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	<title>Blog Vd Imóveis &#187; Dicas</title>
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	<description>Investimentos imobiliários com qualidade Fortaleza Ceará</description>
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		<title>Consumidores de imóveis de alto padrão decidem compra pela internet</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 02:08:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com estudo realizado pela Imóvel A – Consultores Associados, imobiliária especializada em imóveis de alto padrão, a internet é utilizada como canal inicial para os negócios por 60% dos consumidores. Além disso, indica a imobiliária, de cada cinco negócios fechados, três são iniciados por meio da rede mundial de computadores. “Temos constatado que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com estudo realizado pela Imóvel A – Consultores  Associados, imobiliária especializada em imóveis de alto padrão, a  internet é utilizada como canal inicial para os negócios por 60% dos  consumidores.</p>
<p>Além disso, indica a imobiliária, de cada cinco negócios fechados,  três são iniciados por meio da rede mundial de computadores. “Temos  constatado que é pela internet que conquistamos a venda. O acerto final  do negócio é feito pessoalmente, mas a decisão da compra se dá via web”,  explicou o sócio-diretor da imobiliária, Alexandre Villas.</p>
<p>Cuidados</p>
<p>O diretor segundo tesoureiro do Creci-SP (Conselho Regional de  Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), Gilberto Yogui, concorda e  ressalta que a internet tem se tornado cada vez mais um importante  facilitador de vendas.</p>
<p>Contudo, diz ele, as pessoas devem observar alguns pontos ao buscarem  imóveis por meio da rede. O primeiro deles, explica Yogui, é verificar a  seriedade do portal, utilizando somente aqueles que possuem registro no  Creci.</p>
<p>O diretor também sugere que as pessoas desconfiem de anúncios que não  possuem fotos, pois pode ser um indício de problemas. “Quem quer vender  deve disponibilizar o máximo de informações, então, quando não há fotos  , é possível que o imóvel tenha algum problema de conservação, por  exemplo”.</p>
<p>Assim, além das fotos, é importante que o consumidor preste atenção  se o anúncio traz as seguintes informações: preço, valor do condomínio,  do IPTU e se aceita financiamento, lembrando que nenhum negócio deve ser  concretizado sem ter sido feita uma visita ao local e uma vistoria em  pisos, parte hidráulica, elétrica, entre outros itens.</p>
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		<title>Web tem futuro promissor na área de marketing imobiliário, afirma pesquisa</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 02:05:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com pesquisa realizada recentemente pelo IBOPE, o uso da web na busca por imóveis já supera classificados de jornais impressos. O estudo revela que compradores que usam a internet passam mais tempo pesquisando por conta própria e usam o tempo do corretor de maneira mais eficiente e produtiva. É cada vez mais comum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com pesquisa realizada recentemente pelo IBOPE, o uso da  web na busca por imóveis já supera classificados de jornais impressos. O  estudo revela que compradores que usam a internet passam mais tempo  pesquisando por conta própria e usam o tempo do corretor de maneira mais  eficiente e produtiva.</p>
<p>É cada vez mais comum a pesquisa por apartamentos e casas pela web  antes da visita pessoal ao local. Nos websites do setor, como aqui no  Info Imóveis, os itens mais valorizados são: fotos e informações  detalhadas, informações sobre vizinhança, mapas e rotas de como chegar  ao local.</p>
<p>&#8220;Muitas pessoas consultam a internet para colher informações e ver  fotos do empreendimento. As pessoas estão sem tempo no seu dia a dia e a  internet é a solução ideal neste processo de primeira procura&#8221;, diz o  diretor da agência de marketing digital Homewebbing, Sergio Coelho, em  entrevista publicada no site Administradores.</p>
<p>O investimento das empresas do setor imobiliário em marketing digital  é proporcional ao VGV (Valor geral de vendas) e depende de construtora  para construtora.</p>
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		<title>Como financiar um imóvel de acordo com sua renda</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 02:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi-se o tempo em que financiar a compra da casa própria era coisa apenas de quem tinha boa situação financeira. O aumento das garantias para os credores possibilitou o acesso das camadas de baixa renda ao crédito e ampliou as possibilidades para os consumidores de imóveis de alto padrão. Hoje em dia já é possível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Foi-se o tempo em que  financiar a compra da casa própria era coisa  apenas de quem tinha boa  situação financeira. O aumento das garantias  para os credores  possibilitou o acesso das camadas de baixa renda ao  crédito e ampliou as  possibilidades para os consumidores de imóveis de  alto padrão. Hoje em  dia já é possível financiar desde imóveis mais  baratos, na faixa de até  130.000 reais, até aqueles que custam alguns  milhões &#8211; o que era  considerado uma loucura até certo tempo atrás.</div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div><strong>O financiamento habitacional brasileiro mudou.</strong></div>
<div>
