$ 1,9 bilhão  registrados nos três primeiros meses do ano.  No segundo trimestre do  ano passado, por sua vez, a carteira somava R$  1,1 bilhão. A meta do  banco é atingir R$ 3 bilhões até o final deste  ano.</div>
<div>Em seu balanço divulgado hoje, o  BB anunciou que encerrou o  período de abril a junho com uma carteira da  crédito total de R$ 326,5  bilhões, o que representa um crescimento de  29,3% em 12 meses e resulta  em um market share de 20,1% detido pela  instituição. Para pessoa  física, o crédito somou R$ 101,1 bilhões, alta  de 47,7%, enquanto para  pessoa jurídica, a carteira totalizou R$ 135,6  bilhões, avanço anual de  31,2%.</div>
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		<title>Estudo descarta bolha imobiliária no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 01:59:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bolha imobiliária]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>

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		<description><![CDATA[A possibilidade de que uma &#8220;bolha&#8221; esteja se formando no setor imobiliário brasileiro, apoiada em volumes robustos de crédito imobiliário e preços de imóveis em alta, pode não passar de um temor infundado. A constatação foi feita nesta quarta-feira pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), que encomendou um estudo à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A possibilidade de que uma &#8220;bolha&#8221; esteja se formando no setor  imobiliário brasileiro, apoiada em volumes robustos de crédito  imobiliário e preços de imóveis em alta, pode não passar de um temor  infundado.</p>
<p>A constatação foi feita nesta quarta-feira pela Associação Brasileira  das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), que  encomendou um estudo à MB Associados para comprovar que, mantidos os  atuais patamares do setor, a formação de uma bolha não deve acontecer no  curto ou no longo prazo.</p>
<p>&#8220;Não temos características básicas que induzam ao aparecimento de uma  bolha&#8230; Não temos excesso de endividamento&#8221;, disse o economista da MB,  José Roberto Mendonça de Barros, se referindo à alavancagem excessiva  vista nos Estados Unidos em 2008, que marcou o início da crise econômica  mundial.</p>
<p>O estudo assinalou que um dos fatores que pode levar à formação de  uma bolha envolve a ausência de um indicador para balizar os preços de  imóveis no Brasil, que vêm avançando em ritmo tão forte quanto o da  demanda. No caso brasileiro, contudo, essa aceleração refletiria um  reajuste após 20 anos em que o setor imobiliário foi mal precificado.</p>
<p>&#8220;Quando a demanda começa a crescer, aumentar preços é normal. O  importante é saber se há oferta para isso&#8221;, afirmou Mendonça de Barros.</p>
<p>Embora tenha descartado uma bolha, o economista alertou para a forte  demanda por parte da classe C que, até 2016, deve exigir cerca de 1,5  milhão de imóveis a cada ano disponíveis no mercado. &#8220;O mais importante é  aumentar a produção imobiliária, como tem acontecido.&#8221;</p>
<p>Semestre Recorde</p>
<p>A combinação de um cenário econômico estável com recuperação da renda  da população e flexibilização dos bancos levou a um recorde em  financiamento imobiliário no primeiro semestre.</p>
<p>De janeiro a junho, os recursos concedidos pelo Sistema Brasileiro de  Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiram R$ 23,8 bilhões, alta de 77%  ante a primeira metade de 2009, segundo a Abecip.</p>
<p>Nos seis meses até junho, foram financiadas 187,6 mil unidades pelo  sistema, número 51,5% maior que igual período do ano passado.</p>
<p>O desempenho semestral levou a entidade a elevar a previsão para os  empréstimos concedidos pelo sistema para financiamento imobiliário em  2010 para R$ 57 bilhões, totalizando 450 mil unidades. A previsão  anterior era de R$ 45 bilhões, montante já atingido nos 12 meses até  junho.</p>
<p>De acordo com a Abecip, se considerados os recursos do Fundo de  Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), os financiamentos para imóveis este  ano podem superar R$ 65 bilhões em crédito e 480 mil unidades  financiadas.</p>
<p>Para o presidente da Abecip, Luiz Antônio França, em 2014, o  financiamento imobiliário deve responder por 11% do Produto Interno  Bruto (PIB) brasileiro. Hoje, essa relação é de 4%.</p>
