Archive for category Financiamento imobiliário

Caixa bate recorde no crédito imobiliário com R$ 39 bi no ano

O financiamento habitacional da Caixa Econômica Federal bateu novo recorde ao emprestar R$ 39 bilhões neste ano até novembro, quase o dobro (93%) do registrado no mesmo período em 2008, beneficiando 756.507 famílias, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela instituição financeira.

Os empréstimos com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) registraram crescimento de 46%, chegando a R$ 14,9 bilhões no período, valor suficiente para atender 245.229 famílias.

Já com recursos próprios foram contabilizados 412.327 contratos, totalizando R$ 20,3 bilhões, com expansão de 134% e 119%, respectivamente.

No Estado de São Paulo, 150.634 unidades foram financiadas pela Caixa –responsável por 74% dos empréstimos habitacionais no país–, totalizando R$ 10 bilhões, ante R$ 6,54 bilhões.

O programa Minha Casa, Minha Vida recebeu em todo o país, até o último dia 30, 2.763 propostas de empreendimentos com 567 mil moradias. Desse total, 322.300 imóveis são para famílias com renda de até três salários.

A meta do programa federal é construir um milhão de moradias para famílias com renda de até dez salários mínimos, sendo 400 mil para a faixa que recebe até três salários mínimos e concentra a maior parte do deficit habitacional do país.

Fonte: Folha Online

, ,

No Comments

Limite de Financiamento Imobiliário com recursos do FGTS é Ampliado

Casa de R$ 100 mil será financiada em cidade com 250 mil pessoas.Lupi também anunciou mais investimentos do FI-FGTS em infraestrutura.

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, anunciou nesta quinta-feira (1º) a ampliação do limite de financiamento de imóveis com dinheiro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida. As mudanças passam a valer na próxima semana. O ministro também apresentou números demonstrando que o FGTS está superavitário neste ano em comparação ao ano passado apesar da crise econômica. Pelas mudanças aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS, os mutuários podem financiar imóveis de até R$ 100 mil em municípios com mais de 250 mil habitantes.
Antes, esse limite era de R$ 80 mil. Nos municípios com mais de 1 milhão de habitantes, o Conselho decidiu igualar o valor máximo do imóvel a ser financiado pelo programa com recursos do FGTS aos valores previstos para financiamentos no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Ou seja, é possível usar o dinheiro do Fundo para financiar habitações até R$ 130 mil em municípios desse porte.
O limite anterior era de R$ 100 mil.Segundo Lupi, essas mudanças valem já a partir da semana que vem, quando as novas regras aprovadas pelo Conselho serão publicadas no Diário Oficial. A partir de janeiro do ano que vem, os mutuários de todas as capitais brasileiras, independente do número de habitantes, poderão financiar imóveis de até R$ 130 mil. Lupi disse que vários argumentos foram analisados pelo Conselho para tomar essas decisões. Varias ponderações foram levadas em conta. Um dos motivos é que nas grandes cidades os imóveis são mais caros”, explicou.

Balanço

O ministro também apresentou um balanço dos rendimentos do FGTS deste ano e de 2008. Segundo os dados apresentados, a arrecadação do Fundo foi maior entre janeiro e agosto de 2009 em relação ao mesmo período do ano passado, apesar da crise financeira mundial. Nos oito primeiros meses deste ano, o FGTS arrecadou cerca de R$ 35,9 bilhões, ou 14,5% a mais que no mesmo período do ano passado (R$ 31,3 bilhões). Entre janeiro e agosto deste ano, porém, o montante de saques por conta do aumento do desemprego, principalmente, cresceu. Nos oito primeiros meses de 2008, o volume total de saques do FGTS chegou a R$ 27 bilhões. Neste ano, no mesmo período, foram sacados mais de R$ 32,9 bilhões. Mesmo assim, o Fundo está superavitário em R$ 3 bilhões.
FI-FGTS

Lupi também anunciou que o Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aprovou a ampliação do potencial de investimento do FI-FGTS (Fundo de Investimento do FGTS) em obras de infraestrutura. Até a aprovação dessa nova regra, o FI-FGTS só podia financiar até 30% de determinado investimento. Agora, ele poderá elevar esse percentual para até 100%, quando a Caixa Econômica Federal (CEF) for a gestora do negócio. O risco para o Fundo é zero, porque a Caixa é que assumirá o risco, afirmou Lupi ao ser questionado se os recursos dos trabalhadores depositados no FGTS não corriam risco com a manobra. Hoje, o FI-FGTS conta com cerca de R$ 15 bilhões para investimentos em infraestrutura.