A Caixa Econômica Federal, embora ainda detentora de 80% desse  mercado,  vem enfrentando a concorrência de bancos privados,  principalmente nos  segmentos de mais alta renda. Nos últimos dez anos, a  inadimplência foi  reduzida de 12% a menos de 3%. A possibilidade de  alienação fiduciária,  em que o imóvel vira a garantia de que o  empréstimo será pago, deu mais  segurança aos credores. E se em 2004 a  média de mercado era financiar  46% do valor do imóvel, em 2010 essa  fatia saltou para 61%. Mas o  crédito imobiliário ainda tem muito que  caminhar, pois representa apenas  3% do PIB brasileiro, ao passo que em  outras nações emergentes, como  México e China, já atingiu 10% do PIB.</div>
<div><img title="Mais..." src="http://imoveisferrari.com/noticias/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></div>
<div>Esse novo cenário vem  acompanhado de forte valorização e aumento  da liquidez dos imóveis,  principalmente nos grandes centros urbanos.  Também cresceram as  possibilidades para quem sonha com o primeiro  imóvel próprio ou mesmo  para quem faz desse tipo de aquisição um  investimento. Quem não  costumava ter crédito na praça já pode se  beneficiar das condições do  programa Minha Casa, Minha Vida, do governo  federal. Trabalhadores com  carteira assinada que buscam imóveis de  médio padrão passaram a ter  acesso aos recursos do FGTS para financiar a  compra da primeira moradia.  E mesmo aqueles que possuem renda mais  elevada e só desejam  diversificar os investimentos podem recorrer a  financiamentos.</div>
<div><span id="more-151"></span></div>
<div>O mercado de imóveis de luxo no  Brasil está, inclusive, bastante  esperançoso. Com condições semelhantes  aos financiamentos de imóveis de  médio padrão, bancos como o Itaú  Unibanco e o Santander firmaram  parcerias com imobiliárias &#8211; a Coelho da  Fonseca e a Sotheby’s,  respectivamente &#8211; para financiar casas e  apartamentos de alguns milhões  de reais.</div>
<div>Pode parecer loucura, mas um  empréstimo desse porte tem razão de  ser: em geral, os mutuários são  empresários e altos executivos que  preferem pagar a compra aos poucos a  tirar dinheiro de seus outros  investimentos. &#8220;No caso de empresários,  vale mais a pena investir no  próprio negócio do que pagar um imóvel à  vista&#8221;, explica Fabrizio  Ianelli, superintendente de negócios  imobiliários do Santander.</div>
<div>Confira, a seguir, como  contratar um financiamento imobiliário e  como funcionam as linhas de  crédito para diferentes faixas de renda e  objetivos de compra &#8211; do  imóvel pronto para morar à construção da casa  própria.</div>
<div><strong>1 &#8211; Contratando um financiamento</strong></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div>Apesar de ainda ser um mercado  concentrado, o financiamento  habitacional não é mais sinônimo de Caixa  Econômica Federal. O segredo é  buscar a instituição que apresente as  melhores condições, seja pública  ou privada, e tentar não comprometer  mais de 25% da renda mensal no  pagamento da primeira parcela, para que a  prestação mais alta não  ultrapasse 30% dessa renda. Após escolher o  imóvel &#8211; novo, usado, na  planta ou desenhado sob medida -, o proponente  deve comprovar que pode  arcar com as prestações e que tem &#8220;nome limpo&#8221;  na praça. Se tudo der  certo, em até 48 horas o comprador saberá se terá  acesso a crédito e  poderá assinar um compromisso de compra.</div>
<div>Até a liberação dos recursos, no  entanto, o processo pode ser um  pouco longo, o que requer planejamento  para não arriscar perder aquela  casa considerada perfeita. Num prazo que  varia entre 20 e 45 dias, o  banco envia um engenheiro para avaliar o  imóvel ou a obra e requer a  checagem jurídica de toda a documentação do  vendedor e do imóvel. Esse  processo é fundamental para confirmar que o  bem preenche as condições  necessárias e que pode ser usado como garantia  em caso de  inadimplência. Se o pagamento das prestações atrasar mais de  três  meses, o mutuário periga ter sua casa leiloada pelo banco.</div>
<div>Há também uma série de gastos a  serem avaliados, fora entrada,  juros, correção monetária e amortizações.  Quem estiver com o dinheiro  contadinho terá dificuldades. É preciso  prever as despesas com a  avaliação do imóvel, a análise jurídica, o  Imposto de Transmissão de  Bens e Imóveis (ITBI), o IOF sobre o  empréstimo (1,5% ao ano mais  alíquota adicional de 0,38%) e custos com o  registro do contrato de  financiamento em cartório, que podem chegar a  1% do valor do imóvel.  Quem optar por obter crédito em um banco no qual  não seja correntista  terá ainda que arcar com os custos de uma nova  conta.</div>
<div>Em média, é possível financiar  60% do valor de um imóvel em 20  anos. No entanto, o prazo máximo é de 30  anos e, dependendo da renda do  comprador, já é possível financiar até  90% do valor do imóvel, até  mesmo dos mais luxuosos. As taxas de juros  ficam entre 9,5% e 12% ao  ano no segmento de imóveis entre 130.000 a  500.000 reais e entre 10% e  12% ao ano no segmento de alto padrão (acima  de 500.000 reais).</div>
<div>Como pesquisar as condições de  todas as instituições não é nada  fácil, o comprador pode optar por uma  consultoria especializada em  crédito imobiliário para ajudá-lo a  escolher. Esse tipo de serviço já é  bastante utilizado na Europa e nos  Estados Unidos, mas só agora começa  a se popularizar no Brasil. Mediante  o pagamento de um valor fixo,  essas empresas se encarregam de encontrar  as melhores condições de  financiamento, assumir a parte burocrática e  até de negociar taxas de  juros mais baixas. Segundo Joe Powell, sócio da  consultoria Crédito  Imobiliário Fácil, os juros chegam a ser reduzidos  em 1,5% ao ano, o  que, ao final de 20 ou 30 anos, representa alguns  milhares de reais.</div>
<p><strong>2 &#8211; Os sistemas de amortização</strong></p>