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		<title>Pesquisa mostra que imóveis brasileiros valorizaram 22% no último ano</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 02:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Financiamento imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[imóveis brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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		<description><![CDATA[A Revista EXAME foi a responsável por encomendar ao Instituto IBOPE de inteligência a mais abrangente pesquisa já feita no Brasil sobre o tema. O principal resultado agregado da pesquisa, que dissecou o comportamento do mercado, foi a constatação de que os preços de imóveis residenciais subiram 22% nos últimos 12 meses. Graças a pesquisa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Revista EXAME foi a responsável por encomendar ao Instituto IBOPE  de inteligência a mais abrangente pesquisa já feita no Brasil sobre o  tema.</p>
<p>O principal resultado agregado da pesquisa, que dissecou o  comportamento do mercado, foi a constatação de que os preços de imóveis  residenciais subiram 22% nos últimos 12 meses.</p>
<p>Graças a pesquisa, foi possível também comparar o mercado local com o  de outros paises, tais como China, Singapura, Austrália – e o que se vê  é uma das maiores valorizações do mundo.</p>
<p>A consultoria aponta o Brasil como um dos destinos obrigatórios dos  investidores, elitizando a posição do país no cenário global, pela  primeira vez em sua história.</p>
<p>“Tudo indica que o Brasil caminha para uma expansão sustentável”, diz  Susan Wachter, professora da escola de negócios Wharton, nos Estados  Unidos.</p>
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		<title>Construção industrializada é solução para déficit habitacional</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 12:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[déficit habitacional]]></category>
		<category><![CDATA[industrializada]]></category>

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		<description><![CDATA[“A construção industrializada não é apenas uma solução viável, mas o caminho para atender ao grande problema de habitação no país”, aponta Paulo Sophia, ex-presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB – SP). O arquiteto ministrará a palestra “A Arquitetura e a Pré-Fabricação em Concreto: Casos Reais” durante o 1º SEMPRE &#8211; Seminário de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height: 120%;"><img src="http://www.infoimoveis.com.br/redim.htm?image=stored/artigos/1268797775_57010.jpg&amp;maxx=200" border="0" alt="" align="left" /></p>
<p>“A construção industrializada não é  apenas uma solução viável, mas o caminho para atender ao grande problema  de habitação no país”, aponta Paulo Sophia, ex-presidente do Instituto  de Arquitetos do Brasil (IAB – SP). O arquiteto ministrará a palestra “A  Arquitetura e a Pré-Fabricação em Concreto: Casos Reais” durante o 1º  SEMPRE &#8211; Seminário de Pré-Moldados de Mato Grosso do Sul, que acontecerá  nos dias 26 e 27 de março, no auditório do CREA-MS, em Campo Grande.</p>
<p>Paulo Sophia destacará em sua apresentação a experiência em projetos e  acompanhamento de obras industrializadas. A ideia é associar  arquitetura, espaço, produção e industrialização com bem-estar social.  “Os arquitetos brasileiros estão atentos à crescente demanda social,  buscam alternativas que devem dar respostas de qualidade, produtividade e  de escala, pois nossos problemas estruturais são enormes. A resposta  aos problemas de infra-estrutura, saneamento, além da produção de  habitação de qualidade, dentre tantos outros, passa por soluções de  escala que somente tecnologias e industrialização, como a do concreto  pré-fabricado podem oferecer”.</p>
<p>Paulo Sophia defende a industrialização como suporte para novos  meios, estruturas e estilos. “O papel da arquitetura neste processo é  dar uma resposta diferenciada à construção industrializada. É conceber  os espaços para além de simples abrigos, mas elevá-los à condição de  obra significativa de uma nova etapa do desenvolvimento humano, cultural  e científico. É explicitar através de novas  formas o grau de arte que  nossa construção alcançou”.</p>