, , , , , , ,

No Comments

Caixa divulga normas para aplicação de recursos adicionais do FGTS em habitação

A Caixa Econômica Federal publicou, no Diário Oficial desta segunda-feira (5/10), circular com normas para a aplicação de R$ 3 bilhões adicionais do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em linha de crédito voltada para as construtoras. A linha foi criada em dezembro de 2008 para enfrentar a falta de crédito provocada pela crise financeira internacional.

A operação consiste na compra, pelo FGTS, de cotas de fundos de investimento imobiliários ou fundos de investimento em direitos creditórios das construtoras ou na aquisição de debêntures (títulos cujo portador é um credor da empresa que o lançou) emitidas pelas empresas do setor. Esses papéis devem ter lastro em projetos habitacionais lançados por incorporadoras, empresas da construção civil, cooperativas habitacionais e outras entidades do setor.

Dessa forma, os recursos do FGTS ajudam as empresas a ter mais condições de investimento.
A circular informa ainda que a participação dos recursos do FGTS fica limitada a 80% do valor do empreendimento, observada a capacidade de crédito do tomador.De acordo com a circular, %u201Cos investimentos a serem realizados deverão contemplar unidades habitacionais que atendam, preferencialmente, os objetivos sociais do FGTS na área de habitação, em especial a redução do deficit habitacional do país.

O custo para as construtoras é a Taxa Referencial (TR) mais 7% ao ano, no caso de habitação popular. A taxa de 9% ao ano mais TR será cobrada nos demais casos.(Agencia Estado)

, ,

No Comments

Caixa terá R$ 38 bi para financiar casa própria, 65% mais que em 2008, diz Dilma

A Caixa Econômica Federal terá uma linha de R$ 38 bilhões em financiamento para compra de imóveis novos e usados e materiais de construção, afirmou nesta quinta-feira a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef.

O valor representa um crescimento de cerca de 65% em relação ao reservado para este fim pela Caixa em 2008, de aproximadamente R$ 23 bilhões, segundo ela.

A ministra fez as declarações ao participar de evento de posse da nova diretoria do Secovi-SP, órgão que representa as construtoras.