<div>São três os sistemas de amortização  usados atualmente. O mais  comum é o Sistema de Amortização Constante  (SAC), no qual o valor da  amortização (quantia devolvida ao banco) é  constante e os juros vão  diminuindo com o tempo. Outro sistema popular é  a Tabela Price, na qual  as prestações são fixas do início ao fim do  período de financiamento,  sendo os juros decrescentes e as amortizações  crescentes. Menos  utilizado é o Sistema de Amortização Crescente  (SACRE), no qual as  prestações sobem durante certo período de tempo, até  chegar a um ponto  em que começam a reduzir mensalmente. É bom lembrar  que, em todos os  sistemas, as parcelas também sofrem correção monetária  pela Taxa  Referencial (TR).</div>
<div>Para Lúcio Delfino, diretor  administrativo da Associação  Brasileira dos Mutuários da Habitação  (ABMH), o sistema mais vantajoso é  sem dúvida o SAC, já que a prestação  vai ficando mais leve com o  tempo. No entanto, nesse sistema, a primeira  prestação é geralmente  mais alta que na tabela Price. &#8220;Se a pessoa  tiver condições financeiras  de arcar com o valor da primeira prestação, o  SAC é muito melhor&#8221;, diz  Delfino. Do contrário, a tabela Price pode ser  mais vantajosa, apesar  de muito mais arriscada. Como as prestações vão  crescer com o tempo, a  chance de a dívida se tornar impagável é muito  maior. Tanto que há um  número enorme de ações na Justiça contra  financiamentos feitos pela  tabela Price.</div>
<div>Esse sistema de financiamento só  é recomendado para quem tem  perspectivas de melhora de renda no longo  prazo &#8211; um jovem em ascensão  profissional, por exemplo. Se houver  expectativa de entrada futura de  dinheiro que possibilite a quitação  antecipada da dívida &#8211; digamos,  fruto da negociação de outro imóvel &#8211;  tanto melhor. Essa estratégia é,  aliás, altamente recomendada pelos  especialistas em finanças, pois é  uma forma de abater a dívida e fugir  dos juros.</div>
<p><strong>3 &#8211; Financiando com a construtora</strong></p>
<div>Financiar um imóvel na planta ou em  construção na própria  construtora só é um bom negócio até a entrega das  chaves. A partir daí,  o ideal é migrar o saldo devedor para um banco.  Isso porque, até o  imóvel ficar pronto, o mutuário não costuma pagar  juros, apenas  correção monetária pelo Índice Nacional da Construção  Civil (INCC) ou  outro indicador do gênero. Após a entrega das chaves,  porém, o  comprador passa a ter as piores condições do mercado: taxa de  juros de  até 12% ao ano e correção monetária pelo Índice Nacional de  Preços ao  Consumidor (INPC) ou pelo IGP-M.</div>
<div>&#8220;Nesse momento, é melhor quitar  de uma vez o restante da dívida ou  transferi-la para um banco, onde a  correção monetária é feita pela TR,  cujo valor anual é normalmente de um  terço do valor dos índices de  inflação&#8221;, explica Lúcio Delfino, da  ABMH. Outra desvantagem de  financiar pela construtora é que o imóvel só  passa para o nome do  comprador quando a dívida é quitada. Mas quando o  saldo devedor é  migrado para uma instituição financeira, a transferência  de nome  acontece no momento da entrega das chaves.</div>
<div>O processo de portabilidade é  relativamente simples, e a própria  construtora cuida de tudo para o  cliente. Não se pode esquecer que, na  hora da migração, é preciso pagar  para a construtora correção monetária  pelo INCC sobre o saldo devedor, o  que eleva a dívida em alguns  milhares de reais. &#8220;As pessoas às vezes  não verificam esse detalhe, e  ainda existem vendedores de má-fé que  dizem que o valor é fixo, quando  na verdade o próprio contrato esclarece  que não é&#8221;, diz o diretor  administrativo da ABMH. &#8220;Também é preciso  considerar os custos com  ajustes no imóvel, muitas vezes entregue sem  piso, sem armários e sem  iluminação, por exemplo.&#8221;</div>
<p><strong>4 &#8211; Construindo a casa própria</strong></p>
<div>Os mais exigentes podem preferir  colocar a mão na massa e  construir sua própria casa. O ideal, nesse  caso, é comprar um terreno à  vista ou parcelado sem juros (com correção  monetária pelo INCC) e  financiar apenas a construção. &#8220;As compras de  terreno em geral têm as  piores condições de financiamento. Normalmente  só se consegue financiar  até 60% do valor do lote&#8221;, explica Lúcio  Delfino.</div>
<div>Comprado o terreno, tempo e  paciência serão as palavras-chave. O  lote só passa para o nome do  comprador depois que a dívida é quitada, e  só então é possível financiar  a construção. O processo é o mesmo de  qualquer outro financiamento  habitacional. Mas além dos documentos  usuais, o proponente deve  apresentar o cronograma da obra e um alvará  da prefeitura liberando a  construção. Além disso, a instituição  financeira não libera todo o  dinheiro de uma vez, mas sim em três ou  quatro partes. Um funcionário do  banco ficará encarregado de vistoriar a  obra e verificar se o  cronograma de construção está sendo cumprido. Em  caso negativo, novas  parcelas do financiamento poderão ficar retidas.  Durante a obra, o  mutuário só precisa pagar os juros sobre o valor já  liberado. Somente  após a conclusão da construção começa o período de  amortização.</div>
<div>No Banco do Brasil, por exemplo,  a linha de crédito especial para  material de construção &#8211; que inclui  até mesmo reformas &#8211; possibilita o  financiamento em até 60 meses, com  180 dias para começar a pagar. O  limite de crédito é de 50.000 reais e  as taxas de juros bem maiores que  as do crédito imobiliário, variando de  1,97% a 3,15% ao mês.</div>
<div><strong>5 &#8211; Usando o FGTS</strong></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div>Uma opção para os trabalhadores  assalariados que buscam um imóvel  de médio padrão é a utilização de  recursos do Fundo de Garantia por  Tempo de Serviço (FGTS) no  financiamento da compra ou construção do seu  primeiro imóvel próprio.  Para isso, é preciso preencher alguns  pré-requisitos. O imóvel deve  necessariamente se destinar à moradia do  comprador, na região  metropolitana de onde ele já trabalha ou mora há  pelo menos um ano. Seu  valor de avaliação também não deve ultrapassar  os 500.000 reais. Já o  comprador precisa ter trabalhado sob o regime do  FGTS por pelo menos  três anos, consecutivos ou não, e ter saldo em  conta vinculada ao fundo  com quantia correspondente a, pelo menos, 10%  do valor de avaliação do  imóvel.</div>