<p>Para ele, programas governamentais como “Minha Casa, Minha Vida”, que  não utilizem processos industriais “estão fadados a serem mais um  programa político de fachada”. Paulo Sophia defende o processo de  industrialização verticalizado para esse tipo de projeto. “Um processo  que industrialize ‘casinhas’ será danoso ao território à paisagem. O  modelo de autoconstrução e de &#8220;conjuntinhos&#8221; precários é uma afronta à  nossa inteligência e um desperdício de materiais. Em tempos de  sustentabilidade, a construção não pode ser mais artesanal e individual,  mas industrial e coletiva”.</p>
<p><strong>Serviço:<br />
</strong>1° SEMPRE &#8211; Seminário de Pré-Moldados de  Mato Grosso do Sul<br />
Local: Auditório do CREA-MS<br />
Data:  26 e 27 de  março de 2010<br />
Inscrições: (67) 3029-5801 ou no site: <a href="http://www.semprems.com.br/">www.semprems.com.br</a></p>
<p>Fonte:  Assessoria de imprensa CREA-MS</p>
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		<title>Minha Casa, Minha Vida é aposta do mercado imobiliário para 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 17:56:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Casa]]></category>
		<category><![CDATA[minha vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Para o vice-presidente de Habitação do Secovi-SP, Flavio Prando, o programa fez toda a diferença para as famílias de baixa renda, que agora podem comprar o primeiro imóvel Em 2009, o mercado imobiliário nacional sofreu uma revolução após o lançamento do programa governamental Minha Casa, Minha Vida, de acordo com o vice-presidente de Habitação do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Para o vice-presidente de Habitação do Secovi-SP, Flavio Prando, o programa fez toda a diferença para as famílias de baixa renda, que agora podem comprar o primeiro imóvel</strong></em></p>
<p>Em 2009, o mercado imobiliário nacional sofreu uma revolução após o lançamento do programa governamental Minha Casa, Minha Vida, de acordo com o vice-presidente de Habitação do Secovi-SP, Flavio Prando. Para ele, o programa fez toda a diferença para famílias com renda de até 10 salários mínimos. “Principalmente para aquelas que ganham de 3 a 6 salários, que puderam migrar da locação para a compra, pois o preço do financiamento é até menor do que o do aluguel”, destaca o dirigente.</p>
<p>O perfil do comprador também mudou, de acordo com o vice-presidente. “Hoje, nos plantões de vendas, grande parte dos visitantes é de casais de jovens, na faixa de 23 a 30 anos. Isso cria uma oportunidade de compra essas para pessoas. Reconhecemos a importância do programa Minha Casa, Minha Vida e defendemos que ele seja o primeiro passo para o estabelecimento de uma política de Estado de Habitação, contínua e independente de governo.”</p>
<p>Balanço 2009 – As vendas de imóveis novos na cidade de São Paulo se mantiveram semelhantes às registradas em 2008, com recuo dos lançamentos. Na avaliação de Prando, esse fenômeno demonstra que o Minha Casa, Minha Vida chegou antes ao consumidor. Isso tem uma explicação: os incorporadores precisam de um prazo extenso para adaptar seus produtos a uma nova tipologia, de maneira a atender famílias de baixa renda com qualidade.</p>
<p>Prando destaca outras novidades importantes trazidas pelo programa, tais como: subsídios escalonados com recursos do Orçamento Geral da União (OGU), juros de 4,5% a 5% no financiamento e redução das custas cartorárias. “O agente financeiro desse programa é a Caixa Econômica Federal, que tem se esforçado muito para proporcionar a velocidade desejada pelos empresários na aprovação de projetos. Há muito tempo acompanhamos os números do banco, que em 2003, por exemplo, financiou algo em torno de 20 mil unidades, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e este ano já contratou 176 mil. O multiplicador registrado no período é de 12 a 15 vezes”, ressalta o vice-presidente da entidade, acrescentando que possivelmente a Caixa feche o ano com 300 mil unidades aprovadas, caso mantenha o ritmo de 5 mil contratações por dia registrado no segundo semestre.</p>
<p>Apesar da robustez dos números de novas contratações, esse volume poderia ser superior se não houvesse dificuldades no licenciamento ambiental, morosidade na liberação de alvarás de prefeituras e de concessionárias públicas. Mesmo assim, a meta de contratação de um milhão de moradias até o final de 2010 permanece factível, na avaliação de Prando. “Evidentemente, essas unidades serão entregues até 2012. Temos consciência de que a casa própria é sinônimo de inclusão social, democracia consolidada e avanço para o Brasil”, conclui.</p>
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