Fonte: REUTERS

,

No Comments

Imóveis: pós e contras dos novos e usados

A compra da casa própria no país é uma realidade palpável nos dias de hoje. Primeiro, porque as condições de pagamento estão mais acessíveis do que anos atrás, com a possibilidade de quitar o financiamento em até 30 anos. Segundo, as taxas de juros embutidas nas prestações têm caído ultimamente, em decorrência de sucessivas reduções na taxa básica (Selic), definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Não que o financiamento esteja barato. Pelo contrário, ele ainda é caro e, portanto, inviável para muita gente, pois, além do valor das prestações e dos juros, geralmente reúne taxas de amortização e administração e seguro do imóvel. Mas continua sendo a principal opção de quem não tem dinheiro na mão.
Mas, afinal, independentemente da forma de pagamento, qual a melhor opção de investimento: imóvel novo ou usado? O financiamento é possível nas duas situações. No novo, pode ser feito diretamente com a construtora. A vantagem, na opinião do consultor imobiliário Renan Peixoto, é que o nível de exigência das empresas é menor em relação aos bancos. Mais: o comprador pode negociar o preço final mais baixo, conforme o valor da entrada. Ainda com as empresas, o prazo de pagamento é mais curto – normalmente até cinco anos -, o que representa prestações mais altas. No sistema bancário, o comprador pode quitar o imóvel em maior prazo, vantagem para quem possui menos recursos.
Uma das vantagens de comprar casa ou apartamento ainda na planta, na avaliação de Peixoto, é a possibilidade de a pessoa montar o imóvel do seu jeito, desde que a construção seja estruturada, ou melhor, com a utilização de vigas. Quando a construção é feita por meio de bloco sobre bloco, não é possível mexer no projeto inicial. Outro alternativa para o possível comprador é utilizar o imóvel velho como entrada para o novo, de valor mais alto, assim como acontece no setor de automóveis. Pesa em favor de quem opta pelo antigo, também, uma maior oferta de unidades pela cidade.
Para o presidente da Associação dos Empreendedores dos Bairros Vila da Serra e Vale do Sereno, Luiz Hélio Lodi, antes ir ao mercado em busca do imóvel, a primeira providência é observar a finalidade da compra, se para investir, morar ou deixar para os filhos. O planejamento, não só financeiro, mas também técnico e funcional é importante para a concretização de um bom negócio.“É preciso fazer um estudo do mercado, observar regiões mais valorizadas e quais têm potencial de crescimento, isto é, onde estão os vetores de crescimento do município e os bairros onde a procura é maior do que a oferta. O corretor imobiliário pode ajudar, e algumas construtoras, antes de lançar o empreendimento, realizam pesquisas”, observa Lodi.
Ele ressalta que atualmente, em decorrência da queda dos juros bancários, o imóvel é uma aplicação segura, diferentemente de outras de risco, como o mercado de ações. “Compensa até tomar um empréstimo no sistema bancário. Hoje tudo favorece a compra de imóveis.”De acordo com Lodi, é necessário que a pessoa avalie corretamente o potencial de valorização do patrimônio. “Muitos erros ocorrem quando esses cuidados não são bem avaliados.
Imóvel é um investimento, não só seguro, mas rentável. Isso porque, em longo prazo, e na maioria das vezes, a taxa de valorização supera a taxa de depreciação. A decisão vai depender do perfil do comprador e de quanto ele está disposto a gastar”, afirma.
Correção da prestação é feita pelo INCC
O investimento na planta tem outros atrativos, como o financeiro. Até a entrega das chaves, observa Lodi, a correção das prestações é feita pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) – normalmente abaixo de 0,5% ao mês – e às vezes até negativo. “Isso não é taxa de juros e, sim, uma correção”, pondera. Nas chaves, o comprador pode optar por pagar o restante do valor ou contratar o sistema bancário. Depois de pronto, o imóvel valoriza. O percentual depende de uma série de fatores, como ponto, aceitação e valorização da marca da construtora.
Outra opção de investimento é a compra para locação, residencial ou comercial, loja ou galpão. Nesse caso, conforme Lodi, deve ser observado não só o retorno obtido com o aluguel – situação mais pontual -, mas também a possibilidade de valorização, em médio e longo prazos. “O comprador pode lucrar com os dois lados.”Um fator que pode pesar negativamente na compra do usado, comenta, é a não percepção global da situação do imóvel. “Isso é igual carro. A gente nunca sabe ao certo o que tem por dentro. No caso de um apartamento, por exemplo, infiltrações.”Lodi ressalta que um dos diferenciais de compra, hoje, independentemente de novo ou usado, é o número de vagas de garagem. “Esse item é crucial. Importante, também, é observar a existência de área de lazer, segurança e o valor do condomínio. O preço do imóvel é importante na decisão da compra, mas ele é apenas um dos um dos componentes que definem a compra.”
Liquidez no mercado é fundamental
O importante na decisão da compra, principalmente para quem não descarta negociar o imóvel em médio e longo prazos, é detectar se a casa, apartamento ou ponto comercial tem liquidez no mercado. Nesse caso, pesa, entre outros fatores, a questão do número de vagas, afirma o diretor da Planta, Celso Salles.
Entre os vários aspectos que pesam em favor do novo, um deles, avalia, é que tão cedo, pelo menos na teoria, o comprador não teria dor-de-cabeça, pois a garantia das construtoras é de no mínimo cinco anos. Já o usado, para quem não pretende morar no local, pode ser atrativo. “Hoje, muita gente compra, reforma e ganha dinheiro com a venda.”
No caso de quem deseja o usado para morar, o comprador, pelo mesmo valor do novo, geralmente consegue um imóvel mais espaçoso, o que é uma característica de apartamentos mais antigos. Conforme Salles, a diferença de preços entre novos e usados varia muito, mas, na média, gira em torno de 30% a 50%. Os usados costumam ser vendidos com mobília, mas nem sempre isso é vantagem. “Às vezes o preço embute os móveis dos quartos e cozinha, mas desgastados.”