<div>
<div><a href="http://portalexame.abril.com.br/financas/credito/guias/infograficos/o-jogo-do-financiamento.html">Infográfico: conheça o passo a passo de um financiamento habitacional.</a></div>
<div><strong>(Fonte-PortalExame)</strong></div>
</div>
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		<title>Como escolher entre imóvel novo, usado ou na planta</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 01:55:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Antes de se optar por um imóvel usado, novo ou na planta, é necessário considerar alguns aspectos, tendo em vista, principalmente as necessidades da família. De acordo com levantamento da administradora Lello, o preço dos imóveis usados na cidade de São Paulo chega a ser de 20% a 50% inferior aos dos anunciados nos lançamentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de se optar por um imóvel usado, novo ou na planta, é  necessário considerar alguns aspectos, tendo em vista, principalmente as  necessidades da família.</p>
<p>De acordo com levantamento da administradora Lello, o preço dos  imóveis usados na cidade de São Paulo chega a ser de 20% a 50% inferior  aos dos anunciados nos lançamentos residenciais ou empreendimentos em  construção. Porém, um imóvel usado pode necessitar de reformas e esse  valor também precisa ser contabilizado no custo total.</p>
<p>Quem opta por imóvel novo, por sua vez, apesar do preço mais alto,  também apresenta vantagens. “O comprador terá um imóvel totalmente sem  uso, moderno e com áreas de lazer mais sofisticadas como fitness,  varanda gourmet e espaços de convivência, dentre outros”, diz Roseli  Hernandes, diretora da Lello Imóveis.</p>
<p>Já a opção de comprar imóvel na planta tem a vantagem dos preços  relativamente menores em relação a um imóvel novo pronto, porém o  comprador terá que aguardar por dois ou três anos até a entrega da  unidade, período em que provavelmente terá que arcar com os custos de  moradia em outro local. Para compensar, as construtoras costumam  facilitar o pagamento da entrada do imóvel na planta e, quando pronto, o  bem tende a valorizar substancialmente.</p>
<p>A maior disponibilidade de financiamentos bancários, que hoje já  responde por 40% das vendas realizadas, contra 20% há três anos,  facilita o acesso à casa própria de qualquer categoria. Após escolher a  opção mais adequada para o seu caso, atente-se para a documentação  necessária na compra de imóveis e saiba como garantir a liberação rápida  do financiamento da casa própria.</p>
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		<title>Pais poderão usar FGTS na compra da casa para filhos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 12:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pais poderão usar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para ajudar seus filhos a realizar o sonho da casa própria. A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou ontem um projeto de lei que permite o saque do fundo para esses casos. Será beneficiado o filho com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height: 120%;"><img src="http://www.infoimoveis.com.br/redim.htm?image=stored/artigos/1265999472_49877.jpg&amp;maxx=200" border="0" alt="" align="left" /></p>
<p style="line-height: 120%;">
<p style="line-height: 120%;">Pais poderão usar o saldo do Fundo de Garantia  do Tempo de Serviço (FGTS) para ajudar seus filhos a realizar o sonho da  casa própria. A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do  Senado aprovou ontem um projeto de lei que permite o saque do fundo para  esses casos. Será beneficiado o filho com mais de 21 anos, casado ou  vivendo em regime de união estável. O dependente não poder ter nenhum  imóvel em seu nome.</p>
<p style="line-height: 120%;">
<p style="line-height: 120%;">Pela proposta, os recursos do FGTS do pais poderão ser utilizados para  pagamento de parte das prestações decorrentes de empréstimo com o  Sistema Financeiro de Habitação (SFH), liquidação ou amortização de  saldo devedor de financiamento imobiliário ou para pagamento total ou  parcial de imóvel construído ou lote urbanizado de interesse social  não-construído.</p>
<p>Para que vire lei, o projeto ainda será votado em decisão terminativa  pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Em seguida, vai à Câmara e  precisa ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O  autor da medida, senador Jarbas Passarinho (PMDB-CE), ressaltou a  importância de o filho beneficiado pelo Fundo de Garantia do pai ser  casado ou ter uma união estável, já que nesses casos fica clara a  necessidade de haver a aquisição de um imóvel próprio.</p>
<p>Fonte: O Dia</p>
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		<title>Reforme sua casa, renove seu casamento</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 12:02:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Reforme sua casa]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ana Paula Reis Duarte Em seu terceiro livro &#8221;Sexo e segredos dos casais felizes&#8221;, editora Alaúde, a maior cupido do Brasil e Terapeuta do Amor, Cláudya Toledo, relaciona diretamente o estado da casa com a vida emocional e sexual do casal. O lugar onde o casal mora revela muito do seu ser e do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Ana Paula Reis Duarte</p>
<p>Em seu terceiro livro &#8221;Sexo e segredos dos casais felizes&#8221;, editora  Alaúde, a maior cupido do Brasil e Terapeuta do Amor, Cláudya Toledo,  relaciona diretamente o estado da casa com a vida emocional e sexual do  casal. O lugar onde o casal mora revela muito do seu ser e do seu  comportamento conjugal.</p>