, ,

No Comments

Crédito imobiliario a pessoas físicas cresce 2,7% em maio

De acordo com a Nota de Política Monetária, divulgada nesta quinta-feira (25) pelo Banco Central, os financiamentos destinados à habitação (com recursos livres e direcionados) seguem em sólido desempenho, com expansão de 2,7% em maio, frente a abril, chegando a um saldo de R$ 67,5 bilhões.

Em 12 meses, a alta na concessão de crédito para a habitação é de 40,4%, levando em consideração operações realizadas com pessoas físicas e cooperativas habitacionais, excluindo-se as destinadas a empreendimentos imobiliários.
Quando considerado o crédito habitacional concedido por bancos públicos, o volume foi de R$ 51,7 bilhões em maio, um montante 42,9% superior ao registrado em maio de 2008 (R$ 36,2 bilhões) e 3,1% maior do que o de abril (R$ 50,1 bilhões). Com isso, essas instituições se destacam na concessão de empréstimos habitacionais.
Bancos privados
No setor privado, por sua vez, as operações cresceram 2,5% entre abril e maio, para um total de R$ 11 bilhões no quinto mês do ano. Frente a maio do ano passado, quando haviam sido emprestados R$ 8,5 bilhões, a alta foi de 28,4%.
Em relação ao crédito imobiliário, pesquisa realizada pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) com nove bancos mostrou que apenas um declara que pode cobrir o valor integral do bem: a Caixa Econômica Federal. As demais instituições (BB, Real, Santander, Bradesco, HSBC, Itaú, Nossa Caixa e Unibanco) emprestam até 80% do valor do imóvel a ser adquirido.
Em sete delas, o prazo máximo financiado é de 30 anos e o limite de comprometimento da renda (individual ou familiar) com as prestações atinge 30%. No Itaú e Unibanco, o limite é de 35%, no Real e Santander, 27%, e na Nossa Caixa, 25%.
As taxas anuais de juros dos bancos pesquisados variam de 5% a 13%, sendo que a menor é cobrada pela Caixa Econômica, e as maiores pelos bancos Real e Santander.
Infomoney

, , , , ,

No Comments

Banco do Brasil vai financiar com o FGTS

O Banco do Brasil anunciou ontem que tem R$ 500 milhões do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para financiar imóveis para as classes média e média baixa no País. Segundo a instituição, está sendo feitos ajustes operacionais para liberação das linhas de financiamento nas agências.

O montante foi aprovado pelo Conselho Curador do FGTS. Esses financiamentos têm taxas de juros menores para quem tem renda mensal até R$ 4.900. Os percentuais variam de 5% a 8,16% ao ano mais TR (Taxa Referencial). Os trabalhadores com conta vinculada do FGTS têm ainda redução de 0,5% no percentual, se forem cotistas do fundo há pelo menos três anos.

Há ainda a linha Pró-Cotista para famílias com salários acima de R$ 4.900. Nesse caso, a taxa é de 8,66% ao ano mais TR. Nos dois exemplos, o imóvel pode custar até R$ 350 mil e o financiamento máximo é de R$ 245 mil. A Caixa Econômica Federal já oferece as modalidades com recursos do fundo há vários anos. Alguns bancos privados também estão autorizados a operar com dinheiro do FGTS.

Desde o ano passado, o BB oferece crédito imobiliário com recursos da caderneta de poupança. Para unidades até R$ 120 mil, os juros são de 8,9% ao ano mais TR. Para imóveis acima desse valor até R$ 350 mil, o percentual sobe para 10% ao ano mais TR. O prazo de pagamento é de 20 anos e o financiamento chega a 80% do bem. O contrato é assinado pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação).

Para o diretor operacional da Julio Bogoricin, Hélio Brito, a entrada do BB no segmento popular será mais uma opção para minimizar os efeitos da crise mundial e ajudar a reduzir o déficit habitacional no Brasil: “A competição ficará ainda mais acirrada. Todos vão sair ganhando”, aposta Brito.