<p>No livro &#8221;Sexo e segredos dos casais felizes&#8221; a terapeuta percorre  cada cômodo da casa (sala de estar, sala de jantar, cozinha, banheiro,  lavanderia, quarto do casal) dando orientações e dicas para manter a  casa e o casamento em alta.</p>
<p>Fique atenta quando a casa está muito entulhada de coisas dentro dos  armários, embaixo das camas, cheia de móveis sem utilidade, ou pior  ainda, cacarecos quebrados em cantos, coisas que nunca mais ira usar,  dispense tudo. A casa reflete o estado da vida emocional e sexual do  casal. Quando um casal está junto há muitos anos é comum (porém nocivo)  acabarem guardando emoções para evitar o conflito, ou acumular  sentimentos e sensações para evitar a tão temida D.R. (discutir a  relação).</p>
<p>Assim como na faxina da casa é importante fazer, frequentemente, uma  limpeza na relação. Se você nunca fez, então a hora é agora. Proponha-se  a mudar o que não está bom, busque seu conforto, sua satisfação,  coloque seu ponto de vista nas decisões da família, faça alguma  atividade que te dê prazer.</p>
<p>Você pode dar o primeiro passo arrumando a casa e deixando-a mais  aconchegante. Em seguida, é hora de se &#8221;endeusar&#8221;. Arrume o cabelo,  passe uma maquiagem que te deixe mais bonita, coloque uma roupa atraente  desde a a lingerie até o ultimo broche. Sinta-se belíssima, um arraso.  Faça disso um hábito pessoal diário, não espere uma ocasião específica  para se sentir maravilhosa. A auto estima deve ser cultivada  diariamente. Dê a máxima importância para cada coisa que faz, acredito  ser esse o primeiro passo</p>
<p>Com a arrumação da casa e a sua preparação pessoal, você se sentirá  mais confiante, vibrante e receptiva. Você sabia que a senha de acesso  do homem é visual? Isso mesmo. O homem se sente atraído pela mulher,  primeiramente, pelo que ele VÊ dessa mulher. Como está seu visual? Se  você estiver com sua imagem em dia, bem feminina e atraente, com  certeza, agradará você e ao seu parceiro.</p>
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		<title>Consórcio habitacional pode ser pago com FGTS</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 12:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Empréstimos]]></category>
		<category><![CDATA[Consórcio habitacional]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir de hoje, o uso do FGTS no consórcio imobiliário será ampliado e o dinheiro das contas poderá ser usado para abater prestações. A medida foi regulamentada ontem pela Caixa. Pela regra antiga, era permitido o uso dos recursos só para lance e complemento da carta de crédito. A nova regra beneficia clientes que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height: 120%;"><img src="http://www.infoimoveis.com.br/redim.htm?image=stored/artigos/1268922901_17108.jpg&amp;maxx=200" border="0" alt="" align="left" /></p>
<p>A partir de hoje, o uso do FGTS no  consórcio imobiliário será ampliado e o dinheiro das contas poderá ser  usado para abater prestações. A medida foi regulamentada ontem pela  Caixa. Pela regra antiga, era permitido o uso dos recursos só para lance  e complemento da carta de crédito.</p>
<p>A nova regra beneficia clientes que já compraram imóvel com a carta  de crédito emitida pelo consórcio, mas ainda têm parcelas a pagar.  Nesses casos, o trabalhador pode usar o fundo para antecipar  compromissos futuros. Se o valor da conta for suficiente, a dívida  poderá até ser quitada. Os interessados em usar o FGTS devem procurar as  administradoras de consórcio a partir de hoje.</p>
<p>Para isso, o imóvel, a conta do FGTS e a titularidade do consórcio  devem estar no mesmo nome e o imóvel precisa ser residencial e urbano,  com valor de até R$ 500 mil.</p>
<p>A residência adquirida deve estar na localidade em que o cliente  trabalha ou reside há mais de um ano. Nas regiões metropolitanas, também  é permitido usar o FGTS para as cidades vizinhas. O cliente não pode  ser dono de outro imóvel na cidade nem ter financiamento ativo do  Sistema Financeiro da Habitação (SFH) em qualquer parte do Brasil na  data de compra da residência.</p>
<p>O presidente executivo da Associação Brasileira de Administradoras de  Consórcio (Abac), Paulo Roberto Rossi, acredita que a nova regra deve  dobrar o número de clientes do setor que usam o FGTS. Em 2009, pouco  mais de 10 mil clientes &#8211; dos 60 mil consorciados de imóveis no Brasil &#8211;  usaram os recursos do fundo para dar lance ou reforçar o valor da carta  de crédito.</p>
<p>&#8220;Antes, tínhamos a expectativa de que o setor cresceria de 8% a 10%  em 2010; agora, pode até dobrar&#8221;, disse Rossi.</p>
<p>Fonte: Redação,  com informações do Estadão Online</p>
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		<title>Comprar imóvel requer pesquisa e responsabilidade</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 18:03:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[Financiamento imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[noticias imobiliarias]]></category>
		<category><![CDATA[Secovi]]></category>

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		<description><![CDATA[O brasileiro, na média, compra dois imóveis durante a vida, diferentemente de outros bens de consumo que são trocados regularmente. Somente esse motivo seria suficiente para o consumidor tomar todos os cuidados possíveis antes e após a assinatura do contrato de compra e venda. Mas, algumas pessoas ainda deixam-se levar pelo impulso e acabam fazendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>O brasileiro, na média, compra dois imóveis durante a vida, diferentemente de outros bens de consumo que são trocados regularmente. Somente esse motivo seria suficiente para o consumidor tomar todos os cuidados possíveis antes e após a assinatura do contrato de compra e venda.</div>
<div>Mas, algumas pessoas ainda deixam-se levar pelo impulso e acabam fazendo maus negócios. “Não se compra imóvel sem antes pesquisar, conversar com amigos e analisar as condições financeiras. O mais importante é que as parcelas do financiamento caibam no bolso do trabalhador. Não se pode esquecer também que em edifícios há o rateio de despesas entre os moradores e no momento de receber as chaves, existem despesas cartoriais e com a prefeitura”, esclarece João Crestana, presidente do Secovi-SP.</div>
<div>Para ajudar os compradores nesse momento decisivo, o Sindicato da Habitação de São Paulo elaborou um decálogo com dicas de compra segura e responsável. “São informações simples, de fácil entendimento, que podem ser muito úteis para quem está se preparando para adquirir um imóvel”, enfatiza Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.</div>
<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416739487259846258" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 400px; height: 206px; text-align: center;" src="http://4.bp.blogspot.com/_UGAm8OC9MEI/Sywf3VL0ZnI/AAAAAAAABK0/9JLAI6LFHi4/s400/dicas-de-compra-de-imovel1.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div><strong>Dez dicas para ajudar a decidir responsavelmente e com segurança a compra do imóvel</strong></div>
<div>1) Decida-se pela região onde quer morar e, principalmente, quanto pretende e pode gastar com a compra do imóvel. Lembre-se: a aquisição da moradia é um dos passos mais importantes na sua vida e precisa ser dado com segurança, com muito debate junto ao cônjuge e filhos. Leve em conta as necessidades futuras da família.</div>
<div>2) Escolha o tipo de imóvel que pretende adquirir: usado, novo ou na planta. Pense na metragem ideal, se quer casa ou apartamento (andar baixo ou alto, de frente, de fundo ou tanto faz), número de vagas de garagem, com ou sem varanda, ampla ou nenhuma área de lazer (piscina, salão de festas, jogos). Se escolher condomínio, pense até quanto pretende ou pode pagar de taxa de rateio de despesas.</div>
<div>3) Faça suas contas. A hora é boa também para pensar na melhor forma de financiamento. Com banco ou parcelado com a construtora durante o período de obras? Pretende usar recursos do FGTS? Se o imóvel for novo ou usado, há sempre a opção de obter financiamento bancário (os sites de vários bancos oferecem simuladores das parcelas do financiamento). Caso disponha de uma boa reserva financeira – ou algum bem que possa ser vendido, como carro – é possível utilizá-la na entrada da compra do imóvel.</div>
<div>4) Decidido, visite o local escolhido e verifique quais empreendimentos existem no entorno. Aproveite e analise a infraestrutura disponível na região, bem como os serviços oferecidos, como escolas, padarias, supermercados, farmácias, hospitais, linhas de ônibus e metrô próximos, parques. Visite o empreendimento durante o dia e, principalmente, à noite. Não tenha pressa. Vá a estandes de vendas, visite decorados, converse com corretores e pense muito, pois a decisão tem de ser responsável e exclusivamente da sua família. Depois de percorrer a área escolhida não tenha medo de expandir horizontes e procurar imóveis em bairros próximos. A internet também é uma ótima opção para as buscas. Visite sites especializados na venda de imóveis, de imobiliárias, construtoras e incorporadoras.</div>
<div>5) Ao optar pela compra de um usado, seja firme com o corretor quanto às definições do tipo de imóvel almejado. Dê preferência ao profissional que conhece o imóvel. Peça informações a ele antes de marcar a visita. Se estiver fora das suas especificações, não vá. Evite também ficar nas mãos de muitos profissionais. Prefira o sistema de exclusividade (em que o imóvel está disponível em apenas uma imobiliária).</div>
<div>6) Se o imóvel for novo ou na planta, usualmente o valor da comissão é cobrado separadamente do preço. Se o imóvel for usado, a comissão é paga pelo vendedor, mas saiba que caberá a você o pagamento da comissão proporcional ao valor do seu imóvel dado como parte do pagamento. Nesse momento é importante não se envolver emocionalmente com o dono do imóvel que vai comprar. Deixe que o corretor negocie.</div>
<div>7) Na hora de apresentar uma proposta, ponha-se no lugar do vendedor. Evite propostas absurdas, como descontos elevados, por exemplo. Se ele aceitar, deve haver algo errado. Certifique-se do que está e do que não está incluído no valor e converse abertamente, evitando constrangimentos futuros. Questione sobre aquilo que não entender e exija respostas claras e precisas. Muita atenção com os documentos do imóvel e do proprietário, que devem preferencialmente ser analisados por um advogado de sua confiança.</div>
<div> <img src='http://valdirduarteimoveis.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Ao escolher comprar um imóvel na planta, pesquise a história e a atuação da empresa construtora/incorporadora e, se possível, visite uma obra já entregue por ela. Peça uma cópia do registro da incorporação ao corretor e antes de assinar o contrato de Compra e Venda. Consulte o que diz a Lei 4.591/64 (Condomínios e Incorporações) e submeta-a a um advogado conhecido. Apesar de conterem basicamente as mesmas cláusulas, não é demais a análise de um especialista em mercado imobiliário. Acompanhe o estágio das obras por meio de visitas ao empreendimento ou pela internet. Muitas empresas oferecem o serviço em seus sites.</div>