Fonte: O Dia

, ,

No Comments

Bradesco amplia para 30 anos crédito a imóveis

O Bradesco anunciou ontem a ampliação do prazo de financiamento da casa própria de 25 para 30 anos e a redução da taxa de juros dos contratos pós-fixados para imóveis novos e usados.

O comprador poderá financiar até 80% do valor de venda ou avaliação do imóvel, desde que o comprometimento máximo da renda líquida não ultrapasse 30%. O prazo maior do financiamento abrange todas as modalidades do SFH (Sistema Financeiro da Habitação).

Quanto ao corte dos juros, o Bradesco divulgou que a taxa para imóveis novos ou usados de até R$ 120 mil vai passar de 10,0% para 8,9% ao ano -equivalente a uma taxa mensal de 0,7% ao mês, mais a variação da TR. “Essa taxa é a menor do mercado para imóveis nessa faixa, financiados com recursos da poupança”, informou o banco.

As taxas de outras modalidades pós-fixadas também caíram: em imóveis comerciais para pessoa física, de 16% para 14% ao ano (mais a TR), e em imóveis residenciais com faixa de R$ 120 mil a R$ 500 mil, de 11% para 10,9% ao ano (mais a TR).

No primeiro trimestre deste ano, a carteira de crédito do banco chegou a R$ 214,3 bilhões no período, com queda de 0,5% sobre o quarto trimestre do ano passado e alta de 26,5% sobre igual intervalo de 2008.

Fonte: Folha de São Paulo

, ,

No Comments

Financiamento imobiliário com recurso da poupança cresce

Os financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança cresceram 5% em maio na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), somando R$ 2,38 bilhões –ante abril (R$ 2,37 bilhões), o valor ficou praticamente estável.

Nos primeiros cinco meses do ano, já são R$ 10,629 bilhões liberados, crescimento de 8,94% ante o mesmo período do ano passado. Nos últimos 12 meses, as operações somam R$ 30,904 bilhões, 37,4% acima das realizadas nos 12 meses imediatamente anteriores (R$ 22,499 bilhões).

Em números absolutos, as contratações feitas pelos agentes do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) em maio corresponderam a 20.824 unidades –baixa ante as 22.831 em abril.

No ano, porém, a construção e aquisição de imóveis está em 99.296 unidades, número 3,55% superior ao registrado entre janeiro e abril de 2008. Em 12 meses, foram financiadas 303.092 unidades, contra 227.562 nos 12 meses anteriores.

“Deve-se ressaltar que a oferta de crédito é perfeitamente compatível com a demanda, tanto dos empreendedores como dos mutuários finais”, destaca a Abecip em comunicado, ressaltando que comportamento do crédito imobiliário “situa-se dentro das projeções, ou seja, uma tendência de estabilização do crédito, depois de cinco anos de crescimento acelerado”.

Fonte: Folha de S.Paulo

,

No Comments

Crédito imobiliário cresce 110% no trimestre e atinge recorde

Caixa Econômica Federal informou nesta quarta-feira (29) que as contratações de crédito imobiliário cresceram 110% no primeiro trimestre deste ano, em comparação com igual período do ano passado. Segundo informe do banco, as contratações fecharam o trimestre em R$ 7 bilhões.

A Caixa informa que se trata de um novo recorde. De acordo com a instituição, o saldo da carteira de crédito imobiliário fechou o trimestre em R$ 49,2 bilhões, com uma expansão de 9,1% em relação ao apurado em dezembro de 2008 e 45,2% superior ao apresentado no primeiro trimestre do ano passado.

PAC

De acordo com o informe, as contratações de financiamento dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) também foram recordes no período: R$ 44 bilhões, com mais de 4.705 projetos contratados. Somente em habitação, no PAC, foram 3.418 contratos no valor de R$ 12,5 bilhões.

Em saneamento, os recursos somaram R$ 17,2 bilhões referentes a 1.243 contratos e, em infraestrutura, foram 44 projetos, totalizando R$ 14,6 bilhões. O balanço trimestral do banco estatal será divulgado nesta quinta-feira (30).

Fonte: Agência Estado

, ,

No Comments