<div>9) Programe-se. Os valores das prestações pagas durante o período da construção do empreendimento podem ser diferentes das parcelas de financiamento do saldo devedor. Atenção: até a entrega das chaves, o saldo devedor é corrigido mensalmente pelo INCC ou CUB. Após a entrega das chaves, você terá a opção de quitar a dívida, usar os recursos do FGTS para amortizar parte do valor – caso seja a aquisição do primeiro imóvel – e financiar o restante com o banco. Há taxas atrativas e prazos longos disponíveis no mercado. O fundamental, no entanto, é que a parcela – fixa ou reajustável &#8211; caiba no seu bolso.</div>
<div>10) Após a liberação do financiamento, a assinatura da escritura do imóvel e a entrega das chaves, o comprador tem de pagar o ITBI à Prefeitura e as taxas de registro cartorárias. Juntas, elas correspondem a aproximadamente 4% do valor de compra do imóvel. Programe-se e faça uma reserva financeira. Nunca deixe de registrar sua escritura no Registro de Imóveis, mesmo que não tenha contratado financiamento. Mais: quando receber o imóvel, leia as instruções de uso e o Manual do Proprietário para certificar-se das garantias da sua unidade. Os prazos legais são diferentes para os vários componentes. Fonte: Secovi-SP</div>
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		<title>FGTS poderá ser usado para quitar consórcio</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 01:55:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consórcio]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>

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		<description><![CDATA[Mudança feita pelo Congresso em MP permite usar o Fundo de Garantia para pagar prestações de consórcios da casa própria. Benefício ainda depende da sanção de Lula, que no ano passado vetou iniciativa semelhante. Mais de meio milhão de brasileiros poderão usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar consórcios para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mudança feita pelo Congresso em MP permite usar o Fundo de Garantia para pagar prestações de consórcios da casa própria. Benefício ainda depende da sanção de Lula, que no ano passado vetou iniciativa semelhante.</p>
<p>Mais de meio milhão de brasileiros poderão usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar consórcios para compra da casa própria. Criada pelo governo para recuperar os cofres dos municípios em meio à crise financeira mundial, a Medida Provisória 462/09 também incluiu a permissão de usar o fundo para pagar prestações deste tipo de consórcio. Antes disso, somente quem se sujeitava aos financiamentos imobiliários podia sacar o FGTS para pagar as prestações ou usar como entrada na compra da residência.</p>
<p>As novidades são fruto de mudanças na MP 462 feitas na Câmara e no Senado. O texto aprovado pelos parlamentares seguiu para a Casa Civil da Presidência da República na última sexta-feira (25). A mudança no uso do FGST ainda depende da sanção do presidente Lula para virar lei. Segundo a Casa Civil, ainda não foi decidido se a MP será sancionada integral ou parcialmente.</p>
<p>Há um ano o presidente Lula vetou a liberação do FGTS para o pagamento de parcelas e quitação de consórcios de imóveis ao sancionar a Lei 11.795/08, que regula o setor. A mudança, incluída na época pelos senadores, foi vetada pelo presidente com a justificativa de que a ampliação do fundo acarretaria um volume significativo de saques e diminuiria os recursos disponíveis para o financiamento da casa própria.</p>
<p>“(…) o que tenderia a reduzir os recursos que o FGTS dispõe para financiamento de moradia própria no âmbito do SFH, em especial para população de baixa renda, bem como dificultaria o financiamento de projetos de infra-estrutura urbana e saneamento básico, que constituem a finalidade primária do FGTS”, explicou Lula na justificativa do veto.</p>
<p><strong>Mercado em expansão<br />
</strong><br />
Segundo a Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio (Abac), há 3,7 milhões de consorciados no país. Desses, 531 mil estão na modalidade de consórcio imobiliário, segundo dados de julho deste ano. O número é expressivo porque aumentou 7% em relação aos 495 mil existentes em julho de 2008.</p>
<p>Somente nos primeiros sete meses deste ano, 117.300 pessoas adquiriram um consórcio para a compra de imóveis. No período, 38.500 brasileiros foram contemplados e puderam comprar a casa própria.</p>
<p>A permissão para o uso do FGTS se estende aos novos e antigos consorciados. Durante a tramitação da MP que regulamentou o programa habitacional Minha Casa Minha Vida, essa possibilidade acabou não virando lei.</p>
<p><strong>Seguros</strong></p>
<p>A MP 462 também isentou do pagamento de seguro os empréstimos habitacionais feitos com dinheiro do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). Sem a contratação do seguro, as prestações ficam mais baixas.</p>
<p>O FGTS é uma poupança obrigatória feita pelo empregador numa conta do trabalhador na Caixa Econômica Federal. Corresponde a 8% do seu salário bruto, mas o funcionário não tem acesso ao dinheiro, a não ser em situações especiais, como:</p>
<p>- demissão por justa causa</p>
<p>- aposentadoria ou morte</p>
<p>- doenças graves, como aids e câncer</p>
<p>- compra da casa própria na modalidade de financiamento imobiliário (com a MP 462, também o consórcio imobiliário)</p>
<p>A MP 462 e os consórcios</p>
<p>Art. 11. O art. 20 da Lei nº 8.036, de 11 de maio de 1990, passa a vigorar acrescido do seguinte § 21:</p>
<p>Art. 20.</p>
<p>§ 21. As movimentações autorizadas nos incisos V e VI do caput serão estendidas aos contratos de participação de grupo de consórcio para aquisição de imóvel residencial, cujo bem já tenha sido adquirido pelo consorciado, na forma a ser regulamentada pelo Conselho Curador do FGTS.(NR)</p>
<p>A MP 462 foi anunciada pelo presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), como a última a receber as chamadas emendas de “contrabando”, ou seja, aquelas que tratam de temas estranhos ao escopo da medida provisória. Os parlamentares incluíram na MP temas tão variados quanto a diminuição de juros cobrados nas renegociações de dívidas com a União como o uso de recursos federais em estradas estadualizadas. Temer diz que, a partir de agora, não serão mais aceitas alterações que não tenham relação direta com o assunto tratado no texto enviado pelo Executivo.</p>
<p>Fonte: Congresso em Foco &#8211; DF</p>
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		<title>Imóveis é aposta de investimento em momento de instabilidade</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 21:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[INVESTIMENTOS]]></category>

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		<description><![CDATA[Os receios quanto aos depósitos bancários e a «psicose do risco» estão a levar pessoas com liquidez a investir no mercado imobiliário, que também atravessa uma forte procura pelo arrendamento, dizem fontes do setor. «Estava a abrir-se uma janela de oportunidade para os arrendamentos &#8211; as pessoas não estavam a conseguir vender portanto a última [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os receios quanto aos depósitos bancários e a «psicose do risco» estão a levar pessoas com liquidez a investir no mercado imobiliário, que também atravessa uma forte procura pelo arrendamento, dizem fontes do setor.</p>
<p>«Estava a abrir-se uma janela de oportunidade para os arrendamentos &#8211; as pessoas não estavam a conseguir vender portanto a última solução que restava era arrendar &#8211; mas agora há muita gente a pegar nos depósitos bancários e a aplicar em casas», disse à Lusa Nuno Gomes, o vendedor nº1 da rede de imobiliárias Remax.</p>
<p>«Vendi quatro casas na semana passada e duas delas foi com esse fim. As pessoas pensam &#8216;eu tenho este dinheiro aplicado e quero investir num imóvel&#8217;, como sabem que o mercado está em baixo, então esta é a melhor altura para investir. E quando isto subir vão ganhar duplamente», explicou.</p>
<p>O director de comunicação da ERA Portugal, Jorge Garcia, diz que também as lojas desta promotora têm sentido no último mês a nova tendência, que considera surpreendente.</p>
<p>«É uma surpresa. Temos lojas no nosso universo que [no último mês] tiveram os melhores resultados de sempre», revelou Jorge Garcia, que, no entanto, não consegue identificar as zonas ou o tipo de casas que são mais procuradas por este tipo de investidor.</p>
<p>«Trata-se, sobretudo, de negócios baseados no preço, desde o Fogueteiro à Expo. Neste momento há oportunidades no mercado imobiliário como nunca houve» com casas «vendidas a preços abaixo de leilão», disse o responsável da ERA.</p>
<p>A tendência identificada pelo sector começou a intensificar-se desde há um mês, quando a crise financeira com origem nos Estados Unidos se alastrou às entidades financeiras europeias e entrou nos noticiários nacionais.</p>
<p>Jorge Garcia considera que «no meio de toda esta turbulência, com toda esta &#8216;psicose&#8217; do risco, as pessoas sentem que uma casa é um bem seguro».</p>
<p>Uma opinião partilhada também por Nuno Gomes, da Remax. «Os investimentos em terra e tijolos, costuma-se dizer, normalmente são garantidos. Faz parte da nossa cultura», frisou.</p>
<p>Ainda assim, o movimento de fundo dos últimos meses tem sido o arrendamento. «A procura do arrendamento disparou exponencialmente [nos últimos meses]. O problema é que a oferta não se consegue ajustar», referiu Jorge Garcia.</p>
<p>O director da ERA explicou que «até aqui a oferta estava vocacionada para nichos de mercados muito específicos &#8211; estudantes, quadros superiores estrangeiros &#8211; pessoas com necessidades de arrendamento de seis, oito meses a um ano, de curta duração».</p>
<p>Nos «arrendamentos de longa duração o mercado não existia», mas «agora que existe procura, não há oferta para satisfazê-la».</p>
<p>Jorge Garcia admite que o mercado português pode tomar o mesmo caminho que Espanha. «Em Espanha os promotores que têm &#8216;obra nova&#8217; e não conseguem vendê-la estão a arrendá-la», afirmou.</p>
<p>O director da revista Confidencial Imobiliário, Ricardo Guimarães, disse à Lusa que o aumento da procura no mercado de arrendamento prende-se essencialmente com «as alterações nos critérios dos bancos, subidas das taxas de juro e dificuldade na obtenção de créditos».</p>
<p>«Tudo isto tornou mais difícil a compra de uma casa», frisou o director da revista que regularmente elabora um Índice Confidencial Imobiliário (ICI).</p>
<p>O ICI utiliza como amostra a base de dados do site imobiliário LardoceLar.com, que reúne a oferta de mais de 450 mil fogos de 1.400 empresas de mediação e promoção imobiliária.</p>
<p>«Ainda assim, apesar de um maior dinamismo no mercado do arrendamento, não observamos uma grande variação no valor médio das rendas», ressalvou.</p>
<p>De acordo com os dados mais recentes da Confidencial Imobiliário, relativos ao segundo trimestre do ano, o valor médio das rendas em Lisboa subiu 2 por cento, com algumas freguesias &#8211; Alto do Pina (+9 por cento), Benfica (+8 por cento), Anjos, Nossa Senhora de Fátima, São Francisco Xavier e São João (todas +7 por cento) a liderarem as subidas.</p>
<p>São João de Brito (uma descida de 9 por cento) e Encarnação (quebra de 6 por cento) foram as freguesias lisboetas onde as rendas mais desceram no segundo trimestre.</p>
<p>Já no Porto, o valor médio do arrendamento caiu 3 por cento. Para o presidente do Instituto da Construção e Imobiliário (InCI), Hipólito Ponce de Leão, «o único problema do mercado do arrendamento em Portugal hoje em dia é que precisa de arrancar e de se desenvolver».</p>
<p>A concorrência, reforçou Ponce de Leão, depois fará com que o valor das rendas comece a competir com as prestações que banca pede por um crédito à habitação.</p>
<p>Diário Digital / Lusa</p>